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[NOTA PRÉVIA: No que se refere à divulgação mensal do ano de referência de 2026, a DREM mantém o modelo do ano anterior, divulgando um agregado que compreende a hotelaria, o turismo no espaço rural e todo o alojamento local, independentemente do número de camas. Por sua vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua divulgação, exclui o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que nesta notícia, no Em Foco e nos quadros publicados pela DREM, é mencionado um total geral superior ao do INE, no que respeita a hóspedes e dormidas. Para as variáveis taxas de ocupação, quartos e proveitos, os valores são coincidentes com os do INE pelo facto do seu apuramento excluir o alojamento local com menos de 10 camas.]

Em agosto de 2026

Dormidas no alojamento turístico da Região cresceram 3,3% em termos homólogos

Na Região Autónoma da Madeira (RAM), o alojamento turístico registou, em agosto de 2026, a entrada de 254,6 mil hóspedes, os quais geraram 1 399,1 mil dormidas, traduzindo-se em variações homólogas de +5,0% e +3,3%, respetivamente. O segmento da hotelaria concentrou 65,1% do total de dormidas (910,2 mil), registando um crescimento homólogo de 1,3%. Por sua vez, o número de dormidas no alojamento local (32,9% do total) subiu 8,1%, enquanto o turismo no espaço rural (2,0% do total) desceu 3,5%, em termos homólogos. 

Para efeitos de comparabilidade com os dados divulgados pelo INE, é necessário excluir o alojamento local com menos de 10 camas, pelo que, segundo esta lógica de apuramento de resultados, as dormidas no alojamento turístico registaram uma variação homóloga de +0,8%, inferior à observada a nível nacional (+1,7%).

Em agosto, os maiores aumentos das dormidas registaram-se no Norte (+4,5%) e no Alentejo (+2,6%). A RA Açores foi a única região a apresentar um decréscimo (-1,7%). Algarve (30,1% do total), a Grande Lisboa (19,3%) e o Norte (18,2%) concentraram, em conjunto, 67,5% do total de dormidas.

Nos primeiros oito meses de 2026, os hóspedes entrados no total do alojamento turístico da Região totalizaram 1 743,0 mil, o que representa um crescimento de 5,8% face ao período homólogo. Também as dormidas registaram um aumento de 2,5% em comparação com o mesmo período de 2025, fixando-se em 8,9 milhões.

A taxa líquida de ocupação-cama do alojamento turístico na Região, no mês em referência, foi de 73,5%, menos 3,8 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no mês homólogo (77,3%). Por sua vez, a taxa de ocupação-quarto situou-se em 83,1% (86,9% em agosto de 2025).

Em agosto de 2026, a estada média no conjunto do alojamento turístico fixou-se em 4,90 noites, abaixo das 4,97 noites registadas em agosto de 2025. O alojamento local apresentou a estada média mais elevada (4,97 noites), seguido da hotelaria (4,93 noites). O turismo no espaço rural registou a permanência média mais baixa, fixando-se em 3,65 noites.

De realçar que os 10 principais mercados emissores representaram 84,8% do total das dormidas registadas em agosto de 2026. Neste mês, Portugal constituiu o principal mercado emissor, concentrando 21,1% do total das dormidas (+10,8% face ao período homólogo). O mercado nacional manteve, assim, a liderança entre os principais mercados emissores pelo terceiro mês consecutivo, posição que também havia ocupado nos meses de junho, julho e agosto de 2025. Seguiram-se a Alemanha (14,9%; -2,9%) e o Reino Unido (13,5%; -2,9%). A França ocupou a quarta posição, com um peso de 11,4% (+5,1%), seguida da Polónia (6,0%; -5,0%) e dos Países Baixos (5,0%; +5,7%).

Em agosto de 2026, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram crescimentos homólogos de 11,6% e 11,5%, respetivamente, fixando-se, pela mesma ordem, em 112,0 milhões de euros e 82,1 milhões de euros. No conjunto do País, e no mesmo mês, os proveitos totais e os proveitos de aposento evidenciaram também um crescimento homólogo de 4,6%, em ambos os casos.

Em termos acumulados, na Região, os proveitos totais e os proveitos de aposento registaram variações de +8,8% e de +8,3%, respetivamente, totalizando, de janeiro a agosto de 2026, 648,6 milhões de euros e 466,4 milhões de euros, pela mesma ordem.

No mês de agosto de 2026, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) rondou os 138,14 euros no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas), mais 6,8% do que no mês homólogo. Por sua vez, o rendimento médio por quarto utilizado (ADR) no alojamento turístico passou de 148,81 euros, em agosto de 2025, para 166,24 euros, em agosto de 2026 (+11,7% de variação homóloga).

De janeiro a agosto de 2026, no conjunto do alojamento turístico (excluindo o alojamento local com menos de 10 camas), o RevPAR situou-se nos 103,65 euros, representando um aumento de 4,8% face ao período homólogo. Na hotelaria, o RevPAR foi de 112,24 euros, correspondendo a uma subida homóloga de 5,8%. Quanto ao ADR, nos primeiros oito meses de 2026, os valores foram superiores, fixando-se nos 136,58 euros (+9,6% em relação ao período homólogo) e nos 142,95 euros na hotelaria (+10,9%). Alojamento turistico PT


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