[NOTA PRÉVIA: Como já foi referido nas divulgações anteriores, para o ano de referência de 2015 são introduzidas melhorias no processo de produção e divulgação, resultando na alteração da política de revisões, com a antecipação da publicação dos resultados mensais provisórios - que têm implícitos uma taxa de resposta próxima de 100% - para cerca de 75 dias após o final do período de referência. Tal como até agora, os resultados preliminares do mês n são disponibilizados no mês n+2 (45 dias), enquanto os resultados anuais são disponibilizados 7 meses após o fim do período de referência. O INE apresenta os dados nacionais ainda com a metodologia anterior (julho e agosto ambos no estado preliminar), pelo que poderão ser detetadas pequenas diferenças no acumulado do ano entre os dados da DREM e do INE. Note-se ainda que os dados de junho foram alvo de uma ligeira revisão repercutida na informação divulgada pela DREM (publicação e quadros)]

Em agosto de 2015

Hotelaria madeirense registou novos máximos históricos nas principais variáveis

As primeiras estimativas para o mês de agosto de 2015 apontam para um crescimento positivo nos principais indicadores da hotelaria, com aumentos homólogos de 1,1% nas dormidas, 4,4% nos proveitos totais e 6,2% nos proveitos de aposento. A nível nacional, pela mesma ordem, os crescimentos observados nestas variáveis foram de 2,5%, 10,0% e 10,8%.

O total de dormidas na RAM no mês em referência rondou os 765,2 milhares - um  novo máximo histórico mensal - à semelhança do que sucede com os proveitos totais e de aposento (37,2 e 24,5 milhões de euros, respetivamente).

Nos mercados tradicionais, assinala-se o crescimento das dormidas de turistas alemães e britânicos (variações de +8,7% e +7,9% face a agosto de 2014, respetivamente), enquanto os mercados nacional e francês registaram reduções de 16,8% e 1,7%, respetivamente.

Analisando os primeiros oito meses de 2015, conclui-se que as dormidas cresceram 5,1% na R. A. Madeira, enquanto os proveitos totais e de aposento registaram incrementos de 8,4% e 10,6%, respetivamente, em comparação com o período homólogo.

A taxa líquida de ocupação-cama (TLOC) no mês em referência fixou-se em 83,6%, 2,4 pontos percentuais acima do observado em agosto de 2014, sendo a mais elevada entre as regiões NUTS II portuguesas. É necessário recuar a agosto de 1991 para encontrar uma TLOC superior (89,1%).

Há a salientar ainda o acréscimo homólogo do rendimento médio por quarto (RevPAR) em 7,0%, para 56,33€, valor que é também um máximo histórico.