noticias (PT)
No 1.º semestre de 2026, a produção de energia elétrica na RAM aumentou 4,5% face ao período homólogo (Ler mais...)
No 2.º trimestre de 2026, a taxa de desemprego diminuiu para 3,5%, mantendo-se como a mais baixa do País (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, o número de processos de falência, insolvência e recuperação de empresas entrados nos tribunais judiciais de 1.ª instância da Comarca da Madeira diminuiu em termos trimestrais e aumentou em termos homólogos (Ler mais...)
Em julho de 2026, o indicador de confiança na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e no Comércio aumentou, enquanto nos Serviços houve uma diminuição (Ler mais...)
No 1.º semestre de 2026, o saldo entre o número de constituições e de dissoluções de sociedades diminuiu face ao período homólogo (Ler mais...)
Em junho de 2026, as dormidas no alojamento turístico da Região diminuíram 0,7% em termos homólogos, enquanto os proveitos totais cresceram 5,6% (Ler mais...)
Em 2025, a Região contava com 5,5 médicos por mil habitantes, aproximando-se da média nacional (Ler mais...)
DREM divulga as estatísticas do rendimento para o ano de 2024 baseadas na declaração de IRS (Ler mais...)
Em 2024, a taxa de mortalidade por “tumores malignos” foi maior em Santana, Machico e Funchal e mais baixa em Câmara de Lobos, Porto Moniz e Calheta (Ler mais...)
Em junho de 2026, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM registou um ligeiro decréscimo de 0,5% em termos homólogos (Ler mais...)
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DREM atualiza série de dados do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) com informação de 2017
Os resultados do ISDR de 2017 divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística indicam que a Área Metropolitana de Lisboa continua a ser a única região do país a superar a média nacional em termos de desenvolvimento regional, com o índice global (agregação dos índices de competitividade, coesão e qualidade ambiental) a situar-se em 106,36, inferior, no entanto, ao observado em 2016 (106,59). Na Região Autónoma da Madeira (RAM) aquele índice fixou-se em 93,86, registando uma ligeira melhoria face a 2016 (93,64). Por sua vez, a Região Autónoma dos Açores observou um índice de 89,84.
No índice de competitividade, a Área Metropolitana de Lisboa destaca-se das restantes regiões: para além de evidenciar o valor mais elevado do país em 2017 (113,18), apresenta-se também como a única região NUTS II a superar a média nacional. As Regiões Autónomas apresentam, ao invés, os índices de competitividade mais reduzidos comparativamente às regiões do Continente. No entanto a RAM, em 2017, melhorou o seu desempenho a este nível, passando este índice de 88,03 em 2016 para 88,25 em 2017. A RAA, neste índice, não ultrapassou os 83,24.
Quanto ao índice de coesão, os resultados refletem um país mais equilibrado, pelo menos ao nível do espaço continental, sendo que em termos de desempenho a Área Metropolitana de Lisboa (106,78) é também a única a superar a média nacional, embora o Centro (99,86) registe um valor muito próximo de 100. A Região Autónoma do Açores (RAA) apresenta o índice de coesão mais baixo do país (79,86). A RAM apresenta igualmente um índice abaixo da média nacional (85,91), mas acima do valor observado no ano anterior (84,28).
No que diz respeito ao índice de qualidade ambiental, os resultados apurados mostram uma imagem mais favorável do território nacional. Nesta componente, a RAM volta em 2017 a destacar-se, continuando a apresentar, na desagregação pelas 7 regiões NUTS II, os níveis de eficiência e desempenho ambiental mais elevados do país (108,49), registando uma ligeira redução face a 2016 (109,82). Neste contexto, importa igualmente destacar o desempenho da RAA (107,71), que também supera a média nacional e regista uma redução quando comparado com o do ano anterior (108,33).

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