tableaupublic            

"Uma porta aberta para 

um Universo de Informação Estatística"

Menu

Portal de Estatísticas Oficiais

tableaupublic            

Newsletters

Não perca tempo, subscreva já as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

Subscrever

Subscreva as nossas newsletters:

Newsletters

Não perca tempo. Subscreva as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

Em 2017

Doenças do aparelho circulatório continuaram a ser a principal causa de morte na Região

A DREM divulga os dados estatísticos relativos à mortalidade por causas de morte na Região Autónoma da Madeira (RAM) em 2017, que irão ser integrados na próxima publicação das Estatísticas da Saúde da RAM, a divulgar no final de 2018.

Em 2017, ocorreram 2 514 óbitos de residentes na RAM, o que correspondeu a uma diminuição de 3,8% face a 2016 (2 614 óbitos), dos quais 1 213 do sexo masculino (48,2%) e 1 301 do sexo feminino (51,8%).

A taxa bruta de mortalidade foi de 988,3 óbitos por 100 mil habitantes, com valores mais elevados para os homens (1 024,4/100 mil habitantes) do que para as mulheres (956,9/100 mil habitantes).

As doenças do parelho circulatório, os tumores malignos e as doenças do aparelho respiratório continuam a ser as três principais causas básicas de morte na Região, representando cerca de 70% da mortalidade. Para estas causas, destaca-se o seguinte:

As doenças do aparelho circulatório:

  • Mantêm-se como a principal causa básica de morte na RAM, com registo de 689 dos óbitos, ou seja, 27,4% do total (28,1% em 2016);
  • Diminuíram pelo terceiro ano consecutivo, sendo o decréscimo de 2017 (- 6,3%)  superior ao de  2015 (-5,5%) e 2016 (-0,3%);
  • A  mortalidade feminina (56,0%) foi superior à masculina (44,0%);
  • A taxa bruta de mortalidade foi de 270,6 óbitos por 100 mil habitantes, com valores mais elevados para as mulheres (283,9/100 mil habitantes) do que para os homens (255,4/100 mil habitantes);
  • A maior parte das mortes ocorreram em pessoas com 65 e mais anos, representando 86,6% do total de óbitos por esta causa (78,5% nos homens e 93,0% nas mulheres);
  • Destacam-se os óbitos por doenças cerebrovasculares, também designados por acidentes vasculares cerebrais (AVC), associados a 200 dos falecimentos (8,0% do total de óbitos).

Os tumores malignos:

  • Voltam a posicionar-se como segunda causa básica de morte na Região, com registo de 588 óbitos (338 homens e 250 mulheres), o que equivale a 23,4% da mortalidade na Região (21,5% em 2016);
  • Apresentam um aumento de 4,6% face a 2016;
  • Evidenciam-se os óbitos por tumor maligno da laringe e traqueia/brônquios/pulmão, que vitimaram 109 pessoas (4,3% do total de óbitos).
  • A taxa bruta de mortalidade foi de 230,9 óbitos por 100 mil habitantes, com valores mais elevados para os homens (284,9/100 mil habitantes) do que para as mulheres (183,8/100 mil habitantes);
  • Perto de dois terços das mortes ocorreram em pessoas com 65 e mais anos, representando 66,3% do total de óbitos por esta causa (61,2% nos homens e 73,2% nas mulheres).

As doenças do aparelho respiratório:

  • Foram a terceira causa básica de morte na RAM, com registo de 465 óbitos (208 homens e 257 mulheres), correspondendo a 18,5% do total de mortes observadas na Região (20,3% em 2016);
  • Diminuíram  12,4% face a 2016, invertendo a tendência crescente iniciada em 2012;
  • Destacam-se as pneumonias, que resultaram em 290 óbitos, 11,5% do total de óbitos;
  • A taxa bruta de mortalidade foi de 182,6 óbitos por 100 mil habitantes, com valores mais elevados para as mulheres (189,0/100 mil habitantes) do que para os homens (175,3/100 mil habitantes);
  • As pessoas com 65 e mais anos foram as mais afetadas, representando 94,0% do total de óbitos por esta causa (89,6% nos homens e 97,3% nas mulheres).

graf cap8 pt

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Literacia Estatística

formation3

Literacia Estatística

formation3
Go to top