No 3.º trimestre de 2016

Introdução no consumo dos principais combustíveis cresceu 2,6% face ao período homólogo

Segundo os dados fornecidos pela Alfândega do Funchal, no 3.º trimestre de 2016, na RAM, a introdução no consumo dos principais combustíveis (gasóleo e gasolina) superou os 35,9 milhões de litros, valor superior ao do mesmo período do ano precedente em 2,6%. No trimestre em análise foram introduzidos 24,8 milhões de litros de gasóleo, +2,8% do que no período homólogo. No que se refere às gasolinas, observou-se que entre julho e setembro de 2016, as quantidades introduzidas de gasolina de 95 e de 98 octanas foram de 9,0 e 2,1 milhões de litros, tendo crescido 0,6% e 9,8%, respetivamente, face ao mesmo período do ano anterior.

No caso do gás propano e butano, a introdução no consumo no período em referência rondou as 3,1 e 1,7 mil toneladas, respetivamente, traduzindo pela mesma ordem, um aumento de 2,8% e de 2,9%, em comparação com o mesmo período do ano transato. Já no gás natural, a quantidade introduzida foi de 5,5 mil toneladas, -15,5% que no período homólogo.

Em termos acumulados, nos primeiros nove meses de 2016, a introdução no consumo dos principais combustíveis (gasóleo e gasolina) rondou os 103,4 milhões de litros, valor superior ao do período homólogo em 3,4%. A procura de gasóleo rodoviário foi de 72,2 milhões de litros (+3,6% face ao mesmo período de 2015). Nas gasolinas observaram-se incrementos quer na de 95 octanas (+1,5%) quer na de 98 octanas (+9,5%), contabilizando-se nos meses de janeiro a setembro de 2016 introduções no consumo de 25,5 e 5,8 milhões de litros, respetivamente.

Média dos preços no 3.º trimestre de 2016 foi mais baixa em comparação com o período homólogo, mas mais elevada que no trimestre transato

No 3.º trimestre de 2016, o preço médio do gasóleo rodoviário fixou-se em 1,123€, tendo diminuído 2,8 cêntimos face ao período homólogo e aumentado 1,9 cêntimos em relação ao trimestre anterior.

No caso da gasolina de 95 octanas, o preço médio foi de 1,389€, inferior em 14,7 cêntimos ao verificado no período correspondente do ano precedente, observando-se uma subida de 1,0 cêntimos face ao observado no 2.º trimestre de 2016.

 combustiveis3T2016PT