noticias (PT)
No 1.º semestre de 2026, a produção de energia elétrica na RAM aumentou 4,5% face ao período homólogo (Ler mais...)
No 2.º trimestre de 2026, a taxa de desemprego diminuiu para 3,5%, mantendo-se como a mais baixa do País (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, o número de processos de falência, insolvência e recuperação de empresas entrados nos tribunais judiciais de 1.ª instância da Comarca da Madeira diminuiu em termos trimestrais e aumentou em termos homólogos (Ler mais...)
Em julho de 2026, o indicador de confiança na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e no Comércio aumentou, enquanto nos Serviços houve uma diminuição (Ler mais...)
No 1.º semestre de 2026, o saldo entre o número de constituições e de dissoluções de sociedades diminuiu face ao período homólogo (Ler mais...)
Em junho de 2026, as dormidas no alojamento turístico da Região diminuíram 0,7% em termos homólogos, enquanto os proveitos totais cresceram 5,6% (Ler mais...)
Em 2025, a Região contava com 5,5 médicos por mil habitantes, aproximando-se da média nacional (Ler mais...)
DREM divulga as estatísticas do rendimento para o ano de 2024 baseadas na declaração de IRS (Ler mais...)
Em 2024, a taxa de mortalidade por “tumores malignos” foi maior em Santana, Machico e Funchal e mais baixa em Câmara de Lobos, Porto Moniz e Calheta (Ler mais...)
Em junho de 2026, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM registou um ligeiro decréscimo de 0,5% em termos homólogos (Ler mais...)
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DREM atualiza série de dados do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) com informação de 2015
Os resultados do ISDR de 2015 divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística indicam que a Área Metropolitana de Lisboa continua a ser a única região do país a superar a média nacional em termos de desenvolvimento regional, com o índice global (agregação dos índices de competitividade, coesão e qualidade ambiental) a situar-se em 106,40, inferior no entanto ao observado em 2014 (106,83). No ano de 2015, este índice na Região Autónoma da Madeira (RAM) fixou-se em 93,31, registando uma ligeira subida face a 2014 (93,07).
No índice de competitividade, os resultados refletem um retrato territorial do país em que se destaca de novo a Área Metropolitana de Lisboa, evidenciando o valor mais elevado do país em 2015 (112,82) e apresentando-se como a única região NUTS II a superar a média nacional. As Regiões Autónomas apresentam, ao invés, os índices de competitividade mais reduzidos comparativamente às regiões continentais, no entanto a RAM, em 2015, ganha alguma competitividade face ao ano anterior, passando este índice de 86,84 em 2014 para 87,44 em 2015.
Quanto ao índice de coesão, os resultados evidenciam um país mais equilibrado, pelo menos ao nível do espaço continental, sendo que em termos de desempenho há duas regiões – Área Metropolitana de Lisboa e Centro - que superam a média nacional e outras duas – Alentejo e Norte – que registam índices muito próximos de 100. A Região Autónoma do Açores (RAA) apresenta o índice de coesão mais baixo do país (77,42 em 2015). A RAM apresenta igualmente um índice (83,94) abaixo da média nacional.
No índice de qualidade ambiental, os resultados apurados mostram uma imagem mais favorável do território nacional. Nesta componente, a RAM volta a destacar-se, continuando a apresentar os níveis de eficiência e desempenho ambiental mais elevados do país (109,58), evidenciando aumentos progressivos neste indicador. Neste contexto, importa também destacar o desempenho da RAA (106,42) e do Alentejo (101,39), que também superaram a média nacional.

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