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Em 2023

Resultados do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional mostram que a Região Autónoma da Madeira melhorou em todas as suas componentes face a 2022

Os resultados do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) de 2023, divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), indicam que a Grande Lisboa continua a ser a única região NUTS II a superar a média nacional em termos de desenvolvimento regional, com o índice global (agregação dos índices de competitividade, coesão e qualidade ambiental) a situar-se em 107,77, um valor ligeiramente inferior ao de 2022 (108,12). Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o índice fixou-se em 98,16, evidenciando um aumento expressivo face a 2022 (95,40), o mais elevado entre as três regiões NUTS II que melhoraram o seu desempenho em termos de desenvolvimento regional. Por sua vez, na Região Autónoma dos Açores (RAA), foi observado um índice de 91,79, que, apesar de representar uma ligeira melhoria face a 2022 (91,06), é o segundo mais baixo no conjunto das regiões NUTSII, apenas à frente do Centro, que registou o índice global mais baixo (75,49). Entre as 9 regiões NUTS II, a RAM encontra-se na 4.ª posição (5.ª posição em 2022).

O índice de competitividade foi a dimensão do desenvolvimento regional que apresentou os maiores desequilíbrios territoriais, com a Grande Lisboa a destacar-se das restantes regiões. Esta região, para além de registar o valor mais elevado do país em 2023 (116,30; 116,74 em 2022), apresenta-se também como a única região NUTS II a superar a média nacional nesta dimensão. Por outro lado, o Centro (71,55) e os Açores (83,26) registaram os índices de competitividade mais baixos, apesar de ambos terem observado melhorias face a 2022 (70,77 e 82,86, respetivamente). A RAM registou uma melhoria significativa, a mais elevada do País, com o índice a subir para 95,52 face aos 93,33 registados em 2022. Neste índice, entre as 9 regiões NUTS II, a RAM encontra-se na 4.ª posição (a mesma que em 2022).

Quanto ao índice de coesão, os resultados refletem o país como um território mais equilibrado do que no índice de competitividade, pelo menos ao nível do espaço continental. Em termos de desempenho, a Grande Lisboa (108,84) continua a ser a única região NUTS II a superar a média nacional. A região Centro registou o índice de coesão mais baixo do País (77,60), praticamente inalterado em relação ao valor de 2022 (77,58). Já a RAM apresentou também um valor abaixo da média nacional (92,85), embora substancialmente superior ao observado no ano anterior (89,08). Neste índice, entre as 9 regiões NUTS II, a RAM encontra-se na 5.ª posição (7.ª em 2022).

No que diz respeito ao índice de qualidade ambiental, os resultados apurados em 2023 revelam uma menor dispersão face aos índices de coesão e de competitividade. Nesta componente, a RAA destaca-se por apresentar, na desagregação pelas nove regiões NUTS II, o melhor desempenho,  com um valor de 111,04,  ligeiramente acima do registado em 2022 (110,09). Neste contexto, importa igualmente salientar o resultado da RAM (106,67), que, além de superar a média nacional e de ocupar o segundo lugar em termos de desempenho, registou uma melhoria face a 2022 (104,34), traduzida numa variação significativamente superior à observada nas restantes regiões, que também apresentaram progressos nesta dimensão. Neste índice, entre as 9 regiões NUTS II, a RAM encontra-se na 2.ª posição (a mesma que em 2022).
Indice Sintetico Desenvolvimento Regional 2023 PT

 

Para mais informação aceda a:

 

Cooperação Estatística Internacional

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Literacia Estatística

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