Em novembro de 2016

Dormidas e proveitos totais na hotelaria madeirense cresceram 11,1% e 14,3%, respetivamente, em termos homólogos

As primeiras estimativas para o mês de novembro de 2016 apontam para um crescimento nos principais indicadores da hotelaria, com aumentos homólogos de 11,1% nas dormidas e de 14,3% tanto nos proveitos totais como nos proveitos de aposento. A nível nacional, pela mesma ordem, os incrementos observados nestas variáveis foram de 14,7%, 23,6% e 26,2%.

O total de dormidas na RAM no mês em referência rondou os 501,5 milhares, enquanto os proveitos totais e de aposento ascenderam aos 23,9 e 14,8 milhões de euros, respetivamente. Os valores observados nestes três indicadores constituem máximos históricos para novembro, sendo que no caso das dormidas foi a primeira vez que se ultrapassou a marca das 500 mil neste mês.

Nos mercados tradicionais, assinala-se o crescimento das dormidas de turistas alemães e britânicos (variações de +13,1% e +9,6% face a novembro de 2015, respetivamente), enquanto o mercado francês registou uma redução de 5,9%. O mercado nacional também contribuiu para o aumento verificado nas dormidas da RAM (+14,7%).

Analisando os primeiros onze meses de 2016, conclui-se que as dormidas cresceram 9,7% na R. A. Madeira, enquanto os proveitos totais registaram um incremento de 16,5% e os de aposento de 17,5%, comparativamente ao período homólogo. Em termos acumulados, os valores observados nestes três indicadores já superaram os valores anuais de 2015. Aliás, no que se refere aos proveitos, o acumulado até outubro de 2016 já era superior aos valores globais de 2015, quer para os proveitos totais quer para os de aposento.

A taxa líquida de ocupação-cama (TLOC) no mês em referência fixou-se em 61,0%, 5,3 pontos percentuais acima do observado em novembro de 2015, mantendo-se como a mais elevada entre as regiões NUTSII portuguesas.

Há a salientar ainda o acréscimo homólogo do rendimento médio por quarto (RevPAR) em 12,8%, para 37,19€.