No 1.º trimestre de 2017

Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,6% face ao trimestre homólogo 

No 1.º trimestre de 2017, o Índice de Custo do Trabalho (ajustado de dias úteis) registou um acréscimo de 5,6% em relação ao mesmo período de 2016 (-1,3% no trimestre anterior).

A variação deste Índice resultou do efeito conjugado das variações ocorridas nas suas duas principais componentes:

Os custos salariais incluem o salário base, prémios e subsídios regulares, prémios e subsídios irregulares (subsídio de férias, subsídio de Natal; prémios de fim do ano/distribuição de lucros; outros prémios e subsídios pagos com caráter irregular), pagamento por trabalho extraordinário e pagamento em géneros. 

Os outros custos incluem indemnizações por despedimento, encargos legais a cargo da entidade patronal (contribuição patronal para a Segurança Social; seguro de acidentes de trabalho e doenças profissionais), encargos convencionais, contratuais e facultativos (prestação complementar de reforma/invalidez; seguro de saúde; seguro de vida/acidentes pessoais; prestações sociais pagas diretamente ao/à trabalhador/a em caso de ausência por doença).

A nível nacional, o valor daquele índice registou um acréscimo homólogo de 4,0%: 3,8% na componente dos custos salariais e 4,5% nos outros custos.

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