noticias (PT)
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No 2.º trimestre de 2026, a taxa de desemprego diminuiu para 3,5%, mantendo-se como a mais baixa do País (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, o número de processos de falência, insolvência e recuperação de empresas entrados nos tribunais judiciais de 1.ª instância da Comarca da Madeira diminuiu em termos trimestrais e aumentou em termos homólogos (Ler mais...)
Em julho de 2026, o indicador de confiança na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e no Comércio aumentou, enquanto nos Serviços houve uma diminuição (Ler mais...)
No 1.º semestre de 2026, o saldo entre o número de constituições e de dissoluções de sociedades diminuiu face ao período homólogo (Ler mais...)
Em junho de 2026, as dormidas no alojamento turístico da Região diminuíram 0,7% em termos homólogos, enquanto os proveitos totais cresceram 5,6% (Ler mais...)
Em 2025, a Região contava com 5,5 médicos por mil habitantes, aproximando-se da média nacional (Ler mais...)
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Em 2024, a taxa de mortalidade por “tumores malignos” foi maior em Santana, Machico e Funchal e mais baixa em Câmara de Lobos, Porto Moniz e Calheta (Ler mais...)
Em junho de 2026, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM registou um ligeiro decréscimo de 0,5% em termos homólogos (Ler mais...)
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Em 2016
Indústria extrativa foi responsável por 0,07% do VAB regional
A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje, pela primeira vez, um estudo sobre a indústria extrativa na RAM, com base em três fontes distintas: as Contas Regionais, o Sistema de Contas Integradas das Empresas e o Inquérito Anual à Produção Industrial (IAPI).
De acordo com a informação mais recente das Contas Regionais, o contributo da indústria extrativa para o Valor Acrescentado Bruto (VAB) da Região foi em 2016 de apenas 0,07%, inferior ao valor nacional, que rondava os 0,31%. No caso da Região Autónoma da Madeira este peso tem vindo a decrescer, tendo-se reduzido em 0,04 pontos percentuais (p.p.) entre 2012 e 2016, tendência semelhante à verificada no conjunto do país, onde essa diminuição rondou, no referido período 0,12 p.p..
Por sua vez, segundo a informação disponível no Sistema de Contas Integradas das Empresas, o número de empresas na indústria extrativa na RAM passou de 27 em 2008 para apenas 15 em 2017. Por sua vez, no mesmo período, o pessoal ao serviço diminuiu 59,4%, passando de 160 indivíduos em 2008 para 65 indivíduos em 2017.
A redução observada quer no número de empresas, quer no pessoal ao serviço das indústrias extrativas está relacionada com o forte recuo da atividade da construção. Com efeito, as indústrias extrativas fornecem matérias-primas importantes não só para a edificação (construção e reconstrução), mas também para a construção de estradas, posicionando-se assim como uma atividade a montante da construção.
De notar que à semelhança do sucedido para o país, a atividade da construção na RAM sofreu efetivamente um forte retrocesso em termos de VAB entre 2008-2015, reduzindo-se em 44,5%.
O Inquérito Anual à Produção Industrial revela que foram extraídas e vendidas 127,2 mil toneladas de areia pelas empresas regionais da indústria extrativa, que geraram 981,3 mil euros de receita. O basalto extraído em 2017 atingiu as 64,9 mil toneladas, enquanto no mesmo ano foram produzidas 90,9 mil toneladas de pedra britada na Região.

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