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Em 2025
Proporção de pessoas que referiram ter tido consultas médicas aumentou, enquanto o peso percecionado dos encargos financeiros com cuidados de saúde diminuiu
A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje um conjunto de indicadores de saúde da população residente na Região Autónoma da Madeira (RAM) com 16 ou mais anos. Estes indicadores integram variáveis relativas à frequência de consultas e ao peso dos encargos financeiros associados aos cuidados de saúde. A informação resulta do módulo trienal “Saúde” do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR), realizado em 2025, e refere-se aos 12 meses anteriores à entrevista.
Em 2025, 73,2% da população residente na RAM com 16 ou mais anos indicou ter consultado um médico de medicina geral e familiar nos 12 meses anteriores à entrevista, valor superior em 3,7 pontos percentuais (p.p.) ao apurado em 2022. Entre os indivíduos que consultaram um médico de clínica geral, 49,4% fizeram-no uma a duas vezes (47,1% em 2022) e 23,8% três vezes ou mais (22,4% em 2022). Este valor é 6,3 p.p. inferior ao observado no mesmo período em Portugal (79,5%), em que 51,4% da população referiu ter consultado um médico desta especialidade uma ou duas vezes e 28,1% três ou mais vezes.
Cerca de três em cada cinco indivíduos com 16 ou mais anos (60,4%) referiram ter tido consultas com um dentista ou ortodontista nos 12 meses anteriores à entrevista, dos quais 43,6% consultaram uma ou duas vezes e 16,8% três ou mais vezes. Comparativamente a 2022, este indicador aumentou 4,9 p.p. (55,5% em 2022), ultrapassando a média nacional. No País, 59,6% da população com 16 anos ou mais consultou um dentista ou ortodontista, sendo que 40,0% fizeram-no uma ou duas vezes e 19,6% três ou mais vezes.
A proporção da população residente com 16 anos ou mais que referiu ter consultado nos 12 meses anteriores à entrevista médicos de outras especialidades (excluindo medicina geral e familiar, dentistas e ortodontistas) foi de 54,1%, dos quais 33,2% recorreram a estes profissionais uma ou duas vezes e 20,9% três ou mais vezes. Face a 2022, as consultas com estes profissionais foram as que registaram o maior aumento (+ 6,4 p.p.), destacando-se a subida de 3,9 p.p. na proporção dos indivíduos que consultaram estes especialistas três ou mais vezes. A nível nacional, 53,3% da população residente teve consultas com outros especialistas, 32,7% uma ou duas vezes e 20,6% três ou mais vezes.

Em 2025, verificou-se uma melhoria na perceção do peso dos encargos financeiros com cuidados de saúde. Cerca de metade dos agregados familiares (50,7%) consideraram que, nos 12 meses anteriores à entrevista, os custos que o agregado familiar teve com cuidados médicos representaram um encargo algo pesado ou muito pesado, refletindo uma diminuição face ao observado em 2022 (54,2%). A avaliação dos encargos com medicamentos e com cuidados dentários refletiu também em 2025 uma melhoria: 54,7% dos agregados classificaram as despesas com medicamentos como um encargo algo pesado ou muito pesado (60,4% em 2022) e 53,7% atribuíram, a mesma classificação aos custos com cuidados dentários (61,3% em 2022). Para estes três tipos de cuidados, as proporções nacionais continuaram inferiores às da Região, registando-se também uma diminuição em comparação a 2022. No País, 39,4% dos agregados familiares avaliaram, em 2025, as despesas com cuidados médicos como um encargo algo pesado ou muito pesado (45,8% em 2022), 45,7% no caso dos medicamentos (49,7% em 2022) e 47,2% no caso dos cuidados dentários (51,2% em 2022).

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