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Taxa de desemprego na RAM fixou-se em 10,7 % no 4.º trimestre e em 7,9% no ano de 2020

Os resultados do Inquérito ao Emprego relativos ao 4.º trimestre de 2020 indicam uma taxa de desemprego na Região Autónoma da Madeira (RAM) estimada em 10,7%, valor superior ao do trimestre anterior em 2,1 pontos percentuais (p.p.) e em 3,7 p.p. ao observado do trimestre homólogo. É o valor mais elevado desde o 3.º trimestre de 2017 e reflete o impacto no mercado de trabalho da Região dos efeitos da pandemia do COVID-19.

Em termos de média anual, em 2020, a taxa de desemprego na RAM foi estimada em 7,9%, +0,9 p.p. que em 2019 (7,0%).

A estimativa da população desempregada fixou-se em cerca de 14,8 mil pessoas, no trimestre em análise, tendo registado um aumento homólogo de 53,7% e trimestral de 25,1%. Para esta variável, a média de 2020 foi de 10,7 mil pessoas.

A população empregada situou-se em cerca de 123,2 mil pessoas, o que reflete um decréscimo homólogo de 3,9% (-4,9 mil empregados) e trimestral de 1,7% (-2,0 mil). Em termos anuais, a população empregada registou uma média de 124,4 milhares, equivalendo a um decréscimo médio anual de 3,6% (-4,7 mil empregados face a 2019).

Em Portugal, a taxa de desemprego no trimestre em análise fixou-se em 7,1%, valor superior em 0,4 p.p. à do trimestre homólogo e inferior em 0,7 p.p. à do trimestre anterior. Em termos de média anual, aquela taxa situou-se em 6,8% em 2020, o que representa um aumento de 0,3 p.p. em relação a 2019.

Ainda no 4.º trimestre de 2020, a taxa de desemprego foi inferior à média nacional na Região Autónoma dos Açores (RAA) (5,5%), Centro (5,8%) e Norte (7,0%). Acima da média nacional estão o Alentejo (7,4%), a Área Metropolitana de Lisboa (7,7%), o Algarve (9,9%) e a  RAM  (10,7%). Em relação ao trimestre anterior, registaram-se decréscimos na Área Metropolitana de Lisboa (-1,8 p.p.), na RAA (-1,2 p.p.) e no Norte (-0,9 p.p.). Na região Centro a taxa manteve-se inalterada tendo-se observado aumentos nas três restantes regiões: Alentejo (1,2 p.p.), Algarve (1,4 p.p.) e RAM (2,1 p.p). Em termos homólogos, registaram-se diminuições apenas na RAA (-2.1 p.p.) e no Norte (-0,1 p.p.). Os maiores acréscimos homólogos foram na RAM (+3,7 p.p.) e no Algarve (+3,1 p.p.), regiões muito dependentes em termos económicos da atividade turística, particularmente penalizada no contexto atual.


IE Fev PT

 

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