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Nota: Notícia retificada a 05/05/2025. Foi complementada a definição da taxa de intensidade da pobreza que se encontrava incompleta.

Em 2022

Taxa de intensidade de pobreza na RAM foi superior à nacional no caso dos reformados, mas inferior nos empregados, desempregados e outros inativos

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje no seu portal, os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICVR), no que respeita ao risco de pobreza na população com 18 e mais anos de idade, nomeadamente por condição perante o trabalho, duração do desemprego e por nível de escolaridade completo. Os indicadores foram construídos com base no rendimento monetário anual líquido de 2022, excluindo-se outras fontes de rendimento, nomeadamente o salário em géneros, o autoconsumo, o autoabastecimento e a autolocação.

Os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado entre abril e julho de 2023, indicam que, na Região Autónoma da Madeira (RAM), considerando o grupo de indivíduos com 18 ou mais anos e a linha de pobreza nacional (7 095 Euros), a taxa de risco de pobreza após transferências sociais, em 2022, atingiu 24,3% (16,3% a nível nacional).

A taxa de risco de pobreza para a população desempregada na RAM foi de 57,7%, valor superior em 11,0 pontos percentuais (p.p.) à taxa nacional e inferior em 4,6 p.p. à da Região Autónoma dos Açores (RAA), onde ascendeu a 62,3%.

Para a população reformada, a taxa de risco de pobreza na RAM situou-se em 19,5%. Este foi o único grupo populacional em que a taxa de pobreza na RAM foi superior à taxa nacional e à taxa da RAA. A taxa de pobreza nacional foi de 15,4% e na RAA foi de 18,1%.

A taxa de risco de pobreza na RAM para a população empregada foi de 15,7%, valor superior em 5,7 p.p. à taxa nacional (10,0%) e inferior em 0,7 p.p. à taxa da RAA (16,4%).

A taxa de intensidade da pobreza, que permite avaliar em que medida o rendimento monetário disponível mediano dos pobres (pessoas que vivem em agregados com rendimentos monetários líquidos anuais por adulto equivalente inferiores ao limiar de pobreza) se aproxima ou afasta do limiar de pobreza, foi, em 2022, mais baixa na RAM, quando comparada com a taxa nacional (exceto no grupo dos reformados) e com a taxa da RAA. A intensidade da pobreza foi superior entre a população desempregada, atingindo na RAM 27,8%, na RAA 40,1% e a nível nacional 46,2%.

Segundo a duração do desemprego, as taxas da RAM são sempre superiores às nacionais, destacando-se a diferença de 11,1 p.p. na taxa do grupo “12 meses”, no qual foi registada a taxa de risco de pobreza na RAM de 61,6% e de 50,5% no País. Em relação à RAA, as taxas da RAM foram inferiores nos grupos “0 meses”, em que atingiu 22,8% na RAA e 21,0% na RAM, e no grupo “12 meses”, em que a taxa foi de 64,9% na RAA e 61,6% na RAM.

Destaca-se na RAM uma menor taxa de risco de pobreza entre os indivíduos que tinham o “Ensino Secundário ou superior”, sendo inferior a metade da taxa de risco de pobreza dos indivíduos que estavam no grupo “Até ao ensino básico”, respetivamente 15,5% e 31,3%, uma diferença de 15,8 p.p..

A nível nacional, a taxa de risco de pobreza para estes dois grupos foi inferior, sendo de 22,6% no grupo “Até ao ensino básico” e de 9,8% no grupo “Com ensino secundário ou superior” (9,8%). Na RAA, observaram-se taxas de 34,0% e 10,3%, respetivamente.

Taxa Risco Pobreza PT novo

 

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

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Literacia Estatística

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