noticias (PT)
No 1.º semestre de 2026, a produção de energia elétrica na RAM aumentou 4,5% face ao período homólogo (Ler mais...)
No 2.º trimestre de 2026, a taxa de desemprego diminuiu para 3,5%, mantendo-se como a mais baixa do País (Ler mais...)
No 1.º trimestre de 2026, o número de processos de falência, insolvência e recuperação de empresas entrados nos tribunais judiciais de 1.ª instância da Comarca da Madeira diminuiu em termos trimestrais e aumentou em termos homólogos (Ler mais...)
Em julho de 2026, o indicador de confiança na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e no Comércio aumentou, enquanto nos Serviços houve uma diminuição (Ler mais...)
No 1.º semestre de 2026, o saldo entre o número de constituições e de dissoluções de sociedades diminuiu face ao período homólogo (Ler mais...)
Em junho de 2026, as dormidas no alojamento turístico da Região diminuíram 0,7% em termos homólogos, enquanto os proveitos totais cresceram 5,6% (Ler mais...)
Em 2025, a Região contava com 5,5 médicos por mil habitantes, aproximando-se da média nacional (Ler mais...)
DREM divulga as estatísticas do rendimento para o ano de 2024 baseadas na declaração de IRS (Ler mais...)
Em 2024, a taxa de mortalidade por “tumores malignos” foi maior em Santana, Machico e Funchal e mais baixa em Câmara de Lobos, Porto Moniz e Calheta (Ler mais...)
Em junho de 2026, o movimento de passageiros nos aeroportos da RAM registou um ligeiro decréscimo de 0,5% em termos homólogos (Ler mais...)
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Em março de 2026
Valor mediano de avaliação bancária de habitação na RAM cresceu para os 2 500 euros/m2
De acordo com os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em março de 2026, o valor mediano de avaliação bancária de habitação na RAM situou-se nos 2 500 euros/m2, registando um acréscimo de 2,1% em relação ao mês precedente (ou seja, mais 52 euros). Em relação ao mesmo mês do ano anterior, observou-se uma subida de 17,2% (+367 euros).
Nos apartamentos, o valor mediano de avaliação bancária na RAM foi de 2 750 euros/m2, traduzindo uma variação de +4,0% comparativamente a fevereiro de 2026 e de +21,0% face ao mês homólogo. Nas moradias, este indicador situou-se nos 2 183 euros/m2, valor superior em 2,6% ao observado no mês anterior e +15,5% acima do registado no mesmo mês do ano passado.
A nível municipal, é de referir que o valor mediano de avaliação bancária no Funchal, em março de 2026, se fixou nos 2 955 euros/m2, +5,5% em relação ao mês precedente e +21,6% em comparação com março de 2025.
Para além do Funchal, e no mês em referência, também ultrapassaram o número mínimo de observações registadas (33) os municípios de Câmara de Lobos e de Santa Cruz, cujos valores de avaliação bancária atingiram os 2 401 euros/m2 e os 2 501 euros/m2, respetivamente. Câmara de Lobos observou um acréscimo de 0,7% face ao mês anterior e de 22,1% em relação ao mês homólogo, enquanto Santa Cruz registou uma variação mensal de +2,4% e homóloga de +23,4%.
O valor mediano de avaliação bancária no País fixou-se nos 2 151 euros/m2, mais 29 euros do que no mês anterior (+1,4%). A variação homóloga foi de +16,5% (+304 euros).
No contexto das 9 regiões NUTS II do país, os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3 278 euros/m2), no Algarve (2 840 euros/m2) e na Península de Setúbal (2 653 euros/m2), surgindo, na posição seguinte, a RAM (2 500 euros/m2). Face ao período homólogo, a Península de Setúbal (+24,8%) registou a maior variação positiva, enquanto a região do Alentejo (+11,4%) apresentou a menor. Comparativamente com o mês anterior, a RAM (+2,1%) liderou as subidas, surgindo, no polo oposto, o Algarve e a RAA (+0,8%) como as regiões com o acréscimo mais baixo.
Número de avaliações bancárias aumentou face ao mês anterior, mas caiu comparativamente ao mês homólogo
Para o apuramento do valor mediano de avaliação bancária, de março de 2026, foram consideradas 674 avaliações, -4,5% do que no mesmo período do ano anterior. Destas, 321 foram de apartamentos e 353 de moradias. Em comparação com o mês anterior, realizaram-se mais 84 avaliações, o que corresponde a um acréscimo de 14,2%. A nível nacional, a variação homóloga do número de avaliações bancárias foi de -10,3%, enquanto a variação em cadeia se fixou em +10,8%.

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