Em dezembro de 2017

Valor médio de avaliação bancária de habitação manteve trajetória de crescimento na Região Autónoma da Madeira (RAM)

Em dezembro de 2017, o valor médio de avaliação bancária de habitação na RAM fixou-se em 1 304 euros/m2, tendo registado um aumento mensal de 0,3% e um crescimento homólogo de 5,9%. É de sublinhar que este indicador cresceu consecutivamente em todos os meses da segunda metade do ano de 2017.

Nos apartamentos, o valor médio de avaliação na RAM foi de 1 327 euros/m2, -0,7% comparativamente a novembro de 2017 e +5,7% face ao mês homólogo. Nas moradias, este indicador situou-se nos 1 278 euros/m2, tendo aumentado face ao mês anterior (+1,0%) e ao homólogo (+6,1%).

O valor médio de avaliação bancária no Funchal, em dezembro de 2017, situou-se nos 1 482 euros/m2, atingindo os 1 532 euros/m2 nos apartamentos e os 1 407 euros/m2 nas moradias, o que representou variações mensais de +1,7%, -0,1% e +3,6%  e variações homólogas de +9,3%, +10,7% e +7,6%, respetivamente.

O valor médio de avaliação bancária do total do País registou um aumento de 0,5% face a novembro último, fixando-se em 1 150 euros/m2. A variação homóloga foi de +4,5%. Os valores mais elevados foram observados no Algarve (1 451 euros/m2), na Área Metropolitana de Lisboa (1 392 euros/m2), surgindo na 3.ª posição, a RAM.

Aval bancario PT

Análise comparativa anual evidencia valorizações

Com os dados para o conjunto do ano de 2017 disponíveis, observa-se que, na Região, a média anual do valor de avaliação bancária de habitação atingiu os 1 253 euros/m2, +5,1% que em 2016. Prolonga-se assim a tendência de subida iniciada em 2015, mantendo-se contudo a média anual do valor de avaliação bancária de habitação ainda longe do máximo de 2010 (1 425 euros/m2).

Por natureza  dos alojamentos, assinala-se subidas em  termos  relativos de 5,8% nos  apartamentos e  de 4,4%  nas moradias. Em 2017, as médias atingiram, os 1 269 euros/m2 no caso dos apartamentos e os 1 235 euros/m2 nas moradias.

A nível nacional, as variações foram de +5,0% para o total de habitação, de +5,3% nos apartamentos e de +4,9% nas moradias.