noticias (PT)
No 1.º trimestre de 2026, o Índice de Custo do Trabalho na RAM aumentou 5,1% em termos homólogos (Ler mais...)
Em abril de 2026, a taxa de variação média dos últimos doze meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC) manteve-se em 3,2%, mas a taxa de variação homóloga cresceu para 3,7% (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, a produção de ovos e a carne de frango aumentaram relativamente ao período homólogo, enquanto o gado abatido e a pesca diminuíram (Ler mais...)
DREM divulga 40 indicadores sobre a Região Autónoma da Madeira alusivos aos 40 anos de integração europeia (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, a produção de energia elétrica na RAM cresceu 5,3% com forte contributo das fontes renováveis (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, o saldo da Balança Comercial da Região com o estrangeiro foi positivo em 30,2 milhões de euros (Ler mais...)
DREM atualiza Série retrospetiva das Receitas Fiscais com dados para 2025 (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, a taxa de desemprego diminuiu para 4,5%, posicionando-se como a mais baixa do País (Ler mais...)
No 4.º trimestre de 2025, o número de processos de falência, insolvência e recuperação de empresas entrados nos tribunais judiciais de 1.ª instância da Comarca da Madeira aumentou em termos trimestrais e homólogos (Ler mais...)
Em abril de 2026, o indicador de confiança na Indústria Transformadora e nos Serviços aumentou, enquanto na Construção e Obras Públicas e no Comércio houve uma diminuição (Ler mais...)
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Em 2021
Percentagem da população da RAM que vivia em alojamentos com falta de espaço aumentou mas mantinha-se abaixo da média nacional
A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje um conjunto de indicadores de privação habitacional da população residente na Região Autónoma da Madeira (RAM). Estes dados foram obtidos a partir do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR) realizado em 2021.
Os resultados do ICOR de 2021 indicam que o valor da taxa de sobrelotação da habitação da Região Autónoma da Madeira (RAM) aumentou de 8,2% em 2020 para 9,0% em 2021, mantendo-se abaixo da média nacional (10,6%). Esta taxa corresponde à proporção de pessoas que viviam em alojamentos em que o número de divisões habitáveis (≥ 4 m2) era insuficiente para o número e perfil demográfico dos membros do agregado. Algarve (13,7%), A. M. Lisboa (13,0%), Norte (11,3%) e Região Autónoma dos Açores (11,2%) foram as regiões com os valores mais elevados neste indicador, surgindo o Centro (6,9%) e o Alentejo (7,1%) no polo oposto.

Disponibilizam-se ainda dois indicadores respeitantes à carga das despesas associadas à habitação, que corresponde ao rácio entre as despesas anuais associadas à habitação e o rendimento disponível do agregado, deduzindo as transferências sociais relativas à habitação em ambos os elementos da divisão. Nestas despesas incluem-se as relacionadas, água, eletricidade, gás ou outros combustíveis, condomínio, seguros, saneamento, pequenas reparações, bem como as rendas e os juros relativos ao crédito à habitação principal .
Assim, na carga mediana das despesas em habitação, a RAM surgia em 2021 com um valor de 10,5%, inferior ao observado em 2020 (10,8%) e igual à do País. Os resultados para as 7 regiões NUTSII são muito próximos, variando entre os 10,1% no Centro e os 11,8% no Algarve.
Por sua vez, a taxa de sobrecarga das despesas em habitação, isto é, a percentagem de pessoas que vivem em agregados familiares em que o rácio destas despesas em relação ao rendimento disponível (deduzidas as transferências sociais relativas à habitação) é superior a 40%, fixou-se em 4,7% em 2021, superior ao registado em 2020 (4,4%). A proporção de pessoas afetadas pela sobrecarga das despesas com a habitação em Portugal foi de 5,9% sendo mais elevada na região do Algarve (9,9%) e mais baixa no Alentejo (4,4%).
Para mais informação aceda a:
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Endereço: Calçada de Santa Clara 38, 9004-545 Funchal, Ilha da Madeira
Telefone: 291 145 126 (Chamada para a rede fixa nacional)


