noticias (PT)
Em agosto de 2026, a taxa de juro implícita no crédito à habitação na Região subiu para os 3,246% (Ler mais...)
Em julho de 2026, o número de óbitos aumentou 6,0% relativamente ao mês homólogo enquanto o número de nados-vivos aumentou 8,4% (Ler mais...)
Em junho de 2026, o crescimento da economia regional abrandou pelo segundo mês consecutivo (Ler mais...)
No 1.º semestre de 2026, os edifícios licenciados cresceram face ao período homólogo, enquanto os edifícios concluídos diminuíram (Ler mais...)
DREM divulga a publicação das Estatísticas do Comércio Internacional (Ler mais...)
Em agosto de 2026, a taxa de variação média dos últimos doze meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu para 3,7%, enquanto a taxa de variação homóloga desacelerou para 4,1% (Ler mais...)
Em julho de 2026, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM registou um acréscimo de 2,9% em termos homólogos (Ler mais...)
Em agosto de 2026, todos os indicadores de confiança diminuíram face ao mês anterior (Ler mais...)
No 2.º trimestre de 2026, as sessões efetuadas, número de espetadores e receitas nos cinemas da Região Autónoma da Madeira diminuíram em termos homólogos (Ler mais...)
Em julho de 2026, dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 2,2% em termos homólogos (Ler mais...)
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Em 2022
Despesas em Investigação e Desenvolvimento na RAM cresceram face ao ano anterior, mas num ritmo inferior ao Produto Interno Bruto
Em 2022, na RAM, o peso da despesa em investigação e desenvolvimento (I&D) no Produto Interno Bruto (PIB) foi de 0,40%, menos 0,05 pontos percentuais (p.p.) que em 2021, ano em que este indicador se fixou em 0,45%. A Área Metropolitana de Lisboa (2,01%) e o Norte (1,99%) apresentam-se como as regiões com melhor performance neste indicador. Substancialmente abaixo da média nacional (1,70%), mas relativamente próximas entre si, surgem as regiões da RAM (0,40%), RAA (0,46%) e do Algarve (0,47%). A redução do rácio observada na RAM, resulta do facto de o aumento da despesa em I&D (numerador) ter sido inferior ao acréscimo apurado para o PIB nominal (denominador).
A proporção de pessoal ao serviço (equivalente a tempo integral – ETI) em atividades de I&D na população ativa era, em 2022, na RAM, de 4,5 em cada mil ativos, representando uma ligeira subida em relação ao ano anterior (4,2‰). Por sua vez, o rácio para os investigadores fixou-se nos 0,31%.
Em 2022, na RAM, foram contabilizadas 80 unidades de investigação (+14 que em 2021), que empregavam 597 pessoas (ETI), mais 56 face ao ano anterior. A maior parte destes efetivos concentrava-se nas Empresas (45,7%), seguindo-se o Estado (27,8%), onde está incluída a Administração Pública Regional e a Administração Local, e, por fim, o Ensino Superior (26,5%).
O valor da despesa em I&D rondou, em 2022, os 23,9 milhões de euros, +5,8% que no ano precedente (22,6 milhões de euros). Neste ano, foram as Empresas que lideraram as atividades de I&D na RAM no que se refere à despesa executada, realizando 51,4% da despesa naquela vertente, seguidas do Estado (25,8%) e do Ensino Superior (22,8%). De sublinhar que, desde o início da série e pelo quarto ano consecutivo, as empresas concentram a maior fatia de despesa em I&D, posição antes ocupada pelo Ensino Superior (entre 2003 e 2018).
Em todos os anos da série com dados disponíveis, o Estado tem-se apresentado como o principal financiador da despesa em I&D na RAM, concentrando metade (52,4%) do total em 2022, seguido das empresas com 39,8%. O financiamento do Estado foi de 12,5 milhões de euros, +11,4% que em 2021.
No ano em referência, a área científica ou tecnológica onde foi realizada mais despesa em I&D, na RAM, foi a das ciências naturais, o que sucede pela primeira vez, desde o início da série. Com efeito, em 2022, a despesa realizada em I&D na área das ciências naturais situou-se nos 2,6 milhões de euros (+5,8% que em 2021), seguindo-se as ciências exatas, com 2,5 milhões de euros (+10,4% em relação ao ano transato), e as ciências sociais, humanidades e artes, com 2,4 milhões de euros (-12,3% face a 2021).

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