tableaupublic            



Portal de Estatísticas Oficiais                     

Menu

tableaupublic            

Newsletters

Não perca tempo, subscreva já as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

Subscrever

Subscreva as nossas newsletters:

Estatísticas da Justiça

Justiça

Newsletters

Não perca tempo. Subscreva as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

DREM divulga estatísticas de rendimento para o ano de 2018 baseadas na declaração de IRS

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) dá continuidade à publicação iniciada no ano passado de um conjunto de informação com base em dados fiscais anonimizados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) relativos à Nota de liquidação do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS – Modelo 3), obtidos ao abrigo de um protocolo celebrado entre o Instituto Nacional de Estatística (INE) e a AT. Estes dados dizem respeito ao ano de 2018 e estão desagregados por município.

Neste estudo são divulgados diversos indicadores relacionados com o rendimento bruto declarado (per se ou excluindo o IRS liquidado), por agregado fiscal ou sujeito passivo e também algumas variáveis que permitem avaliar a desigualdade da distribuição (rácio P80/P20 e coeficiente de Gini).

Valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo na Região e no País é semelhante

No ano de 2018, foram contabilizados na Região 114 651 agregados fiscais e 159 177 sujeitos passivos. Ambas as variáveis apresentam crescimentos de 2,2% e 1,7%, respetivamente, face a 2017.

No mesmo ano, o rendimento bruto total declarado pelos agregados fiscais deduzido do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS) liquidado ascendeu aos 1 772,4 milhões de euros, +5,8% do que em 2017. No país, esta variável aumentou 5,9%, sendo que o crescimento da mesma acelerou quer na RAM quer em Portugal, comparativamente ao ano de 2017.

Em 2018, a média do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo era de 11 135 € (+4,1% do que em 2017), enquanto a mediana se situava nos 9 055 € (+4,4%). A nível nacional a média era de 11 419 € (+4,2% em comparação com o ano transato), enquanto a mediana, que cresceu 4,4% para os 9 067 €, era superior em apenas 12 euros em relação à média regional.

No contexto das 7 regiões NUTS II, a RAM aparece imediatamente atrás da A.M. Lisboa, região com a mediana mais elevada (10 750 €) e que surge bastante destacada das restantes. O Norte regista a mediana mais baixa (8 456 €), estando afastado das regiões que se lhe seguem. Entre a RAM (2.ª região, com 9 055 €) e o Algarve (6.ª região, com 8 863 €) as distâncias são pouco significativas.

 

Estatisticas Rendimento PT novo

 

Principais indicadores de desigualdade de rendimento na Região com performance semelhante ao País

O rácio P80/P20, que corresponde ao quociente entre o rendimento total dos 20% com maiores rendimentos e o rendimento auferido pelos 20% com menores rendimentos, atingiu na RAM, em 2018, o valor de 3,1, traduzindo que entre os sujeitos passivos dos agregados fiscal que entregaram IRS, o rendimento dos 20% mais ricos é 3,1 vezes superior ao dos 20% mais pobres. A média nacional é de 2,9, sendo que por região, a R.A. Açores apresenta o quociente mais elevado (3,2), seguido da A.M. Lisboa e da RAM (3,1). A região que apresenta menos desigualdade segundo este indicador é o Alentejo (2,6).

O coeficiente de Gini é também um indicador de desigualdade na distribuição do rendimento que visa sintetizar num único valor a assimetria dessa distribuição. Assume valores entre 0% (quando todos os sujeitos passivos têm igual rendimento) e 100% (quando todo o rendimento se concentra num único sujeito passivo).

Em 2018, o coeficiente de Gini do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo era de 26,3% na Região, tendo diminuído 0,4 pontos percentuais face a 2017. O valor da RAM é assim ligeiramente inferior ao valor apresentado para o total do País (26,5%). Por regiões, Alentejo (23,7%) e Centro (24,5%) apresentam os coeficientes de Gini mais baixos, enquanto a R.A. Açores (27,9%) e a A.M. Lisboa (27,7%) registam os valores mais altos. A RAM é a 3.ª região com coeficiente de Gini mais elevado.

 

Para mais informação aceda a:

 

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Literacia Estatística

formation3

Literacia Estatística

formation3
Go to top