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No 1.º trimestre de 2016

Saldo de depósitos nos estabelecimentos bancários e de empréstimos concedidos continuou em sentido decrescente; rácio de crédito vencido das sociedades não financeiras na Região subiu acompanhando a tendência nacional

Segundo os dados do Banco de Portugal, no final do 1.º trimestre de 2016, o saldo do volume de empréstimos concedidos a sociedades não financeiras com sede na RAM rondava os 2,2 mil milhões de euros, menos 73 milhões de euros que no final de dezembro de 2015. A redução face ao trimestre homólogo foi de 21,1% (-600 milhões de euros).

Por sua vez, o rácio de crédito vencido das sociedades não financeiras atingiu os 21,4% no final do 1.º trimestre de 2016 (20,2% no 4.º trimestre de 2015). O montante de crédito vencido no âmbito das sociedades não financeiras rondava assim os 478 milhões de euros, mais 10 milhões que no trimestre anterior e menos 59 milhões que no fim de março de 2015. Em termos do rácio de crédito vencido, constata-se também um diferencial face ao valor nacional (que cresceu de 15,8% no fim de 2015 para 16,4% no 1.º trimestre de 2016) na ordem dos 5,0 pontos percentuais (p.p.). Comparativamente a março de 2015, o rácio de crédito vencido na RAM neste sector institucional cresceu 2,5 p.p. (+0,8 p.p. no país). A percentagem de sociedades não financeiras incumpridoras na Região era também superior à nacional no trimestre em referência (38,0% na RAM face a 29,7% no país).

No sector das famílias, o saldo do volume de empréstimos concedidos atingiu, no fim do trimestre em referência, os 3,1 mil milhões de euros, assistindo-se igualmente a uma diminuição do referido saldo em 28 milhões de euros face ao final do 4.º trimestre de 2015. Quando se compara o 1.º trimestre de 2016 com o período homólogo observa-se que a queda foi de 3,6% (menos 116 milhões de euros).

O rácio de crédito vencido no sector das famílias no final de março de 2016 fixou-se nos 5,7% (o que se traduz em cerca de 177 milhões de euros, menos 1 milhão que no trimestre anterior e menos 18 milhões que no final de março de 2015). No país este rácio foi de 5,1%. Quer na Região, quer no país, o rácio de crédito vencido nas famílias manteve-se inalterado face ao trimestre anterior. A comparação com o trimestre homólogo mostra uma redução de 0,4 p.p. na RAM e um acréscimo de 0,1 p.p. no país.

O crédito malparado é mais acentuado no crédito para consumo e outros fins (17,1% do total de crédito concedido para este fim, cerca de 91 milhões de euros) do que no segmento da habitação (3,3% do total, cerca de 85 milhões de euros).

Comparativamente ao país, o rácio de crédito vencido no segmento de habitação na RAM (3,3%) é superior à média nacional (3,0%), sucedendo o mesmo para o segmento “consumo e outros fins” (17,1% na RAM contra 14,2% no país).

No 1.º trimestre de 2016 estavam contabilizados 49,5 mil devedores com crédito à habitação e 85,7 mil com crédito para consumo e outros fins. Face a março de 2015, verificaram-se diminuições, pela mesma ordem, de 0,4% e 1,6% no número de devedores de cada segmento.

A percentagem de devedores no sector das famílias com crédito vencido na RAM era, no final do trimestre em referência, de 15,1%. Os municípios de Câmara de Lobos (16,4%), Funchal (15,9%) e Santa Cruz (15,5%) são aqueles que apresentam valores mais elevados neste indicador, por contraponto à Ponta do Sol (10,8%). A nível nacional este rácio apresenta valores inferiores aos da RAM, não ultrapassando os 14,4%.

Os depósitos e equiparados nos estabelecimentos bancários regionais atingiam, no final do 1º trimestre de 2016, um volume de 4,9 mil milhões de euros, menos 21 milhões de euros que no final de 2015  e menos 310 milhões de euros em termos homólogos. Apenas no caso dos emigrantes é que se verificou uma redução de 96 milhões de euros nos depósitos entre final de 2015 e o 1.º trimestre de 2016, enquanto os restantes beneficiários apresentaram aumentos: as instituições financeiras não monetárias em 18 milhões de euros, as sociedades não financeiras em 14 milhões de euros e os particulares em 43 milhões de euros.

No final de março de 2016, as poupanças dos particulares rondavam os 2,9 mil milhões de euros (mais 44 milhões de euros que no fim de março de 2015), enquanto os depósitos de emigrantes atingiram à mesma data os 572 milhões de euros (menos 192 milhões de euros que no fim do 1.º trimestre de 2015).

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