tableaupublic            

"Uma porta aberta para 

um Universo de Informação Estatística"

Menu

Portal de Estatísticas Oficiais

tableaupublic            

Newsletters

Não perca tempo, subscreva já as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

Subscrever

Subscreva as nossas newsletters:

Newsletters

Não perca tempo, subscreva já as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

DREM publica dados do Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas 2016

Entre outubro de 2016 e março de 2017, a Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) inquiriu uma amostra das explorações agrícolas da Região, tendo sido realizadas aproximadamente 1 064 entrevistas presenciais aos agricultores madeirenses.

Principais resultados

Segundo o Inquérito à Estrutura das Explorações Agrícolas 2016 (IEEA 2016), a Região Autónoma da Madeira tinha naquele ano, 11 628 explorações e uma Superfície Agrícola Utilizada (SAU) de 4 893,0 hectares (1 hectare = 100 ares = 10 000 m2). Comparativamente ao inquérito anterior (IEEA 2013), a redução de explorações foi de 3,6%, enquanto a SAU diminuiu 7,0%. Face ao Recenseamento Agrícola de 2009 (RA09), o número de explorações agrícolas caiu 14,6%, enquanto a SAU decresceu 9,9%. A área média de SAU (calculada pela divisão da SAU pelo número de explorações com SAU que é de 11 617) fixou-se nos 4 212 m2, acima da apurada no RA09 (3 997 m2), mas ligeiramente inferior à contabilizada no IEEA 2013 (4 365 m2).

Os dados mostram que foi a quebra ocorrida entre 2013 e 2016 nas explorações com uma dimensão entre 0,5 e 2,0 hectares de SAU que determinou a redução global no número de explorações. As classes das explorações mais pequenas e as superiores a 2,0 hectares registaram aumentos face a 2013 de 1,7% e de 5,0% respetivamente.

De referir que em 2016, as explorações agrícolas concentravam 9,3% da área total da RAM (10,1% em 2013).

Nas culturas temporárias (1 872,9 hectares, -13,4% que em 2013) há a destacar o acréscimo na área de hortícolas (+11,7% face ao IEEA 2013), que reforçam a sua posição como cultura mais importante dentro do grupo das temporárias, com uma área base de 937,5 hectares. A diminuição da área de batata em cultura extensiva (ou seja, sem estar em rotação com as hortícolas) em 45,2% foi o fator principal que conduziu à redução das culturas temporárias.

Nas culturas permanentes (2 366,5 hectares, -0,9% que em 2013), destaca-se a redução na área contínua de citrinos de 83,6 hectares em 2013 para 75,2 hectares em 2016. Mas foram sobretudo as diminuições de 1,9% face ao IEEA 2013, quer na área de frutos subtropicais, quer na área de vinha, que contribuíram para o decréscimo de 0,9% verificado no grupo das culturas permanentes.

Em 2016, 86,0% da SAU tinha condições de ser regada caso o produtor o entendesse, uma percentagem superior em 1,3 pontos percentuais à registada no IEEA 2013.

No ano em referência contaram-se 17,8 mil cabeças de gado nas explorações agrícolas da RAM, observando-se uma redução global de efetivos na ordem dos 17,7% face ao IEEA 2013.

Em 2016, a população agrícola familiar na Madeira (constituída pelo produtor agrícola e pelo seu agregado doméstico) era de 35 062, mais 85 indivíduos que em 2013.

Daqueles 35 062, 11 538 eram produtores singulares (e os restantes são, em regra, elementos dos seus agregados domésticos). É este tipo de responsável jurídico e económico que está à frente de 99,2% das explorações agrícolas da Região.

Pela primeira vez, desde que se realizam inquéritos à estrutura das explorações agrícolas, do total de produtores singulares, mais de metade (50,9%) eram mulheres. A média de idades dos produtores agrícolas madeirenses fixou-se nos 65 anos.

No que respeita às intenções futuras em relação à sua exploração agrícola, 96,0% dos produtores asseguram que continuarão a mantê-la.

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Literacia Estatística

formation3

Literacia Estatística

formation3
Go to top