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DREM divulga dados das Contas Regionais na nova base 2016

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou hoje os resultados das Contas Regionais, pela primeira vez na base 2016, que substitui a base anterior, a de 2011.

Estas revisões de base são regulares (ocorrem normalmente de 5 em 5 anos) e consistem em alterações metodológicas ou incorporação de novas fontes de informação, visando dessa forma obter uma representação mais exata da atividade económica.

Por esse motivo, os valores das bases 2011 e 2016 não são coincidentes. Por exemplo, o valor do Produto Interno Bruto (PIB) regional foi revisto em alta no montante de 76,9 milhões de euros, em grande medida determinado por unidades sediadas no Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM).

Note-se que esta divulgação apenas contém informação para os anos de 2016, 2017 (definitiva) e 2018 (provisória, disponível para algumas variáveis, apenas). Os dados para os anos anteriores (desde 1995) ficarão disponíveis durante o 1.º semestre de 2020.

Dados definitivos para 2017 mostram que a economia da Região cresceu 5,1% face ao ano anterior

A informação final para o ano de 2017 revela que o Produto Interno Bruto (PIB) regional atingiu os 4 783,6 milhões de euros, tendo subido 5,1% em termos reais (ou seja excluindo o efeito da variação de preços) face ao ano anterior. Este crescimento tão significativo e superior à média do país (+3,5%) é influenciado pelo aumento substancial do PIB gerado por empresas sediadas no CINM, muito embora seja de assinalar que no resto da economia regional (ou seja, excluindo, a componente CINM), o crescimento foi também ligeiramente superior à média nacional.

Note-se que em 2017, há um contributo decisivo do principal ramo de atividade da RAM, o “Comércio, transportes, alojamento e restauração”, cujo Valor Acrescentado Bruto (VAB) cresceu 7,0%, bem como das “Atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares; atividades administrativas e dos serviços de apoio” que registaram um incremento nominal de VAB de 21,5%.

De referir que a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, a componente principal do investimento) realizada na RAM em 2017 fixou-se nos 684,7 milhões de euros, crescendo 21,5%, substancialmente acima do observado para o país (+13,8%).

Quanto ao rendimento disponível bruto (RDB) das famílias da RAM, o mesmo aumentou 2,6% em 2017, fixando-se em termos per capita nos 12 498 euros, traduzindo um índice de disparidade face à média nacional de 97,8, ou seja, situa-se abaixo da referida média em 2,2%. O RDB das famílias registou uma subida de 3,2% no país.

Informação provisória para 2018 coloca a Região a crescer 0,6% face a 2017

Contrariamente ao que sucede em 2017, o INE, na sua primeira estimativa para o ano de 2018 aponta para uma taxa de crescimento na Região de 0,6% em termos reais, ritmo inferior ao do país, que ascendeu aos 2,4%. Note-se que a performance da RAM neste ano é prejudicada pelo desempenho das empresas de CINM cujo PIB diminui de forma acentuada. A taxa de crescimento real do resto da economia regional é positiva, embora se situe num patamar inferior à média nacional.

Por ramo de atividade, em 2018, destacou-se a Construção (+12,8%) e uma vez mais as “Atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares; atividades administrativas e dos serviços de apoio” (+9,4%), como aqueles em que o VAB mais aumentou. Contrariamente, o principal ramo, o do “Comércio, transportes, alojamento e restauração” apesar de ser o único dos 10 ramos de atividade - para o qual é publicada informação - a apresentar um recuo em termos nominais (-1,8%), a sua dimensão acaba por condicionar os resultados globais.

Quanto ao PIB por habitante em 2018, o mesmo ascende aos 19 243 euros na Região, enquanto no país este rácio fixou-se nos 19 827 euros. De ressalvar contudo que as duas únicas regiões acima da RAM, encontram-se também acima da média nacional (Área Metropolitana de Lisboa e Algarve).

Os índices de disparidade do PIB per capita face à média nacional (PT=100) e face à média da União Europeia (UE28=100) foram de 97,1 e de 74,5, respetivamente.

A produtividade aparente do trabalho que corresponde ao rácio entre o VAB e o Emprego foi de 34 660 euros, abaixo do valor nacional (35 876 euros).

Por fim, é de referir que o INE deverá apresentar os valores definitivos para 2018, daqui por um ano, sendo que devido à pequena dimensão da economia da Região, as revisões podem ser significativas.

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Cooperação Estatística Internacional

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