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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2020, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos, proveitos e custos com o pessoal, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local abaixo das 10 camas.]

Em junho de 2020

Sector do alojamento turístico teve apenas 10,4% dos estabelecimentos com movimento de hóspedes

As primeiras estimativas do mês de junho de 2020 mostram o início da retoma da atividade turística no alojamento turístico da RAM, embora ainda com cerca de 89,6% dos estabelecimentos encerrados ou sem movimento de hóspedes. Depois da paragem quase total em abril e maio, a percentagem de estabelecimentos com movimento de hóspedes aumentou face ao mês precedente: 18,8% no turismo no espaço rural, 13,2% na hotelaria e 9,9% no alojamento local.

No mês de junho de 2020, estimou-se um total de 21,0 mil dormidas no alojamento turístico, traduzindo um decréscimo de 97,3% em comparação com o mês homólogo. De sublinhar que excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, as dormidas do alojamento turístico apresentam um decréscimo de 97,7% relativamente a junho de 2019. Os proveitos totais e os de aposento recuaram numa proporção semelhante (98,5% e 98,1%, respetivamente). No país, as dormidas apresentaram uma quebra de 85,2% enquanto os proveitos totais e de aposento observaram, pela mesma ordem, variações negativas de 88,5% e 88,2%.

A hotelaria concentrou 55,3% das dormidas, decrescendo 98,2% em termos homólogos, enquanto o alojamento local registou uma quebra de 93,0%, congregando 35,1% do total de dormidas. Por sua vez, o turismo no espaço rural e de habitação, contemplou apenas 9,6% das dormidas, com uma diminuição de 87,0%.

Nos principais mercados emissores, as variações estimadas de dormidas no mês de junho de 2020 continuam próximas dos -100%, com os mercados britânico e francês a quebrarem ambos 99,7% e o alemão 99,4%. O mercado nacional apresentou uma redução de 85,6% nas dormidas. Em termos acumulados (de janeiro a junho de 2020), o mercado francês foi o que registou a maior queda, com -79,0% de dormidas, seguido do mercado alemão e português, com decréscimos de 62,7% e 58,2%. O mercado britânico apresentou, para o mesmo período, uma quebra de 55,1%.

Em termos acumulados (janeiro a junho), as dormidas no alojamento turístico decresceram 61,8%, enquanto os proveitos totais e de aposento apresentaram diminuições de 64,2% e 64,3%, respetivamente.

O valor da estada média registou uma quebra relativamente ao mês anterior (4,78 noites), não ultrapassando as 3,00 noites.

A taxa de ocupação-cama do alojamento turístico no mês em referência fixou-se em 13,6%, 52,3 pontos percentuais abaixo do observado no mês homólogo. Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 14,9%.

Neste contexto pandémico, continuam-se a observar valores significativamente baixos no RevPAR, que mede o proveito obtido por quarto disponível, atingindo em junho de 2020 os 8,13 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), -83,4% que no mesmo mês do ano precedente. A hotelaria evidenciou um decréscimo de 82,7%, com um RevPAR de 9,20 euros.

Por sua vez, o proveito por quarto utilizado (ADR) passou de 67,25€ em junho de 2019 para 54,40€ em junho de 2020 (-19,1%).

Diminuição do número de voltas realizadas nos campos de golfe da Região no 1.º semestre de 2020

O inquérito aos campos de golfe revela a realização de 21 878 voltas nos três campos de golfe da RAM entre janeiro e junho de 2020 (-41,4% que no período homólogo), tendo esta atividade gerado cerca de 823,7 mil euros de receitas, -45,2% que no 1.º semestre de 2019. 72,2% das voltas foram realizadas por não sócios, provenientes na sua maioria de Países Nórdicos, Alemanha e Reino Unido. Os estabelecimentos hoteleiros e afins venderam 61,5% das voltas, os operadores turísticos 22,4% e os restantes 16,1% foram transacionados pelos próprios campos de golfe.

Os efeitos da pandemia refletiram-se, também, neste segmento, sendo importante realçar que entre 17 de março e 30 de abril os  três campos de golfe estiveram fechados, com a reabertura a ocorrer apenas em maio de 2020.

2.º trimestre de 2020 sem movimento de navios de cruzeiro nos portos da RAM

A pandemia afetou fortemente o negócio do turismo de cruzeiros, sendo que os portos da Região não receberam nenhum navio de cruzeiro no 2.º trimestre de 2020. De acordo com os dados fornecidos pela Administração dos Portos da RAM, em termos acumulados até junho assistiu-se a uma quebra homóloga de 31,3% de passageiros em trânsito. O número de escalas no 2.º semestre de 2020 diminuiu 26,1%, correspondendo a menos 83 escalas que no mesmo período de 2019.

Infografia Turismo

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

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Literacia Estatística

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