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DREM divulga resultados provisórios dos Censos 2021

Resultados provisórios dos Censos 2021 indicam que a população residente na Região era de 250 769 habitantes, representando um decréscimo de 6,4% face a 2011

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) disponibiliza hoje os Resultados Provisórios dos XVI Recenseamento Geral da População e VI Recenseamento Geral da Habitação (Censos 2021), relativos à Região Autónoma da Madeira (RAM). Os Censos 2021 foram uma operação estatística da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística, I.P. (INE), ficando a cargo da DREM a coordenação da operação na Região que contou com a colaboração das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesias. A recolha de informação decorreu entre 5 de abril e 31 de maio.

Os resultados provisórios dos Censos 2021 estão referenciados ao dia 19 de abril de 2021 (momento censitário), permitindo caracterizar o parque habitacional (edifícios e alojamentos) e as principais características socio demográficas da população residente. Esta divulgação está dividida em três áreas: população, agregados e habitação.

Censos 2021 PT

População e território – Na última década, a população diminuiu 6,4%, sendo esta a maior variação negativa entre todos os momentos censitários no período pós-autonómico

Os resultados provisórios dos Censos 2021 indicam que a população residente na Região era de 250 769 habitantes.

Na última década, a população diminuiu 6,4%, sendo esta a maior variação negativa entre todos os momentos censitários no período pós-autonómico: +0,2% entre 1981 e 1991, -3,3% entre 1991 e 2001 e +9,3% entre 2001 e 2011.

A evolução populacional da última década mostra que todos os municípios da Região perderam população, sendo nos municípios de Santana e São Vicente que a redução no número de habitantes foi mais expressiva (-15,1% e 15,0%, respetivamente). Nos municípios de Santa Cruz e Ribeira Brava a perda de população foi menos acentuada, representando -1,9% e -5,2%, respetivamente.

Estrutura etária e sexo – Fenómeno de envelhecimento da população, marcado pelo aumento da população idosa e o decréscimo da população jovem, permanece evidente

Os resultados provisórios dos Censos 2021 indicam que a população feminina (133 076 mulheres, 53,1%) é superior à masculina (117 693 homens, 46,9%). Contudo, a preponderância feminina ocorre apenas entre os grupos etários 25-64 anos (52,0%) e 65 ou mais anos (61,2%), uma vez que entre os mais jovens a população feminina é inferior à masculina: 48,9% em ambos os grupos etários 0-14 e 15-24 anos.

O fenómeno de envelhecimento da população, marcado pelo aumento da população idosa e o decréscimo da população jovem, permanece evidente a partir dos Censos 2021, tanto para os homens como para as mulheres. Enquanto em 2001 existiam 9,8% homens e 9,4% mulheres jovens (0-14 anos), no total da população recenseada nesse ano, em 2021 essas proporções baixaram para 6,5% e 6,2%, respetivamente. Contrariamente, a proporção de homens e mulheres com 65 ou mais anos, no total da população recenseada, passou de 5,1% e 8,6% em 2001 para 7,7% e 12,2% em 2021.

Indicadores Demográficos – Mantém-se o predomínio de mulheres face aos homens, especialmente entre aqueles com 65 anos ou mais

Em 2021, a relação de masculinidade é de 88,4 homens para 100 mulheres (89,2 nos Censos anteriores), sendo esta relação superior a 100 apenas na freguesia do Caniçal, onde existem cerca de 104 homens por cada 100 mulheres.

A preponderância feminina é reforçada nas idades mais avançadas (65 ou mais anos), sendo a relação de masculinidade da população com 65 ou mais anos inferior na maioria das freguesias.

Na generalidade da Região, existem 157 idosos por cada 100 jovens, sendo esta relação superior nas freguesias do norte da ilha, em particular na freguesia da Ilha onde este índice atinge um máximo de 888 idosos por cada 100 jovens. Contrariamente, é na freguesia do Caniço onde a população é menos envelhecida: 72 idosos por cada 100 jovens. Importa referir que na esmagadora maioria das freguesias (94,4%) o número de idosos por cada 100 jovens é superior a 100.

Estado civil – Quase metade da população residente na Região é solteira

Em 2021, quase metade da população residente na Região é solteira (45,6%), sendo que a maioria da população ou é casada (38,5%), divorciada (7,9%) ou viúva (8,0%).

A proporção de solteiros é mais elevada entre os homens (49,3%) do que entre as mulheres (42,4%), bem como a proporção de casados (40,8% dos homens e 36,4% das mulheres).

A maior proporção da população divorciada concentra-se nas freguesias do município do Funchal.

Nível de escolaridade – Mulheres com mais instrução do que os homens

A maioria da população residente na Região ou não tem equivalência a níveis de escolaridade (15,3%) ou tem até ao ensino básico (49,7%). O peso dos que terminaram o ensino secundário ou superior é inferior, representando 20,4% e 14,6% do total da população residente, respetivamente.

As mulheres tendem a ser mais instruídas do que os homens: do total da população feminina, 17,3% possui nível de escolaridade superior, enquanto apenas 11,6% dos homens possui o mesmo grau de instrução.

Agregados – Entre 2011 e 2021, a dimensão média dos agregados domésticos privados baixou de 2,9 para 2,6 pessoas

Entre 2011 e 2021, a dimensão média dos agregados domésticos privados baixou de 2,9 para 2,6 pessoas.

Os agregados domésticos privados são mais comumente compostos por agregados com 1 ou 2 pessoas, representando cerca 23,6% e 29,0% dos agregados domésticos, respetivamente.

Quase um quarto dos agregados é composto por 3 pessoas (23,1%) e 16,3% por 4 pessoas. Já o peso relativo dos agregados numerosos é mais baixo, sendo que apenas 8,0% dos agregados são compostos por 5 ou mais pessoas.

Parque habitacional – Número de edifícios e de alojamentos sofreu pouca alteração

O parque habitacional manteve-se praticamente inalterado face a 2011, observando-se assim uma paragem no forte crescimento verificado nas últimas décadas.

Entre 2011 e 2021, a maioria dos municípios assistiu a uma diminuição do peso das residências secundárias ou sazonais. E, embora tenha havido um ligeiro aumento (+0,1%) dos alojamentos vagos, reforçou-se a importância da primeira habitação.

Em 2021, os alojamentos familiares clássicos de residência habitual (94 799) eram maioritariamente ocupados pelos proprietários (74,4%), e destes, 66,2% não tinham qualquer encargo financeiro com a aquisição dos mesmos. Já o número de alojamentos arrendados aumentou 21,5% na última década, expressando uma nova tendência. 53% dos arrendatários paga mensalmente entre 200 e 649,99€.


Para mais informação aceda a:

 

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

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Literacia Estatística

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