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[NOTA: Dados de 2011-2017 revistos a 04/08/2020]

Em 2018

Região Autónoma da Madeira registou melhoria do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional

Os resultados do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) de 2018 divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística indicam que a Área Metropolitana de Lisboa continua a ser a única região NUTSII do país a superar a média nacional em termos de desenvolvimento regional, com o índice global (agregação dos índices de competitividade, coesão e qualidade ambiental) a situar-se em 106,59, superior ao observado em 2017 (106,52) e de 2016 (106,66). Na Região Autónoma da Madeira (RAM) aquele índice fixou-se em 95,10, registando uma melhoria face a 2017 (94,28) e mantendo tendência crescente iniciada em 2015 (93,46). Por sua vez, a Região Autónoma dos Açores observou um índice de 89,04, voltando, à semelhança do ano anterior, a retroceder (89,90 em 2016 e 89,59 em 2017), posicionando-se como a região do país com pior desempenho.

No índice de competitividade, a Área Metropolitana de Lisboa destaca-se das restantes regiões: para além de evidenciar o valor mais elevado do país em 2018 (113,50), apresenta-se também como a única região NUTS II a superar a média nacional. As Regiões Autónomas apresentam, ao invés, os índices de competitividade mais reduzidos comparativamente às regiões do Continente. No entanto, a RAM, em 2018, melhorou o seu desempenho a este nível, passando este índice de 88,52 em 2017 para 89,49 em 2018, mantendo por conseguinte uma constante evolução positiva desde 2014 (87,06). Na RAA, este  índice baixou pelo terceiro ano consecutivo para 82,34 em 2018 (83,08 em 2017).

Quanto ao índice de coesão, os resultados refletem um país mais equilibrado do que no índice anteriormente referido, pelo menos ao nível do espaço continental, sendo que em termos de desempenho, a Área Metropolitana de Lisboa (107,15) é também a única a superar a média nacional, embora o Centro (99,90) registe um valor muito próximo de 100. A Região Autónoma do Açores (RAA) apresenta o índice de coesão mais baixo do país (79,43), no entanto ligeiramente superior  ao do anterior (79,42). A RAM apresenta igualmente um índice abaixo da média nacional (87,74), mas acima do valor observado no ano anterior (86,29), correspondendo, também,  ao valor mais elevado da série. De salientar que tanto neste índice, como nos índices global e de competitividade, a RAM em 2018 regista máximos desde o início da série (em 2011).

No que diz respeito ao índice de qualidade ambiental, os resultados apurados mostram menos dispersão comparativamente aos índices de coesão e de competitividade, sendo que naquela componente, a RAM volta em 2018 a destacar-se, continuando a apresentar, na desagregação pelas 7 regiões NUTS II, o melhor desempenho no índice de qualidade ambiental (109,16), registando o mesmo valor de 2017. Neste contexto, importa igualmente destacar o resultado da RAA (106,70), que também supera a média nacional, apesar da redução quando face ao ano anterior (107,65).

ISDR2018 PT 

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