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DREM publica dados do Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas 2013

Entre novembro de 2013 e março de 2014, a Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) inquiriu uma amostra das explorações agrícolas da Região, tendo sido realizadas aproximadamente 1 365 entrevistas presenciais aos agricultores madeirenses.

Esta operação estatística, que voltará a repetir-se em 2016, foi coordenada a nível nacional pelo Instituto Nacional de Estatística permitindo a atualização dos dados do Recenseamento Agrícola 2009.          

Principais resultados

Segundo o Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas 2013 (IEEA 2013), a Região Autónoma da Madeira tinha naquele ano, 12 068 explorações e uma Superfície Agrícola Utilizada (SAU) de 5 262,2 hectares (1 hectare = 100 ares = 10 000 m2). Face ao Recenseamento Agrícola de 2009 (RA09), o número de explorações agrícolas caiu 11,3%, enquanto a SAU diminuiu apenas 3,1%. Isto significou um aumento da área média de SAU (calculada pela divisão da SAU pelo número de explorações com SAU que é de 12 055) para o máximo histórico de 43,7 ares (4 365 m2) dos últimos 50 anos (período no qual foram realizados inquéritos à estrutura das explorações agrícolas, incluindo recenseamentos). No RA09 a área média de SAU apurada foi de 3 997 m2.

A desagregação por classes de SAU evidencia que as quebras observadas ocorreram nas explorações com menos de 0,5 hectares de SAU. A redução do número de explorações mais pequenas é um fenómeno comum ao observado para o conjunto do país.

Nas culturas temporárias (2 164 hectares, -0,4% que em 2009) há a destacar o acréscimo na área de cana-de-açúcar para 156 hectares (+35,4% face ao RA09) e a quebra nas hortícolas (-16,9%), que se mantém porém como a cultura mais importante dentro das temporárias, com uma área base de 840 hectares. Nas culturas permanentes (2 389 hectares, -3,8% que em 2009), destaque-se o aumento na área contínua de bananeiras de 697 hectares em 2009 para 731 hectares em 2013, que contribuiu para o acréscimo de 6,1% verificado no grupo das culturas subtropicais. Em sentido inverso, a vinha registou uma quebra acentuada da sua área (-15,2%).

A rega por regos continua a ser mais comum mas os métodos mais modernos, nomeadamente a aspersão (fixa e móvel), a micro-aspersão e a rega gota-a-gota ganharam peso face a 2009.

Esta progressiva mecanização da mão-de-obra agrícola é evidenciada também pelo aumento do número de motocultivadores e motoenxadas em 5,6% e 21,9%, respetivamente.

Nos efetivos animais, o principal realce vai para a enorme diminuição no número de suínos. No IEAA 2013 foram contabilizados 4 585 animais, menos 12 mil suínos que no RA09.

Em 2013, a população agrícola familiar na Madeira (aquela que trabalha numa exploração agrícola detida por um produtor singular ou que dela depende economicamente) rondava os 35 mil, cerca de 5 800 indivíduos a menos que em 2009.

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

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Literacia Estatística

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