noticias (PT)
Em agosto de 2026, a taxa de juro implícita no crédito à habitação na Região subiu para os 3,246% (Ler mais...)
Em julho de 2026, o número de óbitos aumentou 6,0% relativamente ao mês homólogo enquanto o número de nados-vivos aumentou 8,4% (Ler mais...)
Em junho de 2026, o crescimento da economia regional abrandou pelo segundo mês consecutivo (Ler mais...)
No 1.º semestre de 2026, os edifícios licenciados cresceram face ao período homólogo, enquanto os edifícios concluídos diminuíram (Ler mais...)
DREM divulga a publicação das Estatísticas do Comércio Internacional (Ler mais...)
Em agosto de 2026, a taxa de variação média dos últimos doze meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu para 3,7%, enquanto a taxa de variação homóloga desacelerou para 4,1% (Ler mais...)
Em julho de 2026, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM registou um acréscimo de 2,9% em termos homólogos (Ler mais...)
Em agosto de 2026, todos os indicadores de confiança diminuíram face ao mês anterior (Ler mais...)
No 2.º trimestre de 2026, as sessões efetuadas, número de espetadores e receitas nos cinemas da Região Autónoma da Madeira diminuíram em termos homólogos (Ler mais...)
Em julho de 2026, dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 2,2% em termos homólogos (Ler mais...)
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Em 2021
Percentagem da população da RAM que vivia em alojamentos com falta de espaço aumentou mas mantinha-se abaixo da média nacional
A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje um conjunto de indicadores de privação habitacional da população residente na Região Autónoma da Madeira (RAM). Estes dados foram obtidos a partir do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR) realizado em 2021.
Os resultados do ICOR de 2021 indicam que o valor da taxa de sobrelotação da habitação da Região Autónoma da Madeira (RAM) aumentou de 8,2% em 2020 para 9,0% em 2021, mantendo-se abaixo da média nacional (10,6%). Esta taxa corresponde à proporção de pessoas que viviam em alojamentos em que o número de divisões habitáveis (≥ 4 m2) era insuficiente para o número e perfil demográfico dos membros do agregado. Algarve (13,7%), A. M. Lisboa (13,0%), Norte (11,3%) e Região Autónoma dos Açores (11,2%) foram as regiões com os valores mais elevados neste indicador, surgindo o Centro (6,9%) e o Alentejo (7,1%) no polo oposto.

Disponibilizam-se ainda dois indicadores respeitantes à carga das despesas associadas à habitação, que corresponde ao rácio entre as despesas anuais associadas à habitação e o rendimento disponível do agregado, deduzindo as transferências sociais relativas à habitação em ambos os elementos da divisão. Nestas despesas incluem-se as relacionadas, água, eletricidade, gás ou outros combustíveis, condomínio, seguros, saneamento, pequenas reparações, bem como as rendas e os juros relativos ao crédito à habitação principal .
Assim, na carga mediana das despesas em habitação, a RAM surgia em 2021 com um valor de 10,5%, inferior ao observado em 2020 (10,8%) e igual à do País. Os resultados para as 7 regiões NUTSII são muito próximos, variando entre os 10,1% no Centro e os 11,8% no Algarve.
Por sua vez, a taxa de sobrecarga das despesas em habitação, isto é, a percentagem de pessoas que vivem em agregados familiares em que o rácio destas despesas em relação ao rendimento disponível (deduzidas as transferências sociais relativas à habitação) é superior a 40%, fixou-se em 4,7% em 2021, superior ao registado em 2020 (4,4%). A proporção de pessoas afetadas pela sobrecarga das despesas com a habitação em Portugal foi de 5,9% sendo mais elevada na região do Algarve (9,9%) e mais baixa no Alentejo (4,4%).
Para mais informação aceda a:
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Telefone: 291 145 110 (Chamada para a rede fixa nacional)


