[NOTA PRÉVIA: Como já foi referido na divulgação anterior, para o ano de referência de 2015 são introduzidas melhorias no processo de produção e divulgação, resultando na alteração da política de revisões, com a antecipação da publicação dos resultados mensais provisórios - que têm implícitos uma taxa de resposta próxima de 100% - para cerca de 75 dias após o final do período de referência. Tal como até agora, os resultados preliminares do mês n são disponibilizados no mês n+2 (45 dias), enquanto os resultados anuais são disponibilizados 7 meses após o fim do período de referência. O INE apresenta os dados nacionais ainda com a metodologia anterior (dezembro e janeiro ambos no estado preliminar), pelo que poderão ser detetadas pequenas diferenças no acumulado do ano entre os dados da DREM e do INE. Note-se ainda que os dados de novembro foram alvo de uma ligeira revisão repercutida na informação divulgada pela DREM (publicação e quadros)]

Em janeiro de 2016

Dormidas e proveitos totais na hotelaria madeirense registaram crescimento homólogo de dois dígitos, superior à média nacional

As primeiras estimativas para o mês de janeiro de 2016 apontam para acréscimos nos principais indicadores da hotelaria madeirense, com variações homólogas de +10,8% nas dormidas, +14,8% nos proveitos totais e +19,0% nos proveitos de aposento. A nível nacional, pela mesma ordem, os crescimentos observados nestas variáveis foram de 10,7%, 13,0% e 15,1%.

O total de dormidas na RAM no mês em referência rondou os 421,3 milhares - um  novo máximo histórico para o mês de janeiro - à semelhança do que sucede com os proveitos totais e de aposento (19,6 e 12,9 milhões de euros, respetivamente).

O mercado nacional contribuiu fortemente para o aumento verificado nas dormidas da RAM (+23,6%), embora o mercado internacional também tenha crescido (+9,6%). Realça-se neste último, o acréscimo verificado nas dormidas de britânicos (+24,8%).

A taxa de ocupação-cama no mês em referência fixou-se em 50,9%, 5,0 pontos percentuais acima do observado em janeiro de 2015, mantendo-se a taxa de ocupação-cama da RAM como a mais elevada entre as regiões NUTSII portuguesas.

Há a salientar ainda o acréscimo homólogo do rendimento médio por quarto (RevPAR) em 17,7%, para 31,92€.