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Segundo os dados do Banco de Portugal para o 1º trimestre de 2013

Decréscimo nos depósitos, empréstimos e devedores; aumento no rácio de crédito vencido

Segundo os dados do Banco de Portugal, no final do 1º trimestre de 2013, o saldo do volume de empréstimos concedidos a sociedades não financeiras era de 5,0 mil milhões de euros, menos 335 milhões de euros que no final de março de 2012. Verifica-se contudo um ligeiro aumento de 0,2% comparativamente ao trimestre anterior. Por sua vez, o rácio de crédito vencido das sociedades não financeiras atingiu um máximo de 13,6% no final do 1º trimestre de 2013, constatando-se um diferencial face ao valor Nacional na ordem dos 2,6 p.p.. Comparativamente ao último trimestre de 2012 este diferencial reduziu-se em 0,1 p.p..

No sector das famílias assistiu-se igualmente a uma redução do volume de empréstimos concedidos em termos homólogos, de 257 milhões de euros (-6,9%). Quando comparamos o 1º trimestre de 2013 com o último do ano anterior observamos  que a queda foi mais ligeira (-1,7%). O rácio de crédito vencido neste sector institucional também se mantém com tendência crescente, atingindo (tal como acontece com as sociedades não financeiras) um máximo histórico de 4,5%. Esta percentagem é superior em 0,2 p.p. à registada em março de 2012 e em 0,1 p.p. se comparada com o trimestre anterior. O fenómeno do crédito mal parado é mais acentuado no crédito para consumo e outros fins (14,8%) do que no segmento da habitação (2,2%), embora se deva referir que 81,5% do volume de empréstimos às famílias se destina à compra de habitação.

Comparativamente ao país, o rácio de crédito vencido no segmento de habitação é inferior na RAM em 0,1 p.p, mas superior no “consumo e outros fins” em 2,6 p.p..

Quanto ao número de devedores do sector institucional famílias, a tendência é de decréscimo em ambos os tipos de crédito (habitação e consumo). No 1º trimestre de 2013 estavam contabilizados mais de 51 mil devedores com crédito à habitação e perto de 90 mil com crédito para consumo e outros fins.

Por sua vez, os depósitos e equiparados nos estabelecimentos bancários regionais atingiam, no final de março de 2013, um volume de 5,7 mil milhões de euros.

Este valor é inferior em cerca de 42,3% ao observado no 1º trimestre de 2012, facto que se explica com a redução dos benefícios fiscais no funcionamento da praça financeira da Região, que levou a que os depósitos colocados por esta via passassem de 4,8 mil milhões de euros no final de 2011, para 453 milhões de euros em 2012.

As poupanças dos particulares (incluindo emigrantes) também registaram uma queda homóloga de 8,1% e de 2,1% face ao trimestre anterior. O volume de poupanças deste grupo atingia os 3,9 mil milhões de euros no final de março de 2013.

 

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