tableaupublic            



Portal de Estatísticas Oficiais                     

Menu

tableaupublic            

Newsletters

Não perca tempo, subscreva já as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

Subscrever

Subscreva as nossas newsletters:

Estatísticas da Justiça

Justiça

Newsletters

Não perca tempo. Subscreva as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

No 1º trimestre de 2015

Saldo do volume de depósitos nos estabelecimentos bancários e de empréstimos concedidos registou uma queda; rácio de crédito vencido das sociedades diminuiu e o das famílias aumentou face ao trimestre anterior

Segundo os dados do Banco de Portugal, no final do 1º trimestre de 2015, o saldo do volume de empréstimos concedidos a sociedades não financeiras com sede na RAM rondava os 3,0 mil milhões de euros, menos 189 milhões de euros que no final de 2014. A redução face ao trimestre homólogo foi de 20,0% (-757 milhões de euros). Por sua vez, o rácio de crédito vencido das sociedades não financeiras atingiu os 19,1% no final do 1º trimestre de 2015.

O montante de crédito vencido no âmbito das sociedades não financeiras estava calculado no trimestre em referência em 577 milhões de euros, menos 120 milhões que no trimestre anterior e mais 73 milhões que no trimestre homólogo. Em termos do rácio de crédito vencido, constata-se também um diferencial face ao valor nacional na ordem dos 3,5 pontos percentuais (p.p.), bastante inferior ao diferencial observado no trimestre anterior (6,7 p.p.). Comparativamente a março de 2014, o rácio de crédito vencido das sociedades não financeiras da RAM cresceu  1,9 p.p. (variação de 1,6 p.p. no país).

No sector das famílias, o saldo do volume de empréstimos concedidos atingiu no fim do trimestre em referência os 3,2 mil milhões de euros. De notar que desde o trimestre anterior que o saldo do volume de empréstimos é superior nas famílias comparativamente às sociedades não financeiras. Não obstante, observou-se uma diminuição do saldo do volume de empréstimos concedidos às famílias em 34 milhões de euros face ao final do 4º trimestre de 2014. Quando comparado o 1º trimestre de 2015 com o período homólogo constata-se que a queda foi de 4,1% (menos 136 milhões de euros).

O rácio de crédito vencido no sector das famílias atingiu no final de março de 2015 os 6,1% (o que se traduz em cerca de 195 milhões de euros, mais 4 milhões que no trimestre anterior e mais 17 milhões que no fim de março de 2014). Esta percentagem – um máximo da série disponível - é superior em 0,8 p.p. à registada em março de 2014 e em 0,2 p.p. se comparada com o trimestre anterior. A média nacional para este indicador era, no fim de março de 2015, de 5,0%.

monetarias PT

O crédito malparado é mais acentuado no crédito para consumo e outros fins (19,7% do total de crédito concedido para esta modalidade, cerca de 112 milhões de euros) do que no segmento da habitação (3,2% do total, cerca de 84 milhões de euros). Foi aquele segmento o principal responsável pelo agravamento do rácio de crédito vencido no sector das famílias face ao trimestre anterior, com um aumento de 0,8 p.p., enquanto no segmento do crédito à habitação a variação foi de 0,1 p.p. face a dezembro de 2014. No fim de março de 2014, os rácios de crédito vencido para ambos os segmentos eram inferiores em 2,5 p.p. no “consumo e outros fins” e em 0,5 p.p. na “habitação”.

Comparativamente ao país, o rácio de crédito vencido no segmento de habitação na RAM (3,2%) é ligeiramente superior à média nacional (2,8%), sendo o diferencial superior no segmento “consumo e outros fins” (19,7% na RAM contra 14,7% no país).

Quanto ao número de devedores do sector institucional famílias, a tendência é de decréscimo em ambos os tipos de crédito (habitação e consumo). No 1º trimestre de 2015 estavam contabilizados 49,7 mil devedores com crédito à habitação e 87,1 mil com crédito para consumo e outros fins. As diferenças para o trimestre anterior são de -204 e -399 devedores, respetivamente.

Por sua vez, os depósitos e equiparados nos estabelecimentos bancários regionais atingiam, no final de março de 2015, um volume de 5,2 mil milhões de euros, menos 18 milhões de euros que no final de dezembro de 2014. Esta evolução foi condicionada pela redução de 61 milhões de euros observada nos particulares (excluindo emigrantes). Os restantes beneficiários registaram aumentos nos depósitos, com destaque para os emigrantes (mais 20 milhões de euros) e para as instituições financeiras não monetárias (mais 16 milhões de euros).

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Literacia Estatística

formation3

Literacia Estatística

formation3
Go to top