Portal de Estatísticas Oficiais                     

Menu

Newsletters

Não perca tempo. Subscreva as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com menos de 10 camas.]

Em setembro de 2026

Dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 1,7% em termos homólogos

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, em setembro de 2026, a entrada de 232,9 mil hóspedes, os quais geraram 1 211,8 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +1,5% e +1,7%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 66,2% do total de dormidas (802,4 mil), registando um crescimento homólogo de 1,7%. Por sua vez, o número de dormidas no alojamento local (31,7% do total) subiu 2,2%, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação (2,1% do total) registou um decréscimo de 5,8%, em termos homólogos.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas no alojamento turístico registaram uma variação homóloga de +0,7%, inferior à observada a nível nacional (+2,0%).

Em setembro, o Norte registou o maior crescimento das dormidas (+6,6%), seguido do Centro e da Grande Lisboa (+2,8% em ambas as regiões). Em sentido contrário, o maior decréscimo foi observado no Oeste e Vale do Tejo (-2,0%). O Algarve (27,5% do total), a Grande Lisboa (22,2%) e o Norte (18,8%) concentraram, em conjunto, 68,5% do total de dormidas.

Nos primeiros nove meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 1 976,0 mil, o que representa um crescimento de 5,3% face ao mesmo período do ano anterior. Também as dormidas registaram um aumento de 2,4% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 10,1 milhões.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, foi de 71,2% no mês em referência, menos 3,9 pontos percentuais (p.p.) do que no mês homólogo (75,1%). Por sua vez, a taxa líquida de ocupação-quarto situou-se em 84,4% (87,2% em setembro de 2025).

Em setembro de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,66 noites, abaixo das 4,68 noites registadas em setembro de 2025. A hotelaria apresentou a estada média mais elevada (4,74 noites), seguida do alojamento local (4,59 noites). O turismo no espaço rural e de habitação registou a permanência média mais baixa, fixando-se em 3,60 noites.

Os 10 principais mercados emissores representaram 82,6% do total das dormidas registadas em setembro de 2026. Neste mês, Portugal constituiu o principal mercado emissor, concentrando 19,2% do total das dormidas (+10,8% face ao mês homólogo). O mercado nacional manteve, assim, a liderança pelo quarto mês consecutivo, posição que também havia ocupado nos meses de junho, julho e agosto de 2025. Seguiram-se a Alemanha (18,0%; -4,3%) e o Reino Unido (16,4%; -0,3%). A França ocupou a quarta posição, com um peso de 7,9% (+7,6%), seguida da Polónia (6,2%; -5,9%) e dos Países Baixos (4,4%; -3,0%).

Em setembro de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento do alojamento turístico, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, registaram crescimentos homólogos de 7,2% e 6,8%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 95,8 milhões de euros e 69,5 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento evidenciaram também crescimentos homólogos de 6,1% e 6,0%, respetivamente.

Em termos acumulados, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações homólogas de +8,6% e +8,1%, respetivamente, totalizando, de janeiro a setembro de 2026, 744,5 milhões de euros e 536,0 milhões de euros, pela mesma ordem.

No mês de setembro de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 121,23 euros no conjunto do alojamento turístico, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, mais 2,7% do que no mês homólogo. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) passou de 135,47 euros, em setembro de 2025, para 143,56 euros, em setembro de 2026 (+6,0% em termos homólogos).

De janeiro a setembro de 2026, no conjunto do alojamento turístico, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, o RevPAR situou-se nos 105,62 euros, representando um aumento de 4,5% face ao mesmo período do ano anterior. Na hotelaria, o RevPAR foi de 114,42 euros, correspondendo a uma subida homóloga de 5,5%. Quanto ao ADR, nos primeiros nove meses de 2026, fixou-se nos 137,24 euros no alojamento turístico (+9,0% em termos homólogos) e nos 143,66 euros na hotelaria (+10,3%).
Alojamento turistico PT


Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Literacia Estatística

formation3

Literacia Estatística

formation3
Go to top