noticias (PT)
Em agosto de 2026, a taxa de juro implícita no crédito à habitação na Região subiu para os 3,246% (Ler mais...)
Em julho de 2026, o número de óbitos aumentou 6,0% relativamente ao mês homólogo enquanto o número de nados-vivos aumentou 8,4% (Ler mais...)
Em junho de 2026, o crescimento da economia regional abrandou pelo segundo mês consecutivo (Ler mais...)
No 1.º semestre de 2026, os edifícios licenciados cresceram face ao período homólogo, enquanto os edifícios concluídos diminuíram (Ler mais...)
DREM divulga a publicação das Estatísticas do Comércio Internacional (Ler mais...)
Em agosto de 2026, a taxa de variação média dos últimos doze meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu para 3,7%, enquanto a taxa de variação homóloga desacelerou para 4,1% (Ler mais...)
Em julho de 2026, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM registou um acréscimo de 2,9% em termos homólogos (Ler mais...)
Em agosto de 2026, todos os indicadores de confiança diminuíram face ao mês anterior (Ler mais...)
No 2.º trimestre de 2026, as sessões efetuadas, número de espetadores e receitas nos cinemas da Região Autónoma da Madeira diminuíram em termos homólogos (Ler mais...)
Em julho de 2026, dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 2,2% em termos homólogos (Ler mais...)
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DREM atualiza série retrospetiva sobre os Acidentes de Trabalho na RAM com os dados de 2016
A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje no seu portal a série de dados estatísticos sobre os Acidentes de Trabalho, atualizada com a informação para o ano de 2016. Estes dados foram fornecidos à DREM pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) e pela Direção Regional do Trabalho e da Ação Inspetiva (DRTAI).
Em 2016, ocorreram 3 568 acidentes de trabalho na RAM, dos quais 2 foram mortais. Face a 2015, o número total de acidentes aumentou 2,3% (mais 80 acidentes), verificando-se o mesmo número de acidentes mortais (2). Os sectores do “Alojamento e restauração”, do “Comércio” e da “Construção” foram aqueles com maior concentração de acidentes, representado, em 2016, respetivamente, 17,9%, 15,8% e 13,5% do total de acidentes registados. O número de acidentes de trabalho no sector “Administração Pública e Defesa; Segurança Social Obrigatória” diminuiu 24,0%, representando apenas 7,0% do total.
Por sexo e grupos etários, observa-se que, em 2016, a maioria dos acidentes ocorreu com homens (67,0%) e nas pessoas com 35 e 54 anos de idade (55,2%). Nos grupos profissionais, os “Trabalhadores de limpeza” (362 acidentes) e “Trabalhadores dos serviços pessoais” (337 acidentes) foram os que registaram maior número de sinistrados em 2016. No que respeita ao tipo de local do acidente, a grande maioria ocorreu em “Local de atividade terciária, escritório, entretenimento, diversos” (1 165 acidentes) e em “Zona industrial” (564 acidentes). A origem da maioria dos acidentes foi o “Movimento do corpo sujeito a constrangimento físico”, representando 33,9% dos acidentes.
Os principais acontecimentos geradores diretos da lesão dos sinistrados foram “Constrangimento físico do corpo, constrangimento psíquico” e “Esmagamento em movimento vertical ou horizontal sobre/contra objeto imóvel”, representando, respetivamente, 33,8% e 24,5% dos acidentes totais. Analisando as consequências dos acidentes, constata-se que as “Feridas e lesões superficiais” e as “Deslocações, entorses e distensões” foram as lesões que mais se evidenciaram, representando, em 2016, 42,7% e 34,6%, respetivamente. Mais de metade dos acidentes atingiram as “Extremidades superiores” ou as “Extremidades inferiores” (em 2016, 33,7% e 25,9%, respetivamente).
Relativamente ao número de dias de ausência do trabalho, é de referir que 36,6% dos acidentes não mortais não implicaram qualquer ausência ao trabalho. Entre os restantes, destaca-se o intervalo 7 a 13 dias de ausência que foi a consequência de 14,0% do total de acidentes não mortais. Em 2016, o maior número de dias de trabalho perdidos por motivo de acidente de trabalho ocorreu no sector da “Construção” (17 172 dias, 17,2% do total de dias perdidos).

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