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DREM divulga um Em Foco dedicado às Estatísticas Demográficas da Região Autónoma da Madeira referentes a 2024

 Dados demografia2024 PT

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) disponibiliza hoje, no seu portal de internet, um Em Foco dedicado às Estatísticas Demográficas da Região Autónoma da Madeira, que apresenta uma análise da situação demográfica na Região em 2024 e da sua evolução desde 2014. Esta publicação sintetiza os principais resultados divulgados ao longo do ano nas diferentes dimensões da Demografia – população residente, natalidade e fecundidade, mortalidade e esperança de vida, bem como casamentos e divórcios.

Inclui-se ainda, nesta edição do Em Foco da Demografia, uma síntese dos resultados mais relevantes do exercício de Projeções da População Residente 2025-2100. Complementarmente, o dashboard da Demografia foi ampliado para integrar estas projeções, permitindo a consulta interativa dos diversos indicadores, não apenas para anos já observados, mas também para anos futuros, decorrentes do exercício de projeções demográficas.

Destacam-se os principais resultados: 

População Residente – População aumentou em 2024

  • Em 2024, a população residente na Região Autónoma da Madeira (RAM) foi estimada em 259 440 pessoas (123 222 homens e 136 218 mulheres), representando um acréscimo da população residente de 2 818 pessoas face a 2023. 
  • A taxa de crescimento efetivo foi positiva, 10,9‰ (10,0‰ em 2023), resultado de uma taxa de crescimento migratório positiva (13,9‰) que se sobrepôs à taxa de crescimento natural negativa (-3,0‰). 
  • A proporção de jovens (menos de 15 anos) voltou a diminuir, representando 11,9% da população total (12,2% em 2023). 
  • A proporção de idosos (65 ou mais anos) manteve a tendência crescente dos últimos anos, atingindo 21,3% da população residente (20,9% em 2023). 
  • Em consequência, o índice de envelhecimento continua a aumentar e sem sinais de abrandamento, fixando-se num máximo de 179 pessoas idosas por cada 100 jovens (172 em 2023). 

Natalidade e Fecundidade – Mais nados-vivos em 2024

  • Em 2024, registaram-se 1 793 nados-vivos, filhos de mães residentes na RAM, mais 46 crianças do que em 2023, o que corresponde a uma taxa bruta de natalidade de 6,9 nados-vivos por mil habitantes (6,8 em 2023).
  • O índice sintético de fecundidade aumentou de 1,22 filhos por mulher em idade fértil (15-49 anos) em 2023 para 1,25 em 2024, continuando abaixo do valor necessário para assegurar a substituição das gerações (2,1 filhos por mulher). 
  • A idade média da mãe ao nascimento de um filho, independentemente da ordem de nascimento, diminuiu de 32,3 anos em 2023 para 31,8 anos em 2024. A idade média ao nascimento do primeiro filho registou uma ligeira descida, passando de 30,5 anos em 2023 para 30,0 anos em 2024.

Mortalidade e Esperança de vida – Número de óbitos diminuiu face a 2023 

  • Em 2024, registaram-se 2 574 óbitos de residentes na RAM, menos 217 óbitos (-7,8%) do que em 2023. A taxa bruta de mortalidade atingiu 10,0‰, valor ligeiramente inferior ao observado em 2023 (10,9‰).
  • Ocorreram 6 óbitos com menos de 1 ano, mais 5 óbitos que no ano anterior. A taxa de mortalidade infantil foi de 3,3 óbitos por mil nados-vivos, aumentando face ao valor registado em 2023 (0,6‰). 
  • No triénio 2022-2024, a esperança de vida à nascença para a população residente na Região foi estimada em 79,26 anos: 75,87 anos para os homens e 82,08 anos para as mulheres.  
  • Os homens com 65 anos poderão esperar viver em média mais 16,19 anos e as mulheres mais 20,14 anos.  

Nupcialidade – Número de casamentos realizados em 2024 aumentou face ao ano anterior

  • Em 2024, realizaram-se 1 225 casamentos, mais 88 casamentos face ao ano transato (+7,7%). 
  • A taxa bruta de nupcialidade situou-se em 4,7 casamentos por mil habitantes (4,5‰ em 2023).
  • Foram celebrados 53 casamentos entre pessoas do mesmo sexo (61 em 2023), 34 entre pessoas do sexo masculino e 19 entre pessoas do sexo feminino. 
  • A idade média ao primeiro casamento aumentou relativamente a 2023, situando-se em 35,9 anos para os homens e 33,7 para as mulheres (35,4 e 33,5 anos, respetivamente, em 2023). 
  • Em 72,4% dos casamentos realizados em 2024 os nubentes já possuíam residência anterior comum. 
  • A proporção de casamentos em que a residência futura dos cônjuges era no estrangeiro baixou para 22,1% (25,0% em 2023).

Divorcialidade – Número de divórcios diminuiu relativamente a 2023

  • Em 2024, foram decretados 454 divórcios, menos 66 do que em 2023 (-12,7%), o que corresponde a uma taxa bruta de divorcialidade de 1,8‰ (2,0‰ em 2023). 
  • Dos divórcios decretados, a grande maioria dizia respeito a divórcios entre pessoas de sexo oposto; apenas se registaram 8 divórcios entre pessoas do mesmo sexo (4 do sexo masculino e 4 do sexo feminino).
  • A idade média ao divórcio era de 48,9 anos para os homens e de 46,2 anos para as mulheres (49,0 anos e 46,6 anos em 2023, respetivamente).
  • Dos divórcios decretados em 2024, 67,8% resultaram de casamentos com duração superior ou igual a 10 anos, enquanto 32,2% decorreram de uniões com menos de 10 anos.

Projeções de população residente, 2025-2100 – De acordo com o cenário central de projeção, em 2100, a população deverá ser reduzida em 52,5%

  • No cenário central de projeção, prevê-se que em 75 anos, a população residente na Região seja reduzida em 52,5%, significando uma perda de cerca de 136,2 mil pessoas (259,4 mil pessoas, em 2024, para 123,3 mil pessoas em 2100).
  • Se houver uma redução dos níveis de fecundidade e uma manutenção de saldos migratórios muito baixos (cenário baixo), a população residente na Região poderá descer para 91,3 mil pessoas em 2100.
  • Num cenário mais otimista, em que considera a hipótese de aumento dos níveis de fecundidade e de saldos migratórios (cenário alto), ainda assim projeta-se um decréscimo da população residente para 158 mil pessoas em 2100.
  • No cenário sem migrações, onde se admite a possibilidade, pouco provável, de inexistência de fluxos migratórios e em que as hipóteses de evolução da fecundidade e da mortalidade são as adotadas no cenário central, seria de esperar, em 2100, uma população residente de cerca de 121,7 mil de pessoas.
  • No cenário central, destaca-se de forma positiva a previsão de aumento do índice sintético de fecundidade de 1,25 em 2024 para 1,36 em 2100.
  • Com efeitos negativos na estrutura populacional da Região, e assumindo que se mantém um decréscimo mais acentuado da população jovem do que da população idosa, projeta-se um agravamento do índice de envelhecimento, que, no cenário central, passará de 179 idosos por cada 100 jovens em 2024 para 442 em 2100, mais que duplicando.


Para mais informação aceda a:

 

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

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Literacia Estatística

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