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DREM atualiza série retrospetiva sobre os Acidentes de Trabalho na RAM com os dados de 2016

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje no seu portal a série de dados estatísticos sobre os Acidentes de Trabalho, atualizada com a informação para o ano de 2016. Estes dados foram fornecidos à DREM pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) e pela Direção Regional do Trabalho e da Ação Inspetiva (DRTAI).

Em 2016, ocorreram 3 568 acidentes de trabalho na RAM, dos quais 2 foram mortais. Face a 2015, o número total de acidentes aumentou 2,3% (mais 80 acidentes), verificando-se o mesmo número de acidentes mortais (2). Os sectores do “Alojamento e restauração”, do “Comércio” e da “Construção” foram aqueles com maior concentração de acidentes, representado, em 2016, respetivamente, 17,9%, 15,8% e 13,5% do total de acidentes registados. O número de acidentes de trabalho no sector “Administração Pública e Defesa; Segurança Social Obrigatória” diminuiu 24,0%, representando apenas 7,0% do total.

Por sexo e grupos etários, observa-se que, em 2016, a maioria dos acidentes ocorreu com homens (67,0%) e nas pessoas com 35 e 54 anos de idade (55,2%). Nos grupos profissionais, os “Trabalhadores de limpeza” (362 acidentes) e “Trabalhadores dos serviços pessoais” (337 acidentes) foram os que registaram maior número de sinistrados em 2016. No que respeita ao tipo de local do acidente, a grande maioria ocorreu em “Local de atividade terciária, escritório, entretenimento, diversos” (1 165 acidentes) e em “Zona industrial” (564 acidentes). A origem da maioria dos acidentes foi o “Movimento do corpo sujeito a constrangimento físico”, representando 33,9% dos acidentes.

Os principais acontecimentos geradores diretos da lesão dos sinistrados foram “Constrangimento físico do corpo, constrangimento psíquico” e “Esmagamento em movimento vertical ou horizontal sobre/contra objeto imóvel”, representando, respetivamente, 33,8% e 24,5% dos acidentes totais. Analisando as consequências dos acidentes, constata-se que as “Feridas e lesões superficiais” e as “Deslocações, entorses e distensões” foram as lesões que mais se evidenciaram, representando, em 2016, 42,7% e 34,6%, respetivamente. Mais de metade dos acidentes atingiram as “Extremidades superiores” ou as “Extremidades inferiores” (em 2016, 33,7% e 25,9%, respetivamente).

Relativamente ao número de dias de ausência do trabalho, é de referir que 36,6% dos acidentes não mortais não implicaram qualquer ausência ao trabalho. Entre os restantes, destaca-se o intervalo 7 a 13 dias de ausência que foi a consequência de 14,0% do total de acidentes não mortais. Em 2016, o maior número de dias de trabalho perdidos por motivo de acidente de trabalho ocorreu no sector da “Construção” (17 172 dias, 17,2% do total de dias perdidos).

 GR AcidentesTrabalho2016 PT

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

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