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Em 2016

Gasto médio diário dos turistas estrangeiros que visitaram a Região Autónoma da Madeira foi de 123,94€

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) apresenta hoje os resultados do Inquérito ao Turismo Internacional (ITI), uma operação estatística desenvolvida e suportada financeiramente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) com a colaboração e assistência financeira do Turismo de Portugal, e que decorreu entre julho de 2015 e dezembro de 2016. O ITI teve objetivos mais alargados face ao anterior Inquérito aos Gastos Turísticos Internacionais (IGTI) de 2013, fruto da realização de entrevistas na fronteira marítima e da inclusão de questões que permitiram a caraterização demográfica dos visitantes e respetiva avaliação da viagem. A informação para a RAM assenta em 13 407 entrevistas validadas, 9 987 das quais referentes a turistas e 3 420 a excursionistas, sendo que na Região os visitantes foram inquiridos no aeroporto da Madeira e no porto do Funchal. De ressalvar que uma fração das 13 407 entrevistas foi realizada noutras fronteiras portuguesas, pois parte dos turistas que visita a RAM sai do país, por exemplo, pelos aeroportos de Lisboa e Porto.

De sublinhar ainda que no caso da Região Autónoma da Madeira, os dados apresentados incidem apenas sobre os residentes no estrangeiro.

Caraterização demográfica dos visitantes

De acordo com os resultados do ITI, estimou-se em 2016 a entrada na Região de 1,5 milhões de visitantes (não residentes em Portugal), sendo 66,5% turistas e 33,5% excursionistas.

Das entradas de turistas (não residentes em Portugal) 63,2% visitaram a Madeira pela primeira vez. A repetição da visita foi particularmente notória nos turistas de ascendência portuguesa: Venezuela (96,0%) e Angola (56,8%).

Os visitantes (não residentes) em deslocação à R. A. Madeira são maioritariamente pessoas “empregadas”, com o ensino superior e com uma média de idades de 51 anos.

A principal motivação dos inquiridos, para a realização da viagem, foi o “lazer, recreio e férias”, segundo referem 92,2% dos visitantes, seguido da “visita a familiares ou amigos” (6,5%). Apenas 1,0% dos indivíduos visitaram a Região por “motivos profissionais ou de negócios” e 0,4% por “outros motivos pessoais”.

Do total de turistas não residentes, 82,1% optaram por se hospedar em alojamento coletivo pago, 14,5% ficaram em alojamento privado gratuito e residências secundárias e apenas 3,4% preferiram o alojamento privado pago.

Avaliação da viagem

Numa escala de 10 valores, a avaliação global da viagem registou um nível de satisfação de 9, tanto nos turistas como nos excursionistas.

Gasto médio dos visitantes internacionais

Em 2016, o gasto médio diário per capita (GMDpc) dos turistas (não residentes) situou-se nos 123,94€ por dia, valor superior ao apurado em 2013 (116,27€). No 4.º trimestre registou-se o valor mais elevado (129,99€) e no 3.º trimestre (116,75€) o mais baixo. Os turistas do Brasil, da Suíça e dos Estados Unidos da América foram os que evidenciaram os GMDpc mais elevados, de 173,96 euros, 154,58 euros e 153,93 euros, respetivamente. Os valores de gastos médios diários mais baixos foram registados em alguns dos principais mercados europeus, nomeadamente França (106,37€), Itália (114,35€) e Reino Unido (119,11€).

O pacote turístico representou mais de metade dos gastos dos turistas não residentes (50,4%). Com pesos inferiores, seguiram-se os restaurantes, cafés, bares e discotecas (14,5%), o transporte internacional (12,5%) e o alojamento (7,5%).

O gasto médio diário per capita (GMDpc) dos excursionistas (não residentes) da fronteira marítima foi estimado em 62,78€, com o gasto mais elevado a ocorrer no 1.º trimestre (72,79€) e o mais baixo no 4.º trimestre (49,18€) de 2016. Os gastos mais expressivos foram efetuados pelos excursionistas residentes na Itália (76,82€), Estados Unidos da América (67,68€) e Canadá (66,73€).

Os gastos totais dos excursionistas (fronteira marítima), do qual se exclui o transporte internacional e o pacote turístico, foram principalmente direcionados para o transporte local/regional (38,6% do total), artigos pessoais e para o lar (24,9%) e restaurantes/bares/discotecas (21,0%).

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

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MAC14 20

Literacia Estatística

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