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Em 2016

Doenças do aparelho circulatório continuaram a ser a principal causa de morte na Região

A DREM divulga os dados estatísticos relativos à mortalidade por causas de morte na Região Autónoma da Madeira (RAM) em 2016, que irão ser integrados num dos subcapítulos da próxima publicação das Estatísticas da Saúde da RAM, a divulgar no final de 2018.

Em 2016, ocorreram 2 614 óbitos de residentes na RAM, mais 3 que em 2015 (2 611 óbitos), dos quais 1 309 do sexo masculino (50,1%) e 1 305 do sexo feminino (49,9%).

No que se refere às três principais causas de morte, que representam cerca de 70% da mortalidade na Região, destaca-se o seguinte:

As doenças do aparelho circulatório:

  • Mantêm-se como a principal causa básica de morte na RAM, com registo de 735 dos óbitos, ou seja, 28,1% do total (28,2% em 2015);
  • Decresceram em termos anuais pelo segundo ano consecutivo (-5,5% em 2015 e -0,3% em 2016); nos últimos 26 anos diminuíram em média 1,3% ao ano;
  • A  mortalidade feminina (30,9% do total) foi superior à masculina (25,4%).
  • A taxa bruta de mortalidade foi de 287,5 óbitos por 100 mil habitantes, com valores mais elevados  para as mulheres (295,4) do que para os homens (278,4);
  • A maior parte das mortes ocorreram em pessoas com 65 e mais anos, representando 83,5% do total de óbitos por esta causa (71,4% nos homens e 93,5% nas mulheres).
  • Destacam-se os óbitos por doenças cerebrovasculares, também designados por acidentes vasculares cerebrais (AVC), associados a 225 dos falecimentos (8,6% do total de óbitos);

Os tumores malignos:

  • Voltam a posicionar-se como segunda causa básica de morte na Região, com registo de 562 óbitos (332 homens e 230 mulheres), o que equivale a 21,5% da mortalidade na Região (20,1% em 2015);
  • Em 26 anos, apresentaram o quarto valor mais alto, a seguir a 2014 (610 óbitos), a 2012 (589 óbitos) e 2010 (563 óbitos), crescendo a uma média anual de 1,1%; face a 2015 cresceram 7,0%;
  • Evidenciaram-se os óbitos por tumor maligno da laringe e traqueia/brônquios/pulmão, que vitimaram 91 pessoas (3,5% do total de óbitos).
  • A Taxa bruta de mortalidade foi de 219,8 óbitos por 100 mil habitantes, com valores mais elevados para os homens (278,4) do que para as mulheres (168,6);
  • Perto de dois terços das mortes ocorreram em pessoas com 65 e mais anos, representando 65,3% do total de óbitos por esta causa (61,4% nos homens e 70,9% nas mulheres).

As doenças do aparelho respiratório:

  • Foram a terceira causa básica de morte na RAM, com registo de 531 óbitos, correspondendo a 20,3% do total de mortes observadas na Região (21,0% em 2015);
  • Diminuíram  3,3% face a 2015, invertendo tendência crescente iniciada em 2012; entre 1990 e 2016,  em termos médios,  aumentaram 5,6% ao ano;
  • Destacam-se as pneumonias, que resultaram em 364 óbitos, 13,9% do total de óbitos;
  • Vitimaram mais mulheres (20,4%) do que homens (20,2% do total);
  • A taxa bruta de mortalidade foi de 207,7 óbitos por 100 mil habitantes, com valores mais elevados para os homens (222,2) do que para as mulheres (195,0);
  • As pessoas com 65 e mais anos foram as mais afetadas, representando 92,5% do total de óbitos por esta causa (88,3% nos homens e 96,6% nas mulheres).

 

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Para mais informação aceda a:

 

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