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DREM divulga dados estatísticos para a RAM sobre “Acidentes de trabalho e Problemas de saúde relacionados com o trabalho”

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje um conjunto de resultados, para a Região Autónoma da Madeira (RAM), obtidos através do módulo ad hoc de 2020 do Inquérito ao Emprego, sobre “Acidentes de trabalho e Problemas de saúde relacionados com o trabalho”. Este módulo foi realizado no 2.º trimestre de 2020, em conjunto com o Inquérito ao Emprego, operação estatística trimestral de âmbito nacional, da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística (INE), cuja inquirição na RAM está a cargo da DREM.

De notar que este trimestre foi o mais afetado pelas restrições económicas derivadas do combate à pandemia do COVID-19, que conduziu a resultados um pouco anómalos no referido trimestre. Com efeito, a população empregada reduziu-se em 9,1 milhares de pessoas (-7,1%) em termos homólogos, havendo igualmente um conjunto significativo de pessoas em teletrabalho (16,9%) contabilizando-se ainda um número de horas efetivamente trabalhadas historicamente baixo.

3.3% da população empregada da RAM teve pelo menos um acidente de trabalho nos doze meses anteriores à entrevista

Em 2020, 4,5 mil pessoas empregadas, com idade entre os 15 aos 74 anos, referiram ter tido pelo menos um acidente de trabalho no 2.º trimestre ou nos 12 meses anteriores, representando 3,3% da população empregada. A RAM, a par do Norte (também 3,3%) foram as regiões do País com o valor mais alto neste indicador, contrariamente à R.A. Açores (2,1%) e ao Algarve (2,6%). A média nacional foi de 3,2%.

De assinalar que na RAM, a percentagem de homens que assinalam a ocorrência de pelo menos um acidente de trabalho foi de 4,8% (3,3 mil pessoas).

9,5 mil pessoas dos 15 aos 74 anos (ou seja 5,4% da população empregada) indicaram ter tido algum problema de saúde causado ou agravado pelo trabalho nos últimos 12 meses. Estes problemas de saúde afetaram 6,4% das mulheres e 4,4% dos homens. Os problemas de saúde foram mais referidos pelas pessoas que à data do inquérito estavam reformadas (9,0%) em contraste com as que estavam empregadas (4,6%).

Os problemas de saúde relacionados com o trabalho afetaram principalmente os residentes do Alentejo (7,6%) e em menor escala os residentes da RAA (5,0%) e da RAM (5,4%). A média nacional foi de 6,9%.

Entre as pessoas que referiram a existência de problemas de saúde nos últimos 12 meses causados ou agravados pelo trabalho, 72,2% referiram ter tido dois ou mais problemas.

Tendo em conta o problema de saúde mais grave causado ou agravado pelo trabalho, constata-se 47,2% da população referiu ter ocorrido no emprego atual principal e 37,5% no último emprego. Neste contexto, 50,6% da população referiu que o problema de saúde mais grave limitava consideravelmente a capacidade de realizar atividades diárias normais e 35,4% referiu que limitava em certa medida.

No 2.º trimestre de 2020, 80,4% das pessoas empregadas indicaram que estavam expostas a fatores que podiam afetar a saúde física no seu local de trabalho. No país, aquela percentagem ascendia 82,2%. Estes fatores afetam mais os homens (82,2%) que as mulheres (78,7%), sendo identificados mais  frequentemente os “movimentos repetitivos da mão e do braço”, as “posições cansativas ou dolorosas” e as “atividades que exijam concentração visual intensa”, referidos respetivamente por 66,8%, 56,0% e 55,0% das pessoas.

 Acidentes Trabalho Infografico PT

 

A exposição a fatores de risco para a saúde mental no seu local de trabalho foram referidos por 51,5% das pessoas empregadas. Estes fatores foram referidos por 49,5% dos homens e 53,7% das mulheres. Do conjunto de fatores individualizados no inquérito, a “forte pressão de prazos ou sobrecarga de trabalho” foi identificada por 67,6% das pessoas empregadas e o “contacto com pessoas problemáticas mas não violentas (clientes, pacientes, alunos, cidadãos, etc.) referido por 56,9%.

Para mais informação aceda a:

 

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

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Literacia Estatística

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