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No triénio 2023-2025

Esperança de vida à nascença na Região foi estimada em 80,06 anos 

O Instituto Nacional de Estatística divulgou hoje as tábuas de mortalidade por região NUTS II, para o triénio 2023-2025.

No triénio 2023-2025, a esperança de vida à nascença para a população residente na Região foi estimada em 80,06 anos: 76,83 anos para os homens e 82,68 anos para as mulheres, indicando que as mulheres podem esperar viver mais 6 anos do que os homens. Comparativamente ao triénio 2022-2024, a longevidade na Região cresceu 0,49 anos (cerca de 6 meses), sendo que nos homens esse aumento foi de 0,60 anos (7 meses) e nas mulheres de 0,30 anos (4 meses). De notar que as tábuas de mortalidade dos triénios 2020-2022 a 2022-2024 foram revistas na sequência da divulgação, em 22 de junho de 2026, das novas Estimativas de População Residente, de base administrativa.

Para o todo nacional, a esperança de vida à nascença foi estimada em 81,85 anos (mais 1,79 anos se comparada com a estimada para a Região), tendo crescido 0,28 anos (3 meses) face ao triénio precedente. Os resultados indicam ainda que, no País, as mulheres podem esperar viver 84,26 anos e os homens 79,22 anos. No Norte verifica-se a maior longevidade (82,31 anos), contrastando com a Região Autónoma dos Açores cuja esperança de vida à nascença é a mais baixa do País (78,69 anos).

Na Região, a esperança de vida aos 65 anos atingiu, no triénio 2023-2025, 18,78 anos. Os homens com 65 anos poderão esperar viver em média mais 16,90 anos e as mulheres mais 20,20 anos, sendo a diferença destas idades igual a 3,30 anos.

A esperança de vida aos 65 anos em Portugal atingiu 20,19 anos para o total da população (mais 1,41 anos do que na RAM): 18,49 anos para os homens e 21,55 anos para as mulheres. É no Norte que se verifica a maior longevidade aos 65 anos (20,49 anos) e na Região Autónoma dos Açores a menor (18,47 anos).

A partir da função de sobrevivência da tábua completa de mortalidade para a Região, por sexo, para o triénio 2023-2025, verifica-se que as mulheres sobrevivem em maior número a idades mais elevadas, relativamente aos homens. Por exemplo, estima-se que 83,5% dos nados-vivos do sexo masculino e 93,0% dos nados-vivos do sexo feminino sobrevivam à idade de 65 anos, se sujeitos ao longo das suas vidas às probabilidades específicas de óbito por idades observadas no período 2023-2025.

Esperanca vida PT

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

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