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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2021, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos, proveitos e custos com o pessoal, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local abaixo das 10 camas.]

Em julho de 2021

Dormidas do mercado nacional apresentaram máximo histórico daquele mês

As estimativas referentes a julho de 2021 revelam que 67,0% dos estabelecimentos do alojamento turístico da RAM registaram movimento de hóspedes (80,8% da capacidade do alojamento turístico total) neste mês. Analisando por segmento, verifica-se que o turismo no espaço rural foi o que apresentou a maior percentagem de estabelecimentos do seu segmento com movimento de hóspedes (81,3%), seguido da hotelaria com 79,1% e do alojamento local com 65,6%.

No mês de julho de 2021, estimou-se um total de 606,2 mil dormidas no alojamento turístico, traduzindo um acréscimo bastante expressivo de 419,3% em comparação com o mês homólogo (no qual o movimento de hóspedes ainda era extremamente baixo devido às medidas restritivas de controlo da pandemia). Apesar deste aumento, o número de dormidas em julho de 2021 ainda está abaixo dos valores apurados em julho de 2019 (829,1 mil dormidas). De sublinhar que excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, as dormidas do alojamento turístico apresentaram um acréscimo de 470,5% relativamente a julho de 2020, superior ao observado no país, que foi de 71,9%. Os proveitos totais e os de aposento também apresentaram crescimentos bastante expressivos em julho de 2021, de 579,0% e 597,1%, respetivamente. No país, no mês em referência, os proveitos totais e de aposento observaram variações positivas de 87,0% e 81,0%, respetivamente.

A hotelaria concentrou 80,3% das dormidas, crescendo 524,0% em termos homólogos. Destaca-se o facto, de que no mês de julho do ano anterior, este segmento manteve 37,1% dos estabelecimentos abertos, originando apenas 78,0 mil dormidas. Por sua vez, o alojamento local registou um aumento de 220,9%, congregando 17,4% do total de dormidas, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação, reuniu apenas 2,3% das dormidas, correspondendo a um acréscimo de 137,0%.

De janeiro a julho de 2021, as dormidas no total do alojamento turístico na Região registaram um decréscimo de 1,1% comparativamente ao período homólogo, rondando os 1,6 milhões, enquanto os proveitos totais e de aposento apresentaram aumentos de 9,7% e 11,4%, respetivamente.

Analisando os principais mercados emissores, verificaram-se aumentos bastante significativos comparativamente ao período homólogo. O mercado britânico registou um crescimento de 3 631,3%, seguido do mercado francês (+710,1%). Já o mercado alemão, contrariou essa tendência, com uma quebra de 16,0%. O mercado nacional registou, comparativamente a julho de 2020, +225,7% de dormidas em 2021. Em termos acumulados (de janeiro a julho de 2021), o mercado alemão registou a maior quebra, com -55,9% de dormidas, seguido do mercado britânico com um decréscimo de 42,4%. Os mercado português e francês apresentaram, ao contrário dos outros mercados e para o mesmo período, crescimentos de 134,3% e de 31,0% relativamente ao período homólogo, respetivamente.

Comparando o período de referência com julho de 2019, a atividade no alojamento turístico ainda apresenta relativamente ao número de dormidas um decréscimo de 26,9%, com o mercado alemão a registar a quebra mais acentuada, de -85,3%, seguido do francês com -46,5% e do britânico com -26,1%. O mercado nacional manteve a variação positiva que se verificou no mês de junho, superando, também, os valores de julho de 2019 (+58,9%). Com efeito o número de dormidas do mercado português em julho de 2021 constituiu um máximo histórico.

O valor da estada média no mês de julho registou um aumento relativamente ao mesmo mês do ano anterior (3,98 noites), fixando-se nas 4,74 noites.

A taxa de ocupação-cama do alojamento turístico no mês em referência rondou os 56,6%, 42,7 pontos percentuais (p.p) acima do observado no mês homólogo. Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 60,5%.

No mês de julho de 2021, o RevPAR fixou-se nos 54,67 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), +411,0% que no mesmo mês do ano precedente e +74,8% que no mês anterior. Se se comparar com os valores de julho de 2019, o valor do RevPar registou um aumento de 4,4% (52,35 euros em julho de 2019), invertendo a tendência dos meses anteriores.

Por sua vez, o proveito por quarto utilizado (ADR) passou de 71,19€ em julho de 2020 para 90,40€ em julho de 2021 (+27,0%).

Alojamento Turistico Julho PT

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