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Turismo » Notícias

[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com abaixo das 10 camas.]

Em março de 2026

Dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 3,8% em termos homólogos, ultrapassando a barreira do milhão, pela primeira vez, neste mês do ano

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, no mês de março de 2026, a entrada de 218,5 mil hóspedes, os quais geraram 1 019,3 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +14,6% nos hóspedes entrados e +3,8% nas dormidas. O segmento da hotelaria concentrou 65,4% das dormidas (667,1 mil), decrescendo 1,9% em termos homólogos. Já o alojamento local (32,3% do total) subiu 18,0%, enquanto o turismo no espaço rural (2,3% do total) desceu 1,9%.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, sendo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas do alojamento turístico registaram uma variação homóloga de -1,1%, variação contrária à observada a nível nacional (+1,4%).

Em março de 2026, os maiores aumentos no número de dormidas registaram-se no Norte (+8,5%) e no Alentejo (+7,2%). Em sentido contrário, o Oeste e Vale do Tejo e o Centro apresentaram os decréscimos mais acentuados (-15,7% e -8,1%, respetivamente).

Importa assinalar que os resultados de março poderão ter sido influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelos efeitos associados aos períodos de Carnaval e da Páscoa.

Nos primeiros três meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 520,7 mil, o que representa um crescimento de 9,3% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 2,6% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 2,7 milhões.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 62,8%, -2,9 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (65,8%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 73,8% (76,9% em março de 2025).

No mês de março de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,23 noites (4,62 em março de 2025). Os valores mais elevados continuam a ser observados no alojamento local (4,41 noites) e na hotelaria (4,18 noites), seguidos pelo turismo no espaço rural, que apresenta a estada média mais baixa, com 3,59 noites.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representaram 81,1% do total das dormidas registadas em março de 2026. Destacaram-se, com um peso superior, a Alemanha (23,0% do total; +6,8% do que em março de 2025), o Reino Unido (17,0%; -3,4%) e Portugal (16,1%; +6,7%). Na quarta posição, em termos de peso relativo no total de dormidas, encontrava-se o mercado polaco (6,9%; -8,8%), seguido dos mercados francês (5,3%; -0,8%) e neerlandês (3,7%; +17,6%).

Em março de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 11,1% e 11,8%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 70,5 milhões de euros e 50,7 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram igualmente crescimentos homólogos, situando-se em +6,6% e +5,9%, respetivamente.

Em termos acumulados, na Região, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações de +9,7% e +9,4%, respetivamente, totalizando, de janeiro a março de 2026, 178,7 milhões de euros e 125,6 milhões de euros.

No mês de março de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 89,92 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), +7,7% do que mesmo mês do ano precedente. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 108,56€, em março de 2025, para 121,81€, em março de 2026 (+12,2% de variação homóloga).

De janeiro a março de 2026, o RevPAR no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas) situou-se nos 77,44 euros, representando um aumento de 6,2% face ao período homólogo. Na hotelaria, o RevPAR foi de 83,78 euros, correspondendo a uma subida de 6,8%. Quanto ao ADR, os valores foram superiores, fixando-se nos 114,08 euros no conjunto do alojamento turístico (+10,5% em relação ao período homólogo) e nos 118,73 euros na hotelaria (+12,2%).
Alojamento turistico PTnovo

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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local abaixo das 10 camas.]

Em fevereiro de 2026

Proveitos do alojamento turístico subiram 12,7% em termos homólogos, enquanto as dormidas cresceram 4,8%

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, no mês de fevereiro de 2026, a entrada de 167,1 mil hóspedes, os quais geraram 873,9 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +9,7% nos hóspedes entrados e +4,8% nas dormidas. O segmento da hotelaria concentrou 67,2% das dormidas (587,0 mil), decrescendo 0,5% em termos homólogos. Já o alojamento local (30,8% do total) subiu 19,5%, enquanto o turismo no espaço rural (2,0% do total) desceu 4,2%.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, sendo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas do alojamento turístico registaram um aumento homólogo de 0,3%, em linha com a tendência de crescimento observada a nível nacional (+1,3%).

Em fevereiro, os maiores aumentos no número de dormidas registaram-se no Alentejo (+4,2%) e no Norte (+3,4%). Em sentido contrário, a RA Açores e o Centro apresentaram os decréscimos mais acentuados (-3,4% e -1,9%, respetivamente). A Grande Lisboa (28,3%), o Algarve e o Norte (18,4% em ambas) concentraram a maior proporção de dormidas (65,1% no seu conjunto).

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 61,1%, -1,7 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (62,8%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 69,9% (72,8% em fevereiro de 2025).

No mês de fevereiro de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,70 noites (4,88 em fevereiro de 2025). Os valores mais elevados continuam a ser observados no alojamento local (4,74 noites) e na hotelaria (4,72 noites), seguidos pelo turismo no espaço rural, que apresenta a estada média mais baixa, com 3,64 noites.

Nos primeiros dois meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 303,4 mil, o que representa um crescimento de 6,3% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 2,2% em comparação com o mesmo período de 2024, ultrapassando os 1,6 milhões.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representavam 81,3% do total das dormidas registadas em fevereiro de 2026. Destacaram-se, com um peso superior, o Reino Unido (19,4% do total; +1,3% face a fevereiro de 2025), a Alemanha (19,2%; +3,9%) e Portugal (16,6%; +18,3%). Na quarta posição, em termos de peso relativo no total de dormidas, encontrava-se o mercado polaco (8,7%; -11,2%), seguido dos mercados neerlandês e francês (ambos com 4,1% do total; +23,0% e -10,4%, respetivamente).

Em fevereiro de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 12,7% e 11,3%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 55,4 milhões de euros e 39,0 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram igualmente um crescimento em termos homólogos, situando-se em +4,3% e +4,0%, respetivamente. Em termos acumulados (de janeiro a fevereiro de 2026), na Região, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações homólogas de +9,5% e +8,5%, respetivamente, totalizando 108,9 milhões de euros e 75,4 milhões de euros.

No mês de fevereiro de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 76,65 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas), +6,3% que no mesmo mês do ano precedente. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 99,00€, em fevereiro de 2025, para 109,58€, em fevereiro de 2026 (+10,7% de variação homóloga).

De janeiro a fevereiro de 2026, o RevPAR no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas) situou-se nos 71,18 euros, representando um aumento de 5,6% face ao período homólogo. Na hotelaria, o RevPAR foi de 77,22 euros, correspondendo a uma subida de 6,3%. Quanto ao ADR, os valores foram superiores, fixando-se nos 110,10 euros no conjunto do alojamento turístico (+10,1% em relação ao período homólogo) e nos 114,45 euros na hotelaria (+11,7%).

Alojamento turistico PT


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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos, proveitos e custos com o pessoal, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local abaixo das 10 camas.] 

Em janeiro de 2026

Dormidas no alojamento turístico da Região recuaram 0,4% em termos homólogos, mas os proveitos totais aumentaram 8,8% 

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, no mês de janeiro de 2026, a entrada de 137,4 mil hóspedes, os quais geraram 772,8 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas opostas: +3,1% nos hóspedes entrados e -0,4% nas dormidas. O segmento da hotelaria concentrou 69,9% das dormidas (540,2 mil), decrescendo 3,2% em termos homólogos. Já o alojamento local (28,0% do total) subiu 7,4%, enquanto o turismo no espaço rural (2,1% do total) desceu 0,2%. De notar, que a se confirmar esta tendência nas revisões futuras dos dados de janeiro de 2026, a mesma constituirá a primeira quebra no número de dormidas na Região desde abril de 2021, altura em que a pandemia da COVID-19 penalizava fortemente a atividade turística em todo o Mundo.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, sendo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas do alojamento turístico registaram um decréscimo homólogo de 3,0%, variação contrária à verificada a nível nacional (+2,0%).

Em janeiro, os maiores aumentos no número das dormidas registaram-se no Norte (+8,2%) e no Centro (+5,6%). Em sentido contrário, a RA Açores e o Algarve apresentaram os decréscimos mais acentuados (-5,8% e -4,7%, respetivamente). A Grande Lisboa (30,2%) e o Norte (19,5%) concentraram a maior proporção de dormidas.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 49,6%, -3,8 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (53,4%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 57,5% (62,5% em janeiro de 2025).

No mês de janeiro de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,72 noites (4,93 em janeiro de 2025). Os valores mais elevados continuam a ser observados na hotelaria (4,77 noites) e no alojamento local (4,70 noites), seguidos pelo turismo no espaço rural, que apresenta a estada média mais baixa, com 3,66 noites.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representavam 82,2% do total das dormidas registadas em janeiro de 2026. Destacaram-se, com um peso superior, o Reino Unido (20,1% do total; -5,2% que em janeiro de 2025), a Alemanha (19,0%; -4,3%) e Portugal (17,8%; +19,2%). Na quarta posição, em termos de peso relativo no total de dormidas, encontrava-se o mercado polaco (9,5%; -9,3%), seguido pelo mercado neerlandês (3,5%; +0,8%).

Em janeiro de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 8,8% e 8,0%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 54,7 milhões de euros e 37,2 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram igualmente um crescimento em termos homólogos, ainda que de menor intensidade, situando-se ambos em +5,6%.

No mês de janeiro de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 64,91 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), +2,8% que no mesmo mês do ano precedente. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 101,09 €, em janeiro de 2025, para 112,83€, em janeiro de 2026 (+11,6% de variação homóloga).  

Alojamento turistico PT


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[NOTA PRÉVIA: Nesta edição, são disponibilizados os dados do 4.º trimestre de 2025, relativos à Região Autónoma da Madeira (RAM). De notar que se mantém, contudo, por parte da DREM, a divulgação de um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o INE, na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos, proveitos e custos com o pessoal, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local abaixo das 10 camas.]

No 4.º trimestre de 2025

Dormidas do alojamento local cresceram 18,6%, muito acima dos 6,7% do conjunto do alojamento turístico

Síntese geral da atividade de alojamento

No 4.º trimestre de 2025, considerando a generalidade dos meios de alojamento (alojamento turístico, colónias de férias e pousadas da juventude) da Região Autónoma da Madeira (RAM), registaram-se 563,1 mil hóspedes e mais de 2,9 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos de 8,0% e 6,7%, respetivamente, em relação ao trimestre homólogo. No cômputo de 2025, as dormidas e os hóspedes registaram incrementos superiores, de 9,3% e 8,4%, respetivamente.

A estada média na globalidade do alojamento turístico fixou-se em 4,66 noites no 4.º trimestre de 2025, valor aproximado ao do 4.º trimestre de 2024 (4,65 noites). Esta equivalência deve-se sobretudo à compensação entre a diminuição registada no mercado estrangeiro (5,01 noites; -0,7%) e o aumento observado no mercado nacional (3,43 noites; +5,2%). Em 2025, a estada média diminuiu 0,6% face ao ano anterior, uma redução influenciada pela descida da estada média dos residentes no estrangeiro (-1,8%), já que nos residentes em Portugal foi observada uma subida de 10,6%.

No 4.º trimestre de 2025, o alojamento turístico registou um desempenho superior ao conjunto dos meios de alojamento, concentrando a quase totalidade da atividade turística: 99,7% do total de hóspedes entrados e de dormidas.

Neste trimestre, as colónias de férias e pousadas da juventude registaram 1 958 hóspedes entrados (0,3% do total; -22,7% que no trimestre homólogo), tendo gerado 7 577 dormidas (0,3%; +2,9%) e uma estada média de 3,45 noites (+24,0% que no 4.º trimestre de 2024). No acumulado de 2025, observou-se um decréscimo no número de hóspedes entrados (-2,3% em relação a 2024) e um aumento no número de dormidas (+2,0% face a 2024). A estada média, por sua vez, apresentou uma variação positiva de 2,6% face ao ano anterior.

Alojamento turístico

O alojamento turístico registou, no 4.º trimestre de 2025, a entrada de 561,1 mil hóspedes, os quais geraram mais de 2,9 milhões de dormidas, traduzindo variações homólogas positivas de 8,1% e 6,7%, respetivamente. De sublinhar que, excluindo o alojamento local com menos de 10 camas, as dormidas no alojamento turístico aumentaram 2,0% relativamente ao 4.º trimestre de 2024, variação superior à registada a nível nacional (+1,9%).

Neste trimestre, o segmento da hotelaria concentrou 68,0% das dormidas (cerca de 2,0 milhões), registando um crescimento homólogo de 2,3%. O alojamento local representou 29,8% do total e aumentou 18,6%, enquanto o turismo no espaço rural, com uma quota de 2,2%, cresceu 3,3%. Analisando por categoria dos estabelecimentos, os maiores incrementos foram observados nos hotéis-apartamentos de 4 estrelas (+17,2%) e nas pousadas e quintas da Madeira (+16,2%).

No trimestre em referência, a estada média no conjunto do alojamento turístico manteve-se face ao ano anterior, fixando-se nas 4,66 noites. Os valores mais elevados continuam a ser observados na hotelaria (4,71 noites) e no alojamento local (4,63 noites), enquanto o turismo no espaço rural apresenta a estada mais baixa (3,75 noites). No segmento da hotelaria, destacam-se os hotéis-apartamentos de 5 estrelas, com a estada média mais alta, atingindo as 6,13 noites no período de referência (-3,1% que no 4.º trimestre de 2024), seguida de muito perto pelos aldeamentos turísticos, com 6,00 noites (-2,9% face ao período homólogo).

A RAM registou, no 4.º trimestre de 2025, no conjunto dos mercados externos (residentes no estrangeiro), a entrada de 432,8 mil hóspedes, que originaram mais de 2,4 milhões de dormidas, traduzindo um aumento de 7,7% e de 5,1% face ao mesmo período de 2024, respetivamente. A região que apresentou, em termos de dormidas, maior dependência dos mercados externos (84,0% do total) foi a RAM, seguida do Algarve (82,1%) e da Grande Lisboa (79,0%). Em sentido contrário, as dormidas de não residentes apresentaram menor expressão nos totais regionais do Centro e do Alentejo (28,0% e 35,6%, respetivamente).

Neste trimestre, entre os quatro principais mercados estrangeiros emissores, apenas o mercado francês registou um decréscimo nas dormidas face ao trimestre homólogo, de -4,6%, com os mercados alemão (+2,6%), britânico (+0,9%) e polaco (+6,7%) a evoluir em sentido contrário. Já o mercado de residentes em Portugal (16,4% do total) apresentou uma variação positiva mais significativa, de 15,2%. Importa salientar que estes cinco principais mercados concentraram mais de metade das dormidas (67,2%) no 4.º trimestre de 2025. No acumulado de 2025, as variações dos dois principais mercados emissores evoluíram em sentidos opostos: a Alemanha registou um crescimento de 0,9%, enquanto o Reino Unido apresentou um decréscimo de 1,2%.

Ao nível municipal, salienta-se que Câmara de Lobos, Ponta do Sol e Santa Cruz foram os municípios que, em termos de dormidas, apresentaram maior dependência dos mercados externos (residentes no estrangeiro), com 90,5%, 90,2% e 89,0%, respetivamente. Já o Porto Santo destaca-se por registar a maior percentagem de dormidas de residentes no País, representando 59,5% do total, no 4.º trimestre de 2025.

O município do Funchal evidencia-se por concentrar 59,8% das dormidas da Região, totalizando cerca de 1,7 milhões de dormidas no 4.º trimestre de 2025, o que corresponde a uma variação homóloga positiva de 4,6%. No maior município da RAM, as dormidas de residentes em Portugal cresceram 7,5% e as dos residentes no estrangeiro 4,0%.

O segundo município com maior número de dormidas foi Santa Cruz, com 11,6% do total regional, contribuindo com cerca de 336,8 mil dormidas no 4.º trimestre de 2025, o que representa um aumento de 5,7% face ao período homólogo. Neste município, as dormidas de residentes no estrangeiro cresceram 4,0%, enquanto as de residentes em Portugal aumentaram 22,9%.

Entre os onze municípios da Região, destaca-se ainda a Ribeira Brava, com um crescimento nas dormidas de 29,1% face ao 4.º trimestre de 2024. Este aumento foi impulsionado por uma subida de 57,5% no mercado de residentes em Portugal e por um acréscimo de 24,1% no mercado de residentes no estrangeiro.

No trimestre em análise, a taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região foi de 62,6%, correspondendo a um aumento de 0,2 pontos percentuais (p.p.) face ao mesmo período de 2024 (62,4%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 72,4%, valor ligeiramente superior aos 72,3% registados no 4.º trimestre de 2024. No ano de 2025, estas taxas foram de 68,1% (+1,2 p.p. que em 2024) e 78,0% (+1,6 p.p.), respetivamente

Entre outubro e dezembro de 2025, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações homólogas de +11,6% e +13,5%, totalizando 202,4 milhões de euros e 142,4 milhões de euros, respetivamente. No total do ano, os proveitos totais atingiram os 893,7 milhões de euros, dos quais 642,7 milhões de euros corresponderam a proveitos de aposento, representando variações de 17,4% e 18,9%, respetivamente.

No 4.º trimestre de 2025, o RevPAR (rendimento médio por quarto disponível) do conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas) fixou-se em 85,46 euros, traduzindo um aumento de 12,0% face ao período homólogo e constituindo o segundo valor mais elevado entre as nove regiões NUTS II. No sector da hotelaria, o RevPAR atingiu os 92,25 euros (+12,1% de variação homóloga). Quanto ao ADR (rendimento médio por quarto ocupado), os valores foram mais elevados, totalizando os 118,02 euros no conjunto do alojamento turístico (+11,9% que no período homólogo) e os 121,40 euros na hotelaria (+11,9%). Os valores mais elevados do RevPAR e do ADR registaram-se na categoria hotéis de 5 estrelas, com 131,12 euros (+8,4% que no 4.º trimestre de 2024) e 181,13 euros (+13,7%), respetivamente. Na segunda posição, destacaram-se as pousadas e quintas da Madeira, com um RevPAR de 126,92 euros e um ADR de 175,56 euros.

Alojamento turistico PT

Voltas realizadas nos campos de golfe da Região cresceram 8,0% face a 2024

O Inquérito aos Campos de Golfe indica a realização de 22 848 voltas nos três campos de golfe da RAM, entre outubro e dezembro de 2025 (-3,9% que no período homólogo), tendo esta atividade gerado cerca de 1,2 milhões euros de receitas (+6,0% que no 4.º trimestre de 2024). No cômputo do ano contabilizaram-se 85 312 voltas, tendo-se gerado um rendimento de aproximadamente 4,5 milhões de euros, o que representa variações, face a 2024, de 8,0% e 12,9%, respetivamente. Do total de voltas realizadas, 76,0% foram de não sócios (74,6% em 2024). Quanto ao país de residência habitual dos jogadores, 50,8% das voltas foram realizadas por residentes nos Países Nórdicos, 18,8% por residentes em Portugal, 9,2% na Alemanha e 7,4% por residentes no Reino Unido

Passageiros em trânsito nos navios de cruzeiro que visitaram a RAM aumentaram 1,8% em 2025

De acordo com os dados fornecidos pela Administração dos Portos da RAM, no 4.º trimestre deste ano, foram contabilizados 326 270 passageiros em trânsito, nos 147 navios de cruzeiro que atracaram nos portos da RAM. Se comparado com o mesmo período do ano anterior, realizaram-se menos 8 escalas, com um decréscimo no número de passageiros em trânsito a se fixar nos 1,4%. Contudo, esta quebra não impediu que no cômputo do ano de 2025, a variação face a 2024 tivesse sido positiva, de 1,8%, tendo-se atingido um número recorde de passageiros em trânsito, 729,8 mil.


Para mais informação aceda a:

[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2025, a DREM acompanha o Instituto Nacional de Estatística (INE) na divulgação simultânea do conjunto global de variáveis do alojamento turístico, que passa a ser realizada no final do mês n+1. Enquanto, para 2024, essa divulgação já ocorria nesse prazo para hóspedes e dormidas, a publicação de resultados para as taxas de ocupação e para os indicadores de rendimento era realizada apenas ao final de 45 dias após o período de referência. Agora passa a existir apenas um momento único de divulgação para cada mês, com os dados a terem natureza preliminar. Por outro lado, mantém-se, contudo, por parte da DREM, a divulgação de um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o INE, na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos, proveitos e custos com o pessoal, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local abaixo das 10 camas.]

Em 2025

Dormidas do alojamento turístico na Região Autónoma da Madeira cresceram 8,4%, tendo-se aproximado dos 12,8 milhões 

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, no mês de dezembro de 2025, a entrada de 156,8 mil hóspedes, os quais geraram 808,0 mil dormidas, traduzindo variações homólogas positivas de 5,8% e 1,9%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 67,9% das dormidas (548,6 mil), decrescendo 1,7% em termos homólogos. Já o alojamento local (30,2% do total) subiu 11,8%, enquanto o turismo no espaço rural (1,9%) desceu 7,3%.

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, sendo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas do alojamento turístico registaram um decréscimo homólogo de 2,1%, em sentido inverso ao observado a nível nacional (+3,0%).

Em dezembro, os maiores aumentos no número das dormidas registaram-se no Centro (+8,4%), no Oeste e Vale do Tejo (+5,7%) e no Norte (+5,2%). Em sentido contrário, as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira apresentaram decréscimos de 4,5% e 2,1%, respetivamente.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 52,8%, -1,6 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (54,5%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 61,1% (62,6% em dezembro de 2024).

No mês de dezembro de 2025, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,70 noites (4,77 em dezembro de 2024). Os valores mais elevados continuam a ser observados no alojamento local (4,84 noites) e na hotelaria (4,67 noites), seguindo-se o turismo no espaço rural, que apresenta a estada média mais baixa (3,89 noites). 

No cômputo de 2025, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 2 441,5 mil, o que representa um crescimento de 9,4% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 8,4% em comparação com 2024, aproximando-se dos 12,8 milhões. A nível nacional, o crescimento das dormidas foi de 2,2%.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representavam 80,9% do total das dormidas registadas em dezembro de 2025. Destacaram-se, com um peso superior, a Alemanha (22,0% do total; -0,4% face a dezembro de 2024), o Reino Unido (18,3%; -1,4%) e Portugal (17,3%; +10,9%). Na quarta posição, em termos de peso relativo no total de dormidas, encontrava-se o mercado polaco (7,7%; -3,9%), seguido pelo mercado neerlandês (3,6%; +17,4%).

Em termos acumulados, em 2025, os dois principais mercados emissores internacionais registaram variações homólogas nas dormidas em sentidos opostos: o mercado alemão apresentou um aumento de 0,9%, enquanto o mercado britânico apresentou uma quebra de 1,2%. O mercado de residentes em Portugal, segundo principal mercado neste período, registou a variação positiva mais significativa face a 2024 (+33,9%).

Em dezembro de 2025, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 6,9% e 8,9%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 60,5 milhões de euros e 41,9 milhões de euros. No total do País, no mesmo mês, os proveitos totais também registaram uma variação homóloga positiva, mas de menor intensidade (+6,6%), tal como os proveitos de aposento, que evidenciaram um crescimento de 5,7%. Em termos acumulados, as variações dos proveitos na Região foram de +17,4% e +18,9%, respetivamente, totalizando, em 2025, 893,7 milhões de euros em proveitos totais e 642,7 milhões de euros em proveitos de aposento.

No mês de dezembro de 2025, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 75,90 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), +8,0% do que no mesmo mês do ano precedente. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 112,34€, em dezembro de 2024, para 124,28€, em dezembro de 2025 (+10,6% de variação homóloga).

Em 2025, o RevPAR no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas) situou-se em 97,61 euros, representando um aumento de 16,8% face a 2024. No sector da hotelaria, o RevPAR atingiu 104,83 euros, correspondendo a uma subida de 17,2%. Quanto ao ADR, os valores foram superiores, fixando-se em 125,11 euros no conjunto do alojamento turístico (+14,5% em relação a 2024) e em 128,99 euros na hotelaria (+14,5%).

Alojamento turistico PT


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