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Em 2020

Pandemia fez aumentar utilização da internet pelas famílias madeirenses

Segundo os resultados do Inquérito à Utilização de Tecnologias de Informação e da Comunicação pelas Famílias realizado entre abril e agosto de 2020, 88,0% dos agregados familiares da Região Autónoma da Madeira (RAM) tinham acesso à internet (86,0% através de banda larga), traduzindo-se num acréscimo de 1,9 pontos percentuais (p.p.) comparativamente a 2019. Se se recuar ao ano de 2009, este acréscimo é cerca de 20 vezes superior (+38,3 p.p.). A percentagem de agregados familiares na RAM com acesso à internet é superior à observada a nível nacional (84,5%).

A proporção de indivíduos residentes na RAM com idade entre 16 e 74 anos de idade que referiram ter usado a internet nos últimos 12 meses anteriores à entrevista situou-se nos 82,0%, o que reflete um acentuado aumento, de 4,6 p.p., face a 2019 (77,4%). Tendo em conta a utilização mais recente, 80,0% das pessoas daquele grupo etário indicaram ter usado internet nos 3 meses anteriores à entrevista, o que significa um aumento de 3,4 p.p. face a 2019 (76,6%).

Estes acréscimos estão naturalmente associados ao contexto pandémico provocado pelo COVID-19 vivido no período de resposta ao inquérito, que fez intensificar o uso de internet. 

Em 2020, 37,7% dos residentes na RAM dos 16 aos 74 anos recorreram ao comércio eletrónico nos 12 meses anteriores à entrevista (44,5% para Portugal), ou seja, +0,9 p.p. que em 2019. Aquela mesma proporção mas para os 3 meses anteriores à entrevista subiu para 28,6% em 2020 (também +0,9 p.p. que no ano anterior), contudo abaixo do valor nacional que foi de 35,2%.

Entre os utilizadores de internet empregados, 27,7% trabalharam a partir de casa, 25,5% trabalharam a partir de casa devido à COVID-19 e 24,4% encontravam-se em regime de teletrabalho, com recurso às TIC, designadamente com utilização e /ou smartphone. A proporção de pessoas em teletrabalho apurada para a RAM foi inferior em 6,7 p.p. à observada para o conjunto do país (31,1%).

As TIC mais utilizadas em teletrabalho foram o correio eletrónico (98,7%), videoconferência (79,1%), pastas partilhadas em espaço de armazenamento na Internet (61,5%) e rede virtual privada – VPN (54,9%). A ligação remota a computador na empresa apenas foi usada por 42,7% dos empregados em teletrabalho. Pouco mais de 30% usaram web ou extranet (30,7%).

Entre as pessoas que utilizaram internet nos 3 meses anteriores à entrevista, 65,5% indicaram usar algum tipo de equipamento ou sistema cujo funcionamento se encontra conectado com a internet (a chamada internet das coisas). Esta percentagem revelou-se inferior à média nacional em 5 p.p.

Considerando o período de resposta ao inquérito (entre abril e agosto de 2020), os dados aqui apresentados refletem naturalmente o impacto da pandemia  COVID-19 no modo e intensidade do uso de internet por parte das pessoas.


Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

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Literacia Estatística

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