tableaupublic            



Portal de Estatísticas Oficiais                     

Menu

tableaupublic            

Newsletters

Não perca tempo, subscreva já as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

Subscrever

Subscreva as nossas newsletters:

Estatísticas da Justiça

Justiça

Newsletters

Não perca tempo. Subscreva as nossas newsletters e passe a receber informação na hora...

Em 2022/2023

Proporção da despesa anual média por agregado familiar cresceu na Habitação e diminuiu na Alimentação, face a 2015/2016

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga a caracterização dos agregados familiares madeirenses e os resultados definitivos, relacionados com a despesa, do Inquérito às Despesas das Famílias (IDF) 2022/2023 referentes à Região Autónoma da Madeira (RAM). Este inquérito foi realizado entre fevereiro de 2022 e fevereiro de 2023, junto de uma amostra de 1 480 alojamentos, representativa dos agregados familiares residentes na Região.

De acordo com os resultados do IDF 2022/2023 estimou-se um total de 94 792 de agregados familiares residentes na RAM. A maioria dos agregados madeirenses não tinha crianças dependentes (65,8%), sendo mais frequente os que tinham dois ou mais adultos, com pelo menos um idoso (21,6%). Os agregados com apenas uma criança dependente constituíam 18,8% do total de agregados e os que tinham duas ou mais crianças totalizavam 15,4%.

A maioria dos agregados familiares tinha como principal fonte de rendimento o trabalho por conta de outrem (56,6%), seguindo-se as pensões (32,0%) e o trabalho por conta própria (5,3%).

Considerando como indivíduo de referência do agregado, aquele que entre todos os elementos do agregado tinha a maior proporção de rendimento total líquido anual, 53,9% eram homens, 44,6% tinham entre 45 e 64 anos e 65,1% exerciam uma profissão.

IDF PT

Os resultados indicam que a despesa total anual média por agregado residente na RAM foi de 22 605 Euros, representando um aumento de 24,2% relativamente à despesa anual média de 18 204 Euros em 2015/2016. Desta despesa, 65,4% foi despesa monetária e 34,6% despesa não monetária.

Na RAM, do total da despesa, 39,7% destinavam-se a despesas com Habitação (incluindo gastos com água, eletricidade, gás e outros combustíveis) que, em conjunto com as despesas de Transportes (13,4%) e “Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas” (11,6%), concentravam 64,7% da despesa média anual do total dos agregados familiares madeirenses. A divisão “Restaurantes e serviços de alojamento” constituía 8,9% da despesa e as divisões “Saúde” e “Acessórios para o lar, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação”, representavam 4,5%, individualmente. Saliência ainda para as despesas em “serviços de Educação”, que em 2022/2023 constituíram apenas 1,0% da despesa total anual média dos agregados madeirenses.

Analisando a despesa total anual média por agregado familiar e por regime de ocupação, constata-se que os proprietários têm valores superiores em aproximadamente um terço (+32,8%) da despesa dos arrendatários, estimando-se 23 886 Euros e 17 983 Euros, respetivamente, para estes dois grupos.

Considerando a despesa média dos agregados por classes de rendimento total por adulto equivalente, observa-se que os agregados do 1.º quintil (20% com menores rendimentos) apresentavam um valor de despesa (15 977 Euros) equivalente a 70,7% da despesa média total (22 605 Euros). No outro extremo, os agregados com rendimento equivalente correspondente ao 5.º quintil (20% com maiores rendimentos) registavam uma despesa média total superior à média nacional em 51,4% (34 213 Euros), mais do dobro que os agregados do 1.º quintil.

Em 2022/2023, a despesa total anual média por agregado familiar madeirense afeta à divisão “Saúde” constituiu 4,5% da despesa total (1 028 Euros). Segundo as estimativas, 16 138 agregados familiares tinham despesas monetárias em saúde superiores a 10% do rendimento monetário líquido, constituindo 17,0% do total de agregados. Com despesa em saúde superior a 25%, estimaram-se 3 250 agregados, o que representa 3,4% do total de agregados familiares. A RAM foi a região NUTS II que apresentou os valores mais elevados para estes dois indicadores. A nível nacional, 12,1% dos agregados apresentavam despesa em saúde superior a 10% e 1,9% apresentavam despesa em saúde superior a 25%.

Ao nível das NUTS II, a Área Metropolitana de Lisboa (A.M. Lisboa) destaca-se por ser a região com a maior despesa total anual média por agregado familiar apresentando um montante de 26 891 Euros, seguida pelo Algarve com 24 432 Euros, ambas acima da média nacional que foi de 23 900 Euros. Entre as restantes regiões, abaixo da média nacional, a Região Autónoma dos Açores (RAA) é a que apresenta a despesa anual média mais baixa, 19 431 Euros, seguida pelo Alentejo com 21 359 Euros. O Norte foi a região que apresentou o maior valor abaixo da média nacional (23 245 Euros) seguida pela RAM com 22 605 Euros.

Estrutura despesa total anual media por agregado PT

Para mais informação aceda a:

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Cooperação Estatística Internacional

MAC14 20

Literacia Estatística

formation3

Literacia Estatística

formation3
Go to top