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DREM divulga indicadores de Educação resultantes do Inquérito ao Emprego de 2021 e atualiza dados do ensino superior para o ano letivo 2020/2021

À semelhança dos anos anteriores, a Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga para a Região Autónoma da Madeira (RAM), no domínio da Educação, alguns indicadores resultantes do Inquérito ao Emprego (IE) bem como dados do ensino superior relativos ao ano letivo 2020/2021.

No âmbito do IE, a revisão retrospetiva de 2011 a 2020 de conciliação com a nova série iniciada no 1.º trimestre de 2021, incidiu somente nas variáveis que concorrem para a classificação perante o trabalho, devido ao facto de se ter deixado de considerar como empregadas as pessoas ocupadas em atividades de agricultura e pesca para autoconsumo e à restrição da população ativa ao grupo etário dos 16 aos 89 anos. Não obstante estas duas alterações não esgotarem o conjunto de modificações introduzidas na nova série do IE, os estudos que o Instituto Nacional de Estatística (INE) realizou permitiram verificar que as outras alterações efetuadas não determinaram perturbações com significado estatístico que justificassem ajustamentos adicionais na série anterior (IE2011) para obter séries retrospetivas consistentes com a nova série. Assim sendo, as estimativas relacionadas com educação e formação da anterior série (e desde que não sejam cruzadas com a condição perante o trabalho) mantêm-se iguais às divulgadas na altura, ou seja, não foram objeto de revisão.

Assim, para além da atualização da informação para o ano de 2021, a DREM disponibiliza hoje as estimativas revistas no âmbito do exercício de reconciliação com a série de 2021, para o período 2011-2020, dos indicadores relativos a “Jovens com idade dos 16 aos 34 anos não empregados que não estão em educação ou formação”.

Taxa de abandono escolar precoce continua a diminuir

Na Região Autónoma da Madeira, a taxa de abandono precoce de educação e formação de 2021 (expressa em média móvel de 3 anos) fixou-se em 10,2%, registando uma redução de 1,0 pontos percentuais (p.p) face ao ano precedente. Esta variável tem diminuído continuamente desde 2013 (primeiro ano da série), ano no qual atingia 28,0%, sendo que em oito anos decresceu 17,8 p.p.. Não obstante a taxa de abandono precoce regional ser superior à nacional, observa-se uma convergência dos valores: enquanto em 2013, essa discrepância era de 7,2 p.p., em 2021 não ultrapassava os 1,7 p.p.. De notar que, em 2021, tal como nos oito anos anteriores, a taxa em questão é maior para os homens (12,6%) do que para as mulheres (7,6%). No entanto, a aproximação entre as duas taxas ao longo do período em análise é evidente, com o diferencial a passar de 16,5 p.p. em 2013 para 5,0 p.p. em 2021.

Indicadores Educacao PT novo 2

Em 2021, a taxa de aprendizagem ao longo da vida fixou-se em 9,0%, mais 1,1 p.p. que em 2020, sendo mais expressiva nas mulheres (9,7%) do que nos homens (8,3%). Esta taxa tem vindo a oscilar no período 2011-2021, atingindo um máximo em 2018 (9,4%), reduzindo-se em 2019 para 8,9%, voltando a cair em 2020 para 7,9%, e aumentando para 9,0% em 2021, conforme atrás referido.  A nível nacional, esta taxa também aumentou 2,9 p.p., mas a mesma mantinha-se acima do valor da RAM em 3,9 p.p., revelando-se um maior afastamento entre a RAM e o país do que no ano precedente (2,1 p.p.).

As taxas de escolaridade do nível de ensino básico e do nível de ensino secundário têm vindo a aumentar entre 2011 e 2021. No primeiro caso, o indicador reflete a proporção da população residente com idade entre 20 e 64 anos com pelo menos o 3.º ciclo do ensino básico completo, no total da população residente do mesmo grupo etário, alcançando no último ano o valor de 70,2% (48,3% em 2011 e 67,4% em 2020). Já a taxa de escolaridade do nível de ensino secundário, que representa a proporção da população residente que concluiu o nível de escolaridade secundário, no total da população residente com idade entre 20 e 64 anos, aumentou de 31,6% em 2011 para 53,8% em 2021 (49,9% em 2020). Considerando apenas o grupo etário 20-24 anos, esta última taxa atingiu na RAM, em 2021, 80,8%.  A nível nacional as taxas de escolaridade, em 2021, eram de 80,1% no caso do ensino básico e de 62,3% para o ensino secundário.

Por sua vez, a taxa de escolaridade do nível de ensino superior da população residente na RAM com idade entre 30 e 34 anos (média móvel de 3 anos) fixava-se em 33,7% em 2021 (41,8% nas mulheres e 26,0% nos homens). Apesar desta percentagem ser ainda inferior à média nacional (39,8%), constitui o valor mais alto desde 2013 (1.º ano da série).

17,5% dos jovens não estavam empregados nem a estudar ou em formação

Depois do mínimo (14,0%) registado em 2019, a percentagem de jovens (16-34 anos) não empregados que não estão em educação nem em formação (NEEF) cresceu 4,3 p.p. em 2020, atingindo os 18,3%. Em 2021, esta percentagem decresceu 0,8 p.p., situando-se em 17,5%. Note-se que a variação deste indicador foi semelhante nos grupos etários 16-24 anos e 25-34 anos. À exceção de 2011, a percentagem de jovens que NEEF foi sempre superior no grupo etário 25-34 anos, situando-se em 2021 em 20,9%, não ultrapassando os 13,7% no grupo 16-24 anos. No ano que terminou, a taxa das mulheres entre 16 e 34 anos que não estão em educação nem em formação (19,2%) foi superior à dos homens (15,8%). À percentagem de NEEF de 17,5% em 2021 equivalem 10,5 mil jovens, dos quais 55,2% estavam inativos (5,8 mil) e 44,8% desempregados (4,7 mil).

A nível nacional, as taxas dos três grupos etários em análise foram sempre inferiores às da Região. Entre 2020 e 2021, assistiu-se também a uma diminuição da referida taxa, passando no grupo etário 16-34 anos de 12,2% em 2020 para 10,7% em 2021 (-1,5 p.p.). Neste último ano, a diferença entre homens e mulheres é pouco expressiva, sendo de 10,8% e 10,6%, respetivamente. Por grupo etário, em 2021, a taxa de jovens que NEEF com idade entre 16 e 24 anos situou-se em 8,4% e no grupo etário entre 25 e 34 anos foi de 12,7%.

Taxa de escolarização no ensino superior fixou-se em 13,4% em 2020/2021

No ano letivo em análise (2020/2021), nos 8 estabelecimentos que ministravam o ensino superior na RAM, contabilizaram-se 3,7 mil alunos (mais 368 alunos que no ano letivo anterior) e 401 docentes (mais 5 face ao ano letivo anterior). Do total de alunos inscritos, 86,8% frequentavam o ensino público e 13,2% o ensino privado.

A taxa de escolarização no ensino superior fixou-se em 13,4% em 2020/2021 (11,8% no ano letivo anterior), constituindo o valor mais alto desde 2003/2004.

De acordo com os dados divulgados (fornecidos pela Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência - DGEEC), no ano letivo de 2020/2021, 8,6 mil alunos com residência na RAM estavam inscritos em estabelecimentos do ensino superior em Portugal. Desde 2015/2016, este indicador tem mantido uma tendência crescente. Do total de alunos inscritos, 41,3% estudavam nos estabelecimentos de ensino da RAM, 27,9% na Área Metropolitana de Lisboa, 13,7% na região Norte, 12,8% na região Centro, 2,7% no Alentejo, 1,1% no Algarve e apenas 0,5% na Região Autónoma dos Açores.

Por tipo de curso/ciclo de estudo, em 2020/2021, é possível constatar que 60,8% dos alunos estavam inscritos em licenciatura 1.º ciclo, 15,4% em mestrado integrado, 12,9% em mestrado 2.º ciclo, 5,7% em curso técnico superior profissional e 2,8% em doutoramento e doutoramento 3.º ciclo. Do total destes alunos, 89,9% estavam inscritos no ensino público e 10,1% inscritos no ensino privado.

 

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