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DREM assinala Dia do Trabalhador com uma análise aos dados sobre o Mercado de Trabalho regional

No Dia do Trabalhador, a Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) olha para o mercado de trabalho regional ao longo da última década, através de um conjunto de indicadores, obtidos a partir do Inquérito ao Emprego. Além disso, são disponibilizados dados sobre o desemprego registado, com base nos dados disponibilizados pelo Instituto de Emprego da Madeira (IEM).

Destacam-se os seguintes indicadores:

        • Em 2024, a RAM contava com 126,4 mil pessoas empregadas, o que correspondia a uma taxa de emprego de 57,1%. Este foi o maior registo da última década.
        • Ao longo dos últimos dez anos, a taxa de emprego dos homens aumentou 10,6 pontos percentuais (p.p.) enquanto a das mulheres cresceu 8,2 p.p., alcançando, em 2024, 61,3% e 53,4%, respetivamente. A taxa de emprego dos homens manteve-se sempre superior à das mulheres, atingindo o pico em 2023, com uma diferença entre ambas de 10,6 p.p..
        • A população residente com maior nível de escolaridade completo, tende a registar uma maior taxa de emprego. Nos últimos dez anos, cerca de quatro em cada cinco indivíduos residentes com o nível de escolaridade “Ensino Superior” estavam empregados. Em 2024, a taxa de emprego destes indivíduos era de 82,5%, um aumento de 8,5 p.p. face a 2015.
        • Em 2024, 89,4% da população empregada trabalhava por conta de outrem, dos quais 7,5% tinham um contrato a tempo parcial, representando uma redução de 0,9 p.p. face a 2015.
        • O ano de 2019 registou o valor mais elevado da última década de população empregada com atividade secundária, com 6,2 mil pessoas (5,4% da população empregada) a exercerem mais do que um trabalho. Em 2024, estima-se que essa percentagem tenha diminuído para 4,5%.
        • Em 2024, no que se refere à profissão principal, os homens representaram mais de metade da população empregada do grupo “Representantes do poder legislativo e de órgãos executivos, dirigentes, diretores e gestores executivos” (67,3%). Já as mulheres representaram a maior parte dos profissionais empregues em profissões de “Especialistas das atividades intelectuais e científicas” (64,4%).
        • Em linha com os valores históricos da população empregada, em 2024, o número de desempregados não ultrapassava os 7,6 mil, o valor mais baixo da última década. Nesse ano, a taxa de desemprego situou-se, pela primeira vez, abaixo dos 6%, atingindo 5,6% da população ativa. 
        • Em 2024, por cada 100 pessoas empregadas, havia 97,5 inativas, valor significativamente inferior ao registado em 2015, quando essa relação era de 133,6.
        • Os jovens entre os 16 e os 34 anos, que não estavam empregados nem em educação ou formação (NEEF), representavam cerca de 10,9% dos residentes daquele grupo etário, totalizando 5,7 mil pessoas. Na última década, verificou-se uma redução significativa de jovens nestas condições, com uma diminuição de 57,8%.
        • Em 2024, cerca de 31,1% dos indivíduos inscritos para procurar emprego possuíam, no máximo, o “2.º Ciclo do Ensino Básico” como escolaridade completa. A estrutura do desemprego registado manteve, ao longo da última década, esta predominância de indivíduos inscritos com níveis de escolaridade inferiores.

dia trabalhador PT

Para mais informação aceda a:

 

Cooperação Estatística Internacional

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Literacia Estatística

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