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DREM divulga Contas Económicas da Agricultura Regionais na base 2021
A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje as Contas Económicas da Agricultura Regionais (CEAREG), agora na base 2021 (que substitui a anterior de 2016), para a Região Autónoma da Madeira (RAM), produzidas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os dados apresentados referem-se ao período 1995-2023, sendo que, para este último ano, têm uma natureza provisória.
A mudança da base 2016 para a base 2021 nas CEAREG assenta em várias alterações, destacando-se o uso de novas fontes de informação, como o Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas/2023, bem como uma nova série de preços e índices de preços agrícolas (base 2020). De notar que nesta base procedeu-se à integração nas CEAREG dos preços regionais dos diversos produtos, situação que na base anterior havia sido efetuado apenas de forma parcial. É por esta razão que, comparativamente à base 2016, a produção agrícola para a RAM foi revista em alta para a generalidade dos anos de 1995 a 2022.
Em 2023, o Valor Acrescentado Bruto agrícola cresceu 16,0% e atingiu 66,0 milhões de euros
Em 2023, a produção do ramo agrícola na RAM fixou-se em 149,8 milhões de euros, crescendo 6,8% em termos nominais face ao ano precedente.
Do total da produção agrícola regional de 2023, 78,5% foi proveniente da componente vegetal e 15,6% da animal, sendo que as restantes parcelas derivaram de serviços agrícolas e atividades secundárias não agrícolas. A nível nacional, o peso da produção vegetal foi bastante inferior (60,0%), embora se tenha revelado também mais preponderante que a parte animal (34,0%).
Desagregando a componente da produção vegetal (cujo total foi de 117,5 milhões de euros) para a RAM, constata-se que as parcelas mais representativas foram as hortícolas frescas (39,3 milhões de euros; -1,9% que em 2022) e os frutos subtropicais (21,8 milhões de euros; +13,4% face a 2022).
A principal fatia da produção animal, que totalizou 23,4 milhões de euros (+13,2% que em 2022), derivou da avicultura (aves de capoeira e produção de ovos), responsável por 64,6% daquele total.
À atividade agrícola está inerente a utilização de uma série de bens e serviços, que constituem os consumos intermédios. Esta variável rondou os 83,8 milhões de euros em 2023, traduzindo um aumento de 0,5% relativamente ao ano anterior. No conjunto das suas componentes, é de destacar o crescimento do valor da energia e lubrificantes em 17,3% entre 2022 e 2023.
A diferença entre a produção agrícola e o consumo intermédio constitui o denominado Valor Acrescentado Bruto (VAB) agrícola. Em 2023, devido ao facto de o valor do consumo intermédio (+0,5%) ter crescido a um ritmo inferior ao da produção (+6,8%), o VAB agrícola registou um aumento de 16,0% em termos nominais, entre 2022 e 2023, fixando-se em 66,0 milhões de euros.
Por fim, a Formação Bruta de Capital Fixo, uma das parcelas do Investimento, ascendeu aos 9,8 milhões de euros, +10,8% que em 2022.

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