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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com menos de 10 camas.]

Em setembro de 2026

Dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 1,7% em termos homólogos

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, em setembro de 2026, a entrada de 232,9 mil hóspedes, os quais geraram 1 211,8 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +1,5% e +1,7%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 66,2% do total de dormidas (802,4 mil), registando um crescimento homólogo de 1,7%. Por sua vez, o número de dormidas no alojamento local (31,7% do total) subiu 2,2%, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação (2,1% do total) registou um decréscimo de 5,8%, em termos homólogos.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas no alojamento turístico registaram uma variação homóloga de +0,7%, inferior à observada a nível nacional (+2,0%).

Em setembro, o Norte registou o maior crescimento das dormidas (+6,6%), seguido do Centro e da Grande Lisboa (+2,8% em ambas as regiões). Em sentido contrário, o maior decréscimo foi observado no Oeste e Vale do Tejo (-2,0%). O Algarve (27,5% do total), a Grande Lisboa (22,2%) e o Norte (18,8%) concentraram, em conjunto, 68,5% do total de dormidas.

Nos primeiros nove meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 1 976,0 mil, o que representa um crescimento de 5,3% face ao mesmo período do ano anterior. Também as dormidas registaram um aumento de 2,4% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 10,1 milhões.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, foi de 71,2% no mês em referência, menos 3,9 pontos percentuais (p.p.) do que no mês homólogo (75,1%). Por sua vez, a taxa líquida de ocupação-quarto situou-se em 84,4% (87,2% em setembro de 2025).

Em setembro de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,66 noites, abaixo das 4,68 noites registadas em setembro de 2025. A hotelaria apresentou a estada média mais elevada (4,74 noites), seguida do alojamento local (4,59 noites). O turismo no espaço rural e de habitação registou a permanência média mais baixa, fixando-se em 3,60 noites.

Os 10 principais mercados emissores representaram 82,6% do total das dormidas registadas em setembro de 2026. Neste mês, Portugal constituiu o principal mercado emissor, concentrando 19,2% do total das dormidas (+10,8% face ao mês homólogo). O mercado nacional manteve, assim, a liderança pelo quarto mês consecutivo, posição que também havia ocupado nos meses de junho, julho e agosto de 2025. Seguiram-se a Alemanha (18,0%; -4,3%) e o Reino Unido (16,4%; -0,3%). A França ocupou a quarta posição, com um peso de 7,9% (+7,6%), seguida da Polónia (6,2%; -5,9%) e dos Países Baixos (4,4%; -3,0%).

Em setembro de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento do alojamento turístico, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, registaram crescimentos homólogos de 7,2% e 6,8%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 95,8 milhões de euros e 69,5 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento evidenciaram também crescimentos homólogos de 6,1% e 6,0%, respetivamente.

Em termos acumulados, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações homólogas de +8,6% e +8,1%, respetivamente, totalizando, de janeiro a setembro de 2026, 744,5 milhões de euros e 536,0 milhões de euros, pela mesma ordem.

No mês de setembro de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 121,23 euros no conjunto do alojamento turístico, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, mais 2,7% do que no mês homólogo. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) passou de 135,47 euros, em setembro de 2025, para 143,56 euros, em setembro de 2026 (+6,0% em termos homólogos).

De janeiro a setembro de 2026, no conjunto do alojamento turístico, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, o RevPAR situou-se nos 105,62 euros, representando um aumento de 4,5% face ao mesmo período do ano anterior. Na hotelaria, o RevPAR foi de 114,42 euros, correspondendo a uma subida homóloga de 5,5%. Quanto ao ADR, nos primeiros nove meses de 2026, fixou-se nos 137,24 euros no alojamento turístico (+9,0% em termos homólogos) e nos 143,66 euros na hotelaria (+10,3%).
Alojamento turistico PT


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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com menos de 10 camas.]

Em agosto de 2026

Dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 3,3% em termos homólogos

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, em agosto de 2026, a entrada de 254,6 mil hóspedes, os quais geraram 1 399,1 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +5,0% e +3,3%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 65,1% do total de dormidas (910,2 mil), registando um crescimento homólogo de 1,3%. Por sua vez, o número de dormidas no alojamento local (32,9% do total) subiu 8,1%, enquanto o turismo no espaço rural (2,0% do total) desceu 3,5%, em termos homólogos. 

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas no alojamento turístico registaram uma variação homóloga de +0,8%, inferior à observada a nível nacional (+1,7%).

Em agosto, os maiores aumentos das dormidas registaram-se no Norte (+4,5%) e no Alentejo (+2,6%). A RA Açores foi a única região a apresentar um decréscimo (-1,7%). Algarve (30,1% do total), a Grande Lisboa (19,3%) e o Norte (18,2%) concentraram, em conjunto, 67,5% do total de dormidas.

Nos primeiros oito meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 1 743,0 mil, o que representa um crescimento de 5,8% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 2,5% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 8,9 milhões.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 73,5%, menos 3,8 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (77,3%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto situou-se em 83,1% (86,9% em agosto de 2025).

Em agosto de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,90 noites, abaixo das 4,97 noites registadas em agosto de 2025. O alojamento local apresentou a estada média mais elevada (4,97 noites), seguido da hotelaria (4,93 noites). O turismo no espaço rural registou a permanência média mais baixa, fixando-se em 3,65 noites.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representaram 84,8% do total das dormidas registadas em agosto de 2026. Neste mês, Portugal constituiu o principal mercado emissor, concentrando 21,1% do total das dormidas (+10,8% face ao período homólogo). O mercado nacional manteve, assim, a liderança entre os principais mercados emissores pelo terceiro mês consecutivo, posição que também havia ocupado nos meses de junho, julho e agosto de 2025. Seguiram-se a Alemanha (14,9%; -2,9%) e o Reino Unido (13,5%; -2,9%). A França ocupou a quarta posição, com um peso de 11,4% (+5,1%), seguida da Polónia (6,0%; -5,0%) e dos Países Baixos (5,0%; +5,7%).

Em agosto de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 11,6% e 11,5%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 112,0 milhões de euros e 82,1 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento evidenciaram também um crescimento homólogo de 4,6%, em ambos os casos.

Em termos acumulados, na Região, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações de +8,8% e de +8,3%, respetivamente, totalizando, de janeiro a agosto de 2026, 648,6 milhões de euros e 466,4 milhões de euros, pela mesma ordem.

No mês de agosto de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 138,14 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas), mais 6,8% do que no mês homólogo. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 148,81 euros, em agosto de 2025, para 166,24 euros, em agosto de 2026 (+11,7% de variação homóloga).

De janeiro a agosto de 2026, no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas), o RevPAR situou-se nos 103,65 euros, representando um aumento de 4,8% face ao período homólogo. Na hotelaria, o RevPAR foi de 112,24 euros, correspondendo a uma subida homóloga de 5,8%. Quanto ao ADR, nos primeiros oito meses de 2026, os valores foram superiores, fixando-se nos 136,58 euros (+9,6% em relação ao período homólogo) e nos 142,95 euros na hotelaria (+10,9%). Alojamento turistico PT


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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com menos de 10 camas.]

Em julho de 2026

Dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 2,2% em termos homólogos

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, em julho de 2026, a entrada de 247,4 mil hóspedes, os quais geraram 1 342,6 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +0,4% e +2,2%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 64,2% das dormidas (862,2 mil) do total de dormidas, decrescendo 0,7% em termos homólogos. Por sua vez, o número de dormidas no alojamento local (33,8% do total) subiu 8,9%, enquanto o turismo no espaço rural (2,0% do total) desceu 6,4%, em termos homólogos.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, sendo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas no alojamento turístico registaram uma variação homóloga de -0,9%, variação contrária à observada a nível nacional (+2,1%).

Em julho, os maiores aumentos das dormidas registaram-se no Alentejo (+7,7%) e no Norte (+6,3%). Em sentido contrário, as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira apresentaram os maiores decréscimos (-1,2% e -0,9%, respetivamente). O Algarve (30,8% do total), a Grande Lisboa (20,2%) e o Norte (17,4%) concentraram, em conjunto, 68,4% do total de dormidas.

Nos primeiros sete meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 1 486,1 mil, o que representa um crescimento de 5,8% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 2,2% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 7,5 milhões.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 70,5%, menos 4,9 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (75,4%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto situou-se em 81,9% (85,4% em julho de 2025).

Em julho de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,89 noites, acima das 4,81 noites registadas em julho de 2025. O alojamento local apresentou a estada média mais elevada (4,95 noites), seguida da hotelaria (4,91 noites). O turismo no espaço rural registou a permanência média mais baixa, fixando-se em 3,73 noites.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representaram 81,5% do total das dormidas registadas em julho de 2026. Neste mês, Portugal manteve-se como o principal mercado emissor, concentrando 19,1% do total das dormidas (+8,2% face ao período homólogo). Esta liderança já se verificara no mês anterior e durante o verão de 2025 (junho, julho e agosto). Seguiram-se a Alemanha (15,2%; +3,1%) e o Reino Unido (13,9%; -5,9%). A França ocupou a quarta posição, com um peso de 9,0% (+0,8%), seguida da Polónia (6,2%; -6,7%) e dos Países Baixos (5,7%; +11,5%).

Em julho de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 5,8% e 4,5%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 101,8 milhões de euros e 74,0 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram, em ambos os casos, um crescimento homólogo de 4,9%.

Em termos acumulados, na Região, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações homólogas de +7,8% e +7,2%, respetivamente, totalizando 534,6 milhões de euros e 382,9 milhões de euros, pela mesma ordem, no período de janeiro a julho de 2026.

No mês de julho de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 127,05 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), mais 1,7% do que no mês homólogo. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 146,28€, em julho de 2025, para 155,14€, em julho de 2026 (+6,1% de variação homóloga).

De janeiro a julho de 2026, no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas), o RevPAR situou-se em 98,18 euros, representando um aumento homólogo de 4,1%. Na hotelaria, o RevPAR foi de 106,17 euros, correspondendo a um crescimento homólogo de 5,0%. Quanto ao ADR, os valores foram superiores, fixando-se nos 131,32 euros (+8,9%) e 137,21 euros na hotelaria (+10,2%).

Alojamento turistico PT

  Para mais informação aceda a:

[NOTA PRÉVIA: Nesta edição, são disponibilizados os dados do 2.º trimestre de 2026, relativos à Região Autónoma da Madeira (RAM). De notar que se mantém, contudo, por parte da DREM, a divulgação de um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o INE, na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com menos de 10 camas.]

No 2.º trimestre de 2026

Dormidas dos residentes nacionais no alojamento turístico da RAM aumentaram 12,3% em termos homólogos

Síntese

No 2.º trimestre de 2026, o conjunto dos meios de alojamento (alojamento turístico, colónias de férias e pousadas da juventude) da RAM registou a entrada de 721,2 mil hóspedes e cerca de 3,5 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos de 4,9% e de 1,8%, respetivamente, face ao trimestre homólogo.

A estada média na globalidade do alojamento turístico fixou-se em 4,37 noites, no 2.º trimestre de 2026, traduzindo uma diminuição de 3,2% em comparação com o 2.º trimestre de 2025 (4,51 noites). Esta variação ficou a dever-se, sobretudo, à redução registada no mercado estrangeiro, cuja estada média se situou em 4,59 noites (-3,5% face ao trimestre homólogo).

Por sua vez, as colónias de férias e pousadas da juventude registaram 2 660 hóspedes entrados (0,4% do total; -32,8% relativamente ao trimestre homólogo), tendo gerado 8 716 dormidas (0,3%; -22,6%) e uma estada média de 3,11 noites (+12,0% face ao 2.º trimestre de 2025).

Alojamento turístico

O alojamento turístico registou, no 2.º trimestre de 2026, a entrada de 718,6 mil hóspedes, os quais geraram cerca de 3,5 milhões de dormidas, traduzindo variações homólogas positivas de 5,1% e de 1,9%, respetivamente. De sublinhar que, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, as dormidas no alojamento turístico diminuíram 1,8% relativamente ao 2.º trimestre de 2025, variação contrária à registada a nível nacional (+1,2%).

Neste trimestre, o segmento da hotelaria concentrou 64,5% do total de dormidas (cerca de 2,2 milhões), registando um decréscimo homólogo de 1,8%. O alojamento local representava 33,3% do total, tendo aumentado 10,5%, enquanto o turismo no espaço rural, com uma quota de 2,2%, recuou 5,8%. Analisando por categoria dos estabelecimentos, os maiores incrementos foram observados nos apartamentos turísticos (+9,2%) e nos hotéis de 5 estrelas (+8,3%).

No trimestre em referência, a estada média no conjunto do alojamento turístico diminuiu face ao trimestre homólogo (4,52 noites), fixando-se nas 4,37 noites. Os valores mais elevados continuam a ser observados na hotelaria (4,41 noites) e no alojamento local (4,39 noites), enquanto o turismo no espaço rural apresenta a estada mais baixa (3,39 noites). No segmento da hotelaria, destacam-se os hotéis-apartamentos de 5 estrelas, com a estada média mais alta, situando-se nas 5,92 noites, no período de referência (-1,3% face ao 2.º trimestre de 2025), seguida dos aldeamentos turísticos, com 5,54 noites (+0,3% face ao período homólogo).

A RAM registou, no 2.º trimestre de 2026, no conjunto dos mercados externos (residentes no estrangeiro), a entrada de 558,1 mil hóspedes, que originaram mais de 2,8 milhões de dormidas. Estes resultados correspondem a um aumento de 3,2% no número de hóspedes entrados e a um ligeiro decréscimo de 0,2% nas dormidas, face ao mesmo período de 2025.

Neste trimestre, entre as nove regiões NUTS II, a dependência dos mercados externos, medida pela proporção de dormidas de não residentes, foi mais elevada na Grande Lisboa (82,5% do total), seguida da RAM (82,1%) e do Algarve (81,6%). Em contraste, o Centro e o Alentejo apresentaram a menor dependência dos mercados externos (32,6% e 34,6%, respetivamente).

Neste período, entre os cinco principais mercados estrangeiros emissores, destacam-se, em termos de dormidas, os mercados alemão (18,8% do total; +1,4 % face ao mesmo período de 2025), britânico (14,1%; -8,8%), francês (9,7%; +2,3%), polaco (5,8%; -2,5%) e neerlandês (5,7%; +9,5%). Por sua vez, o mercado de residentes em Portugal (18,0% do total) apresentou um crescimento homólogo de 12,3%. Em conjunto, estes seis principais mercados concentraram a grande maioria das dormidas (72,1%) registadas na RAM durante o período em análise.

Ao nível municipal, a Ponta do Sol destacou-se como o município com maior dependência dos mercados externos (residentes no estrangeiro), que representaram 90,1% do total de dormidas registadas no 2.º trimestre de 2026 neste município. Seguiram-se os municípios de Santa Cruz (89,3%), Câmara de Lobos e Machico (ambos com 89,1%). Em sentido contrário, no Porto Santo, o mercado nacional assumiu uma posição predominante, representando 70,5% do total de dormidas, enquanto os mercados externos foram responsáveis por apenas 29,5% do total de dormidas registadas neste município no período em análise.

O município do Funchal destacou-se por concentrar 56,5% do total de dormidas registadas na Região, correspondendo a cerca de 2,0 milhões de dormidas no 2.º trimestre de 2026. Este resultado traduz-se num crescimento homólogo de 0,2%. Neste município, as dormidas de residentes em Portugal aumentaram 8,8% face ao mesmo período de 2025, enquanto as dos residentes no estrangeiro registaram um decréscimo de 1,4%.

Santa Cruz foi o segundo município da RAM com maior volume de dormidas, representando 11,3% do total regional e cerca de 393,3 mil dormidas no 2.º trimestre de 2026. Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, registou um aumento de 0,4%, sustentado pelo crescimento de 0,2% das dormidas de residentes no estrangeiro e de 2,6% das dormidas de residentes em Portugal.

Entre os onze municípios da Região, a Ribeira Brava sobressaiu pelo crescimento de 19,5% nas dormidas registadas no 2.º trimestre de 2026, face ao período homólogo. Este resultado foi impulsionado pelo aumento de 80,6% das dormidas de residentes em Portugal e de 10,4% das dormidas de residentes no estrangeiro.

No trimestre em análise, a taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região foi de 67,5%, correspondendo a um decréscimo de 5,3 pontos percentuais (p.p.) face ao mesmo período de 2025 (72,8%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto situou-se nos 78,9%, valor inferior aos 83,1% registados no 2.º trimestre de 2025. 

De abril a junho de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações homólogas de +6,6% e +6,5%, totalizando 255,2 milhões de euros e 184,1 milhões de euros, respetivamente.

A evolução das dormidas evidencia uma trajetória de abrandamento após um período de forte recuperação da atividade turística. No 1.º trimestre de 2023, registou‑se um crescimento homólogo excecionalmente elevado (+48,3%), refletindo o efeito da retoma do setor. A partir do 2.º trimestre de 2023, observou-se uma progressiva normalização do ritmo de crescimento, com variações homólogas mais moderadas, mas relativamente estáveis, situadas entre 5,7% e 10,0% até ao final de 2024. Em 2025, as taxas de crescimento mantiveram‑se próximas do limite superior deste intervalo nos 2.º e 3.º trimestres (+9,8% e +9,9%, respetivamente). Contudo, a partir do 4.º trimestre de 2025, verificou‑se uma desaceleração da atividade, culminando num crescimento homólogo de 1,9% no 2.º trimestre de 2026.

No 2.º trimestre de 2026, o RevPAR (rendimento médio por quarto disponível) do conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas) fixou-se em 108,47 euros, traduzindo um aumento de 3,2% face ao período homólogo. Este foi o segundo valor mais elevado entre as nove regiões NUTS II, apenas superado pela Grande Lisboa (124,1 euros). No setor da hotelaria, o RevPAR atingiu os 117,03 euros (+4,0% de variação homóloga). Quanto ao ADR (rendimento médio por quarto ocupado), os valores foram mais elevados, totalizando os 137,51 euros no conjunto do alojamento turístico (+8,7% face ao período homólogo) e os 143,73 euros na hotelaria (+9,7%).

Os valores mais elevados do RevPAR e do ADR registaram-se na categoria dos hotéis de 5 estrelas, com 162,78 euros (+1,5% face ao 2.º trimestre de 2025) e 208,30 euros (+8,6%), respetivamente. Na segunda posição, destacam-se as pousadas e quintas da Madeira, com um RevPAR de 151,31 euros (-5,2% face ao 2.º trimestre de 2025) e um ADR de 185,98 euros (-1,9%).

Alojamento turistico novo PT

Voltas realizadas nos campos de golfe da Região aumentaram no 2.º trimestre de 2026

O Inquérito aos Campos de Golfe indica a realização de 19,5 mil voltas nos três campos de golfe da RAM, no período de abril a junho de 2026, traduzindo-se num ligeiro aumento homólogo de 0,8%. Esta atividade gerou cerca de 1,1 milhões de euros de receitas (+5,8% face ao 2.º trimestre de 2025).

Do total de voltas realizadas, 71,3% foram de não sócios (73,7% no 2.º trimestre de 2025). Quanto ao país de residência habitual dos jogadores, 35,3% das voltas foram realizadas por residentes nos Países Nórdicos, 32,2% por residentes em Portugal, 8,9% por residentes no Reino Unido e 8,4% por residentes na Alemanha. 

Passageiros em trânsito nos navios de cruzeiro que visitaram a RAM cresceram no 2.º trimestre de 2026

De acordo com os dados fornecidos pela Administração dos Portos da RAM, no 2.º trimestre de 2026, foram contabilizados 119,1 mil passageiros em trânsito, nos 70 navios de cruzeiro que atracaram nos portos da RAM. Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, realizaram-se mais 4 escalas, tendo o número de passageiros em trânsito aumentado 5,4%.

Para mais informação aceda a:

[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com menos de 10 camas.]

Em junho de 2026
Dormidas no alojamento turístico da Região diminuíram 0,7% em termos homólogos, enquanto os proveitos totais cresceram 5,6% 

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, em junho de 2026, a entrada de 231,2 mil hóspedes, os quais geraram 1 146,2 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +2,6% e -0,7%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 66,1% das dormidas (757,6 mil) do total de dormidas, decrescendo 3,4% em termos homólogos. Por sua vez, o número de dormidas no alojamento local (31,8% do total) subiu 5,8%, enquanto o turismo no espaço rural (2,1% do total) desceu 8,7%, em termos homólogos.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, sendo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas no alojamento turístico registaram uma variação homóloga de -3,3%, variação contrária à observada a nível nacional (+0,7%).

Em junho, os maiores aumentos do número de dormidas registaram-se no Norte (+4,8%), na Grande Lisboa (+2,3%) e no Alentejo (+2,1%). Por sua vez, no Oeste e Vale do Tejo e na RA Madeira observaram-se os maiores decréscimos (-6,6% e -3,3%, respetivamente). Algarve (29,1%), a Grande Lisboa (22,2%) e o Norte (17,9%) concentraram, em conjunto, 69,2% do total de dormidas.

Nos primeiros seis meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 1 237,9 mil, o que representa um crescimento de 6,9% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 2,2% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 6,1 milhões.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 67,3%, menos 7,2 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (74,5%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto situou-se em 78,8% (85,0% em junho de 2025).

Em junho de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico da RAM fixou-se em 4,49 noites, abaixo das 4,59 noites registadas um ano antes. A hotelaria apresentou a estada média mais elevada (4,53 noites), seguida do alojamento local (4,50 noites). O turismo no espaço rural registou a permanência média mais baixa, fixando-se em 3,55 noites.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representaram 83,2% do total das dormidas registadas em junho de 2026. Neste mês, Portugal constituiu o principal mercado emissor, concentrando 20,5% do total das dormidas (+7,6% face ao período homólogo). Trata-se da primeira vez, em 2026, que o mercado nacional assumiu a liderança entre os principais mercados emissores, posição que já havia ocupado nos meses de junho, julho e agosto de 2025. Seguiram-se a Alemanha (17,1%; -6,2%) e o Reino Unido (15,3%; -9,6%). A França ocupou a quarta posição, com um peso de 8,8% no total das dormidas (+6,9%), seguida da Polónia (5,9%; -5,5%) e dos Países Baixos (5,7%; +6,8%).

Em junho de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 5,6% e 5,1%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 86,9 milhões de euros e 61,7 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram igualmente crescimentos homólogos, situando-se em +4,7% e +4,5%, respetivamente.

Em termos acumulados, na Região, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações de +8,4% e de +7,9%, respetivamente, totalizando, de janeiro a junho de 2026, 433,0 milhões de euros e 309,0 milhões de euros, pela mesma ordem.

No mês de junho de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 109,50 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas), mais 2,0% do que no mês homólogo. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) passou de 126,41€, em junho de 2025, para 138,90€, em junho de 2026 (+9,9% de variação homóloga).

De janeiro a junho de 2026, o RevPAR  no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas) situou-se nos 93,14 euros, representando um aumento de 4,7% face ao período homólogo. Na hotelaria, o RevPAR foi de 100,56 euros, correspondendo a uma subida homóloga de 5,5%. Quanto ao ADR, os valores foram superiores, fixando-se nos 126,74 euros (+9,7% em relação ao período homólogo) e nos 132,19 euros na hotelaria (+11,1%). Alojamento turistico PT

 

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