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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com capacidade inferior a 10 camas.]
Em maio de 2026
Dormidas no alojamento turístico da Região aumentaram 2,1% em termos homólogos e os proveitos cresceram 5,2%
Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, no mês de maio de 2026, a entrada de 247,0 mil hóspedes, os quais geraram 1 180,3 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +4,7% e +2,1%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 64,1% das dormidas (756,8 mil), decrescendo 2,2% em termos homólogos. Já o alojamento local (33,6% do total) subiu 11,9%, enquanto o turismo no espaço rural (2,3% do total) desceu 1,8%.
Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, sendo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas no alojamento turístico registaram uma variação homóloga de -2,2%, variação contrária à observada a nível nacional (+2,8%).
No mês de referência, tendo em conta as NUTS II, os maiores aumentos do número de dormidas voltaram a registar-se no Alentejo (+10,0%) e no Norte (+6,7%). Por sua vez, na RA Madeira e no Oeste e Vale do Tejo observaram-se os maiores decréscimos (-2,2% e -1,5%, respetivamente). Algarve (26,3%), a Grande Lisboa (23,6%) e o Norte (19,1%) concentraram, em conjunto, 69,0% do total de dormidas.
Nos primeiros cinco meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 1 006,4 mil, o que representa um crescimento de 7,9% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 2,8% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 5,0 milhões.
A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 67,6%, menos 4,9 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (72,5%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto atingiu os 79,3% (83,3% em maio de 2025).
No mês de maio de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,31 noites, abaixo das 4,45 noites registadas em maio de 2025. A hotelaria apresentou a estada média mais elevada (4,35 noites), seguida do alojamento local (4,33 noites). O turismo no espaço rural registou a permanência média mais baixa, fixando-se em 3,36 noites.
De realçar que os 10 principais mercados emissores representaram 82,5% do total das dormidas registadas em maio de 2026. A Alemanha manteve-se como o principal mercado emissor, representando 19,1% do total das dormidas (+4,5% face a maio de 2025), seguindo-se Portugal (17,1%; +13,8%) e o Reino Unido (14,0%; -11,0%). Na quarta posição surgiu a França, com um peso de 10,2% (-2,0%), seguida dos Países Baixos (6,2%; +7,2%) e da Polónia (5,9%; +2,9%).
Em maio de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 5,2% e 6,4%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 87,8 milhões de euros e 64,2 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram igualmente crescimentos homólogos, situando-se em +5,8% e +4,8%, respetivamente.
Em termos acumulados, na Região, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações de +9,1% e +8,7%, respetivamente, totalizando, de janeiro a maio de 2026, 346,1 milhões de euros e 247,4 milhões de euros.
No mês de maio de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 111,35 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local abaixo das 10 camas), mais 4,2% do que no mesmo mês do ano precedente. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 128,26€, em maio de 2025, para 140,44€, em maio de 2026 (+9,5% de variação homóloga).
De janeiro a maio de 2026, o RevPAR no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas) situou-se nos 89,84 euros, representando um aumento de 5,5% face ao período homólogo. Na hotelaria, o RevPAR foi de 96,81 euros, correspondendo a uma subida de 6,2%. Quanto ao ADR, os valores foram superiores, fixando-se nos 124,15 euros no conjunto do alojamento turístico (+9,9% em relação ao período homólogo) e nos 129,40 euros na hotelaria (+11,2%).
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